<?xml version="1.0" encoding="utf-8" ?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:tt="http://teletype.in/" xmlns:opensearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/"><title>ARMILLARY </title><author><name>ARMILLARY </name></author><id>https://teletype.in/atom/armillary</id><link rel="self" type="application/atom+xml" href="https://teletype.in/atom/armillary?offset=0"></link><link rel="alternate" type="text/html" href="https://teletype.in/@armillary?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_atom&amp;utm_campaign=armillary"></link><link rel="next" type="application/rss+xml" href="https://teletype.in/atom/armillary?offset=10"></link><link rel="search" type="application/opensearchdescription+xml" title="Teletype" href="https://teletype.in/opensearch.xml"></link><updated>2026-04-26T05:54:38.147Z</updated><entry><id>armillary:RpS32ghCfg</id><link rel="alternate" type="text/html" href="https://teletype.in/@armillary/RpS32ghCfg?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_atom&amp;utm_campaign=armillary"></link><title>Audiência Nacional da Espanha abre investigação contra Zapatero por laços com o regime de Maduro após captura nos EUA</title><published>2026-01-10T13:49:28.794Z</published><updated>2026-01-10T13:49:28.794Z</updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img3.teletype.in/files/e0/db/e0dbe948-bf6e-4e34-b4cb-fc12c207d1d2.png"></media:thumbnail><summary type="html">&lt;img src=&quot;https://img4.teletype.in/files/f7/ad/f7ad3633-811a-45fa-ab70-71f71db2a4b0.png&quot;&gt;Madrid, 10 de janeiro de 2026 – A Audiência Nacional espanhola iniciou diligências preliminares contra o ex-primeiro-ministro José Luis Rodríguez Zapatero (2004-2011), conhecido por sua mediação em crises políticas na Venezuela e por relações próximas com Nicolás Maduro, devido a alegações de colaboração com atividades criminosas do regime chavista.</summary><content type="html">
  &lt;p id=&quot;5w7N&quot;&gt;&lt;strong&gt;Madrid, 10 de janeiro de 2026&lt;/strong&gt; – A Audiência Nacional espanhola iniciou diligências preliminares contra o ex-primeiro-ministro José Luis Rodríguez Zapatero (2004-2011), conhecido por sua mediação em crises políticas na Venezuela e por relações próximas com Nicolás Maduro, devido a alegações de colaboração com atividades criminosas do regime chavista.&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;s6pO&quot;&gt;A investigação surge dias após a captura de Maduro e sua esposa, Cilia Flores, por forças especiais dos Estados Unidos em uma operação militar em Caracas, em 3 de janeiro. Maduro, agora detido em Nova York, enfrenta acusações federais de narcoterrorismo, tráfico de drogas e conspiração para posse de armas, em um processo que data de 2020 e foi atualizado com uma acusação supersedente.&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;S8nd&quot;&gt;A denúncia contra Zapatero foi apresentada pela organização conservadora Hazte Oír, que o acusa de atuar como &amp;quot;colaborador necessário&amp;quot; em crimes atribuídos ao regime venezuelano, incluindo supostos crimes contra a humanidade e ligações com o tráfico de cocaína. A entidade destaca o &amp;quot;acesso privilegiado&amp;quot; de Zapatero aos círculos de poder em Caracas e sua atuação como figura legitimadora do governo de Maduro.&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;Czuq&quot;&gt;Paralelamente, fontes indicam que o Departamento de Justiça dos EUA avalia possíveis ações contra figuras internacionais associadas ao &amp;quot;Cartel de los Soles&amp;quot;, o que poderia incluir Zapatero. Mercados de previsão, como o Polymarket, estimam atualmente uma probabilidade de cerca de 22% de que o ex-líder socialista espanhol seja detido ainda em 2026, refletindo a incerteza sobre o avanço das investigações em ambos os lados do Atlântico.&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;4XGu&quot;&gt;Zapatero, que mediou diálogos entre o governo venezuelano e a oposição em anos anteriores, sempre defendeu sua atuação como um esforço pela paz e pelo diálogo. No entanto, críticos o acusam de ter ignorado violações de direitos humanos e de ter beneficiado financeiramente de suas conexões com o chavismo.&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;W3jc&quot;&gt;A Audiência Nacional consultará agora o Ministério Público para determinar sua competência no caso. Até o momento, não há medidas cautelares contra Zapatero, e o processo encontra-se em fase inicial.&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;YHNv&quot;&gt;Essa nova frente judicial adiciona tensão ao cenário político espanhol, em um momento de polarização intensa após os eventos na Venezuela, que culminaram na posse de Delcy Rodríguez como presidente interina e na liberação de prisioneiros políticos como gesto de distensão.&lt;/p&gt;
  &lt;figure id=&quot;y3VK&quot; class=&quot;m_original&quot;&gt;
    &lt;img src=&quot;https://img4.teletype.in/files/f7/ad/f7ad3633-811a-45fa-ab70-71f71db2a4b0.png&quot; width=&quot;828&quot; /&gt;
    &lt;figcaption&gt;Zapatero (à esquerda) e Maduro (à direita) se cumprimentam. &lt;/figcaption&gt;
  &lt;/figure&gt;

</content></entry><entry><id>armillary:_z8L54fMTx</id><link rel="alternate" type="text/html" href="https://teletype.in/@armillary/_z8L54fMTx?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_atom&amp;utm_campaign=armillary"></link><title>Maduro Busca Apoio de Lula e Petro Após Rejeição de China, Irã e Rússia</title><published>2025-11-02T02:39:11.228Z</published><updated>2025-11-02T02:39:11.228Z</updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img4.teletype.in/files/31/56/3156b32e-1528-41f4-83ea-21e5a554e7c9.png"></media:thumbnail><summary type="html">&lt;img src=&quot;https://img4.teletype.in/files/f4/0d/f40d6e5e-db0a-4a69-9dce-041685c7c63a.jpeg&quot;&gt;Isolado diplomaticamente por potências aliadas tradicionais, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, parece direcionar seus esforços para conquistar o respaldo de líderes sul-americanos de esquerda, como o brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva e o colombiano Gustavo Petro. A mudança de estratégia vem após recusas explícitas de apoio por parte de China, Irã e Rússia, que historicamente serviram como pilares para o regime chavista em meio a crises econômicas e sanções internacionais.</summary><content type="html">
  &lt;p id=&quot;OHXN&quot;&gt;Isolado diplomaticamente por potências aliadas tradicionais, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, parece direcionar seus esforços para conquistar o respaldo de líderes sul-americanos de esquerda, como o brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva e o colombiano Gustavo Petro. A mudança de estratégia vem após recusas explícitas de apoio por parte de China, Irã e Rússia, que historicamente serviram como pilares para o regime chavista em meio a crises econômicas e sanções internacionais.&lt;/p&gt;
  &lt;figure id=&quot;kOpc&quot; class=&quot;m_original&quot;&gt;
    &lt;img src=&quot;https://img4.teletype.in/files/f4/0d/f40d6e5e-db0a-4a69-9dce-041685c7c63a.jpeg&quot; width=&quot;1024&quot; /&gt;
  &lt;/figure&gt;
  &lt;p id=&quot;pAGl&quot;&gt;Fontes próximas ao Palácio de Miraflores indicam que Maduro intensificou contatos bilaterais com Brasília e Bogotá nas últimas semanas. Em reuniões virtuais e trocas de mensagens, o líder venezuelano teria apelado para uma &amp;quot;solidariedade bolivariana&amp;quot; regional, evocando laços ideológicos comuns para obter ajuda financeira, logística e política. Analistas interpretam isso como uma tentativa desesperada de compensar o vácuo deixado pelos aliados extrarregionais.&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;W3fr&quot;&gt;A China, principal credora da Venezuela com dívidas estimadas em mais de US$ 60 bilhões, recusou novos empréstimos e exigiu o pagamento de parcelas atrasadas, citando instabilidade interna e riscos de inadimplência. O Irã, parceiro em exportações de petróleo e tecnologia militar, suspendeu envios de combustível e peças sob pressão de sanções secundárias dos Estados Unidos. Já a Rússia, que forneceu armamentos e apoio no Conselho de Segurança da ONU, prioriza agora seu envolvimento na Ucrânia e na Ásia, deixando Maduro sem o respaldo militar esperado.&lt;/p&gt;

</content></entry><entry><id>armillary:5F8PGNWbst</id><link rel="alternate" type="text/html" href="https://teletype.in/@armillary/5F8PGNWbst?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_atom&amp;utm_campaign=armillary"></link><title>Câmara aprova urgência para projeto de anistia aos atos de 8 de janeiro</title><published>2025-09-18T02:49:11.173Z</published><updated>2025-09-18T02:49:11.173Z</updated><summary type="html">Em um dia tenso no Plenário da Câmara dos Deputados, os parlamentares aprovaram, nesta quarta-feira (17), o regime de urgência para o Projeto de Lei 2162/23, que concede anistia a participantes de manifestações políticas entre 30 de outubro de 2022 e a entrada em vigor da lei – abrangendo os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. A votação contou com 311 votos favoráveis, 163 contrários e 7 abstenções, acelerando a tramitação e dispensando a análise em comissões.</summary><content type="html">
  &lt;p id=&quot;r4oY&quot;&gt;Em um dia tenso no Plenário da Câmara dos Deputados, os parlamentares aprovaram, nesta quarta-feira (17), o regime de urgência para o Projeto de Lei 2162/23, que concede anistia a participantes de manifestações políticas entre 30 de outubro de 2022 e a entrada em vigor da lei – abrangendo os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. A votação contou com 311 votos favoráveis, 163 contrários e 7 abstenções, acelerando a tramitação e dispensando a análise em comissões.&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;REFV&quot;&gt;O texto original, de autoria do deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ), pode ser modificado por um substitutivo a ser elaborado por um relator a ser indicado pelo presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), já nesta quinta-feira (18). Motta defendeu a medida como um passo para a &amp;quot;pacificação&amp;quot; do país, sem apagar o passado, mas promovendo diálogo. A oposição, liderada pelo PL, busca uma anistia ampla que beneficie até o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado pelo STF a 27 anos de prisão por trama golpista, mas o Centrão sinaliza preferência por uma versão mais restrita, focada em redução de penas.&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;dqNv&quot;&gt;Com a urgência aprovada, os próximos passos incluem a elaboração do texto final, com votação possível no Plenário da Câmara nas próximas semanas – possivelmente em outubro, dependendo de acordos. Se aprovado, o projeto segue para o Senado, onde o presidente Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) resiste a uma anistia irrestrita e defende alternativa mais branda. Por fim, o presidente Lula, que já anunciou veto à proposta, teria 15 dias úteis para análise, reacendendo debates sobre impunidade e reconciliação nacional.&lt;/p&gt;

</content></entry><entry><id>armillary:BrasilvsUSA</id><link rel="alternate" type="text/html" href="https://teletype.in/@armillary/BrasilvsUSA?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_atom&amp;utm_campaign=armillary"></link><title>O Isolamento Geopolítico do Brasil: Um Diagnóstico Crítico</title><published>2025-07-28T23:16:52.865Z</published><updated>2025-07-28T23:16:52.865Z</updated><summary type="html">O Brasil, sob a liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enfrenta um isolamento geopolítico que transcende narrativas ideológicas ou vieses de confirmação. Não se trata de uma percepção subjetiva, mas de uma constatação objetiva: o país perdeu espaço e interlocução com os principais atores do cenário ocidental, configurando um afastamento preocupante das grandes potências democráticas.</summary><content type="html">
  &lt;p id=&quot;wYkd&quot;&gt;O Brasil, sob a liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enfrenta um isolamento geopolítico que transcende narrativas ideológicas ou vieses de confirmação. Não se trata de uma percepção subjetiva, mas de uma constatação objetiva: o país perdeu espaço e interlocução com os principais atores do cenário ocidental, configurando um afastamento preocupante das grandes potências democráticas.&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;xMAt&quot;&gt;Atualmente, o Brasil não mantém relações robustas ou estratégicas com os grandes players do Ocidente, como Estados Unidos, Reino Unido ou potências da União Europeia. Mesmo a França, sob o comando de Emmanuel Macron, que poderia ser vista como um potencial aliado devido a certa afinidade ideológica com a esquerda brasileira, limita-se a desempenhar um papel protocolar. Macron atua, no máximo, como um mediador ocasional, mas nunca como um defensor incondicional dos interesses brasileiros.&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;02Xc&quot;&gt;A razão é simples: o Brasil, no contexto global, não representa uma prioridade que justifique o desgaste diplomático de contrariar os interesses da maior potência geopolítica, militar e econômica do mundo, os Estados Unidos. Há, sem dúvida, uma simpatia residual de setores da esquerda europeia pelo governo brasileiro, especialmente por sua retórica progressista e seu histórico de políticas sociais. Contudo, essa empatia é superficial e não se traduz em apoio concreto quando confrontada com os interesses estratégicos de nações mais influentes. O Brasil, nesse sentido, tornou-se um ator secundário, incapaz de galvanizar alianças sólidas ou de se posicionar como um parceiro indispensável no xadrez geopolítico.&lt;/p&gt;
  &lt;h2 id=&quot;RB1H&quot;&gt;O Ufanismo e a Redefinição da Democracia&lt;/h2&gt;
  &lt;p id=&quot;Y36U&quot;&gt;O ufanismo recente de setores da esquerda brasileira, muitas vezes expresso em tons exaltados, reflete uma tentativa de compensar a fragilidade externa e interna do país. A narrativa de um Brasil forte e soberano, frequentemente evocada por figuras como Lula, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, e o ministro Alexandre de Moraes, esbarra em contradições evidentes. Defender os rumos recentes da política brasileira e, ao mesmo tempo, sustentar a imagem de uma democracia liberal robusta tornou-se uma tarefa árdua, senão impossível.&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;445H&quot;&gt;Nesse contexto, observa-se uma tentativa deliberada de redefinir o conceito de democracia no Brasil. Inspirando-se em modelos de democracias iliberais, como os observados em países como China e Coreia do Norte, o governo e seus aliados buscam legitimar práticas que desafiam os pilares tradicionais do Estado de Direito. Medidas como o controle de narrativas, a judicialização de adversários políticos e a centralização do poder em instituições específicas levantam questionamentos sobre a saúde democrática do país. Esse movimento não é apenas uma resposta às críticas internas, mas também uma estratégia para consolidar o poder em um cenário de crescente polarização.&lt;/p&gt;
  &lt;h2 id=&quot;GTb9&quot;&gt;Do Respeito à Marginalização&lt;/h2&gt;
  &lt;p id=&quot;xWKc&quot;&gt;O Brasil, que outrora ocupava uma posição de relativo respeito no cenário internacional – seja pelo seu peso econômico no BRICS, seja pela habilidade de seus diplomatas em mediar conflitos globais –, hoje caminha perigosamente para se tornar uma &amp;quot;republiqueta&amp;quot; latino-americana. Essa expressão, embora dura, reflete a percepção de que o país está abdicando de sua relevância global em troca de um alinhamento ideológico que não encontra eco nas grandes esferas de poder. A ausência de uma política externa pragmática, capaz de dialogar com diferentes espectros políticos e econômicos, contribui para esse declínio. Além disso, o isolamento brasileiro não se limita ao Ocidente. Mesmo em fóruns regionais, como o Mercosul, o país enfrenta dificuldades para liderar ou impor sua agenda. A Argentina, sob Javier Milei, adota uma postura mais alinhada aos Estados Unidos e ao liberalismo econômico, enquanto outros vizinhos, como a Venezuela, reforçam alianças com potências não ocidentais, como China e Rússia. Nesse cenário, o Brasil parece preso entre a retórica de um passado glorioso e a incapacidade de se adaptar às novas dinâmicas globais.&lt;/p&gt;
  &lt;h2 id=&quot;dY0W&quot;&gt;Há um ponto de inflexão?&lt;/h2&gt;
  &lt;p id=&quot;nQ8m&quot;&gt;A trajetória atual sugere que os atores políticos brasileiros estão diante de uma encruzilhada: ou persistem em um modelo que, ao centralizar poder e minar instituições democráticas, levará ao colapso do sistema; ou enfrentam uma implosão completa dos vestígios de democracia que ainda resistem. Não há, no horizonte imediato, sinais claros de um ponto de inflexão que reverta essa tendência. A polarização interna, aliada à perda de credibilidade externa, cria um ciclo vicioso que dificulta a recuperação do prestígio brasileiro. Para reverter esse quadro, seria necessário um esforço conjunto de renovação política e diplomática. Isso incluiria a reconstrução de pontes com potências ocidentais, a promoção de uma política externa menos ideologizada e mais pragmática, e, internamente, um compromisso genuíno com a transparência e o fortalecimento das instituições democráticas. Sem essas mudanças, o Brasil corre o risco de se consolidar como um ator periférico, incapaz de influenciar o rumo dos grandes debates globais.&lt;/p&gt;

</content></entry><entry><id>armillary:W1IyiK2k6Pi</id><link rel="alternate" type="text/html" href="https://teletype.in/@armillary/W1IyiK2k6Pi?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_atom&amp;utm_campaign=armillary"></link><title>Alphabet, dona do Google, Abandona Política DEI</title><published>2025-02-06T03:04:41.755Z</published><updated>2025-02-06T03:10:27.295Z</updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img2.teletype.in/files/dc/ba/dcbaf47b-2102-4f35-a672-119f7ec3b320.png"></media:thumbnail><summary type="html">&lt;img src=&quot;https://img4.teletype.in/files/32/9f/329f69f2-43e6-41ab-8e76-007eb6b879f6.jpeg&quot;&gt;Nesta quarta-feira a Alphabet, dona do Googl, enviou e-mail para funcionários dizendo que está acabando com a política de objetivos de admissão de minorias e que irá revisar seus programas DEI (Diversidade, Equidade e Inclusão).</summary><content type="html">
  &lt;figure id=&quot;LFG7&quot; class=&quot;m_original&quot;&gt;
    &lt;img src=&quot;https://img4.teletype.in/files/32/9f/329f69f2-43e6-41ab-8e76-007eb6b879f6.jpeg&quot; width=&quot;1280&quot; /&gt;
    &lt;figcaption&gt;Imagem de um letreiro da Google&lt;/figcaption&gt;
  &lt;/figure&gt;
  &lt;p id=&quot;0Rwn&quot;&gt;Nesta quarta-feira a Alphabet, dona do Google, enviou e-mail para funcionários dizendo que está acabando com a política de objetivos de admissão de minorias e que irá revisar seus programas DEI (Diversidade, Equidade e Inclusão).&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;Ysz4&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://www.wsj.com/tech/google-kills-diversity-hiring-targets-04433d7c&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Primeiramente reportado pelo The Wall Street Journal&lt;/a&gt;, a medida vem como uma resposta positiva à Ordem Executiva do presidente Trump que visa acabar com os departamentos de DEI do governo federal. &lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;ig5o&quot;&gt;O Google se junta a outras empresas como Meta e Amazon que estão a abandonar iniciativas DEI. Em contrapartida, a gigante dos smartphones Apple Inc., continua a defender esta política.&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;rabb&quot;&gt;&lt;em&gt;Esta é uma publicação original do Canal Armillary (t.me/armillary) no Telegram.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;Z6mF&quot;&gt;&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;URYH&quot;&gt;&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;7bvd&quot;&gt;Esta é uma publicação original do Canal Armillary (t.me/armillary) no Telegram.&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;Sn6D&quot;&gt;.Esta é uma publicação original do Canal Armillary (t.me/armillary) no Telegram.&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;5vXy&quot;&gt;sta é uma publicação original do Canal Armillary (t.me/armillary) no Telegram.&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;4qOC&quot;&gt;&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;iPCL&quot;&gt;&lt;em&gt;Esta é uma publicação original do Canal Armillary (t.me/armillary) no Telegram.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;

</content></entry><entry><id>armillary:F0Pn1OfbNx</id><link rel="alternate" type="text/html" href="https://teletype.in/@armillary/F0Pn1OfbNx?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_atom&amp;utm_campaign=armillary"></link><title>Eleições EUA: Nada está decidido!</title><published>2024-06-28T05:11:51.752Z</published><updated>2024-06-28T05:16:28.075Z</updated><summary type="html">Caro leitor, não se engane. As eleições nos EUA estão longe de chegar a um desfecho.</summary><content type="html">
  &lt;p id=&quot;wbCR&quot;&gt;Caro leitor, não se engane. As eleições nos EUA estão longe de chegar a um desfecho.&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;QkW1&quot;&gt;Com o final do debate na CNN, muitas pessoas podem concluir que Donald Trump voltará ao poder. E é isso que a grande esmagadora das pesquisas dizem, mas o cenário pode mudar muito até novembro.&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;cOLo&quot;&gt;Eu acho difícil o Comitê Nacional Democrata (DNC) abandonar Biden neste momento, mas pode ser uma carta na mesa deles, uma carta de grande risco, mas eles já assumiram esse risco jogando o presidente Joe Biden para um debate antecipado, provando-se um grande erro.&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;4htZ&quot;&gt;Ressalta-se também que ninguém consegue usar melhor a estratégia Cloward-Piven como fazem os democratas. E os tumultos podem caminhar ao lado dos interesses dos engenheiros sociais. O problema que, apesar de ser uma estratégia que se prova dia a dia ser funcional, também gera um alto risco de dissuasão e efeitos colaterais, como aconteceu no Brasil em junho de 2013.&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;jlvU&quot;&gt;Instigar o ódio a uma nação não é tão difícil, a dificuldade para obtenção de sucesso consiste em manter o ódio controlado e que ele não se volte contra você em algum momento.&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;9xBt&quot;&gt;O que levamos disso? Não podemos cravar os resultados neste momento, mas não podemos esquecer nunca que os democratas, ao contrário dos republicanos, sempre estão a trabalhar com diversos cenários e têm sempre uma carta na manga. &lt;/p&gt;

</content></entry><entry><id>armillary:_rcrhZa5nYH</id><link rel="alternate" type="text/html" href="https://teletype.in/@armillary/_rcrhZa5nYH?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_atom&amp;utm_campaign=armillary"></link><title>China aumenta poderes de Xi Jinping para combater Ocidente</title><published>2023-07-01T13:10:32.638Z</published><updated>2023-07-01T13:10:32.638Z</updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img2.teletype.in/files/9d/76/9d76fd82-2f2a-4aeb-a3bb-5dc0364ca051.png"></media:thumbnail><category term="china" label="China"></category><summary type="html">&lt;img src=&quot;https://img2.teletype.in/files/5d/5a/5d5abab9-8543-4645-9727-63f5abf917ee.jpeg&quot;&gt;A República Popular da China está introduzindo uma nova lei que aumentará os poderes do presidente Xi Jinping e defenderá os interesses de Pequim globalmente.</summary><content type="html">
  &lt;figure id=&quot;otoG&quot; class=&quot;m_original&quot;&gt;
    &lt;img src=&quot;https://img2.teletype.in/files/5d/5a/5d5abab9-8543-4645-9727-63f5abf917ee.jpeg&quot; width=&quot;1360&quot; /&gt;
  &lt;/figure&gt;
  &lt;p id=&quot;KhRz&quot;&gt;A República Popular da China está introduzindo uma nova lei que aumentará os poderes do presidente Xi Jinping e defenderá os interesses de Pequim globalmente.&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;qaI2&quot;&gt;&lt;br /&gt;A lei visa punir entidades consideradas prejudiciais aos interesses chineses, mas carece de diretrizes específicas sobre seus limites legais. Especialistas veem isso como uma demonstração da diplomacia agressiva da China e uma reação contra os EUA.&lt;br /&gt;Embora a lei entre em vigor hoje, 1º de julho, sua aplicação permanece incerta.&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;4ADg&quot;&gt;O Partido Comunista dirige a política externa da China, ressaltando o controle cada vez maior de Xi sobre o poder. A legislação significa a intenção da China de buscar ativamente seus interesses por meio de coerção e pressão, potencialmente impactando a conformidade internacional.&lt;br /&gt;No entanto, suas implicações e efeitos só ficarão claros com o tempo.&lt;/p&gt;

</content></entry><entry><id>armillary:WQoUpaFUOLQ</id><link rel="alternate" type="text/html" href="https://teletype.in/@armillary/WQoUpaFUOLQ?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_atom&amp;utm_campaign=armillary"></link><title>Talibã anuncia restauração dos direitos das mulheres</title><published>2023-06-26T13:28:37.212Z</published><updated>2023-06-26T13:36:01.354Z</updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img2.teletype.in/files/54/d9/54d9b554-5be7-41ea-9273-04d2f1151eac.png"></media:thumbnail><category term="afeganistao" label="Afeganistão"></category><summary type="html">&lt;img src=&quot;https://img1.teletype.in/files/8a/3b/8a3b6d56-e377-47a1-ac4d-b7158cd6a04c.jpeg&quot;&gt;Segundo o Governo do Afeganistão, contralado desde 2021 pelo Talibã, eles libertaram as mulheres do Afeganistão da “opressão tradicional” e as devolveram ao status de “pessoas livres”. Isso foi afirmado pelo líder supremo do Talibã Haibatullah Akhundzada por ocasião do feriado muçulmano Eid al-Adha (Eid al-Adha).</summary><content type="html">
  &lt;figure id=&quot;4l8J&quot; class=&quot;m_original&quot;&gt;
    &lt;img src=&quot;https://img1.teletype.in/files/8a/3b/8a3b6d56-e377-47a1-ac4d-b7158cd6a04c.jpeg&quot; width=&quot;2048&quot; /&gt;
  &lt;/figure&gt;
  &lt;p id=&quot;PaK7&quot;&gt;Segundo o Governo do Afeganistão, contralado desde 2021 pelo Talibã, eles libertaram as mulheres do Afeganistão da “opressão tradicional” e as devolveram ao status de “pessoas livres”. Isso foi afirmado pelo líder supremo do Talibã Haibatullah Akhundzada por ocasião do feriado muçulmano Eid al-Adha (Eid al-Adha).&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;qC3x&quot;&gt;Segundo ele, o Talibã restaurou o &amp;quot;status livre e digno das mulheres&amp;quot; e o dever de todas as instituições de garantir os direitos das mulheres ao casamento, herança e outros direitos.&lt;/p&gt;
  &lt;section style=&quot;background-color:hsl(hsl(55,  86%, var(--autocolor-background-lightness, 95%)), 85%, 85%);&quot;&gt;
    &lt;blockquote id=&quot;KFG6&quot;&gt;“Durante o governo do Emirado Islâmico, foram tomadas medidas concretas para salvar as mulheres de muitas opressões tradicionais, incluindo casamentos forçados, e seus direitos da Sharia foram protegidos. Além disso, foram tomadas as medidas necessárias para melhorar a situação das mulheres como metade da sociedade a fim de proporcionar-lhes uma vida confortável e próspera de acordo com a Sharia islâmica”, disse Akhundzada.&lt;/blockquote&gt;
  &lt;/section&gt;
  &lt;p id=&quot;RkeB&quot;&gt;O líder talibã observou que os problemas das mulheres no Afeganistão estão relacionados, entre outras coisas, com os “aspectos negativos da ocupação [americana] de 20 anos&amp;quot;. A mensagem de Akhundzada foi distribuída em cinco idiomas: árabe, dari, inglês, pashto e urdu.&lt;/p&gt;

</content></entry><entry><id>armillary:YkuguyVTTxx</id><link rel="alternate" type="text/html" href="https://teletype.in/@armillary/YkuguyVTTxx?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_atom&amp;utm_campaign=armillary"></link><title>Explorador amigo de uma das vítimas do submersível que explorava o Titanic alertou sobre precariedade do OceanGate Titan</title><published>2023-06-25T15:48:40.765Z</published><updated>2023-06-25T17:17:46.708Z</updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img2.teletype.in/files/d0/fc/d0fcf212-0daf-438d-98db-9e7c6b62fa5d.png"></media:thumbnail><summary type="html">&lt;img src=&quot;https://img4.teletype.in/files/73/43/7343f050-1f31-4b1e-ac84-b45317b4fa85.jpeg&quot;&gt;O empresário e explorador americano, Victor Vescovo, tentou desencorajar o amigo Hamish Harding, que juntos exploraram o Challenge Deeper, nas Fossas da Marianas, e estabeleceram dois recordes mundiais. </summary><content type="html">
  &lt;figure id=&quot;mNXR&quot; class=&quot;m_original&quot;&gt;
    &lt;img src=&quot;https://img4.teletype.in/files/73/43/7343f050-1f31-4b1e-ac84-b45317b4fa85.jpeg&quot; width=&quot;2560&quot; /&gt;
  &lt;/figure&gt;
  &lt;p id=&quot;Mkwm&quot;&gt;O empresário e explorador americano, Victor Vescovo, tentou desencorajar o amigo Hamish Harding, que juntos exploraram o Challenge Deeper, nas Fossas da Marianas, e estabeleceram dois recordes mundiais. &lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;3ZUc&quot;&gt;Em entrevista ao britânico The Sun Times, Vescovo disse que tentou desencorajar seu amigo de ir no OceanGate Titan:&lt;/p&gt;
  &lt;blockquote id=&quot;QkJH&quot;&gt;Eu conversei com Hamish [...] e disse a ele que ele não deveria usar aquele maldito submersível [...] Era apenas uma questão de tempo até que eles [OceanGate] matassem alguém. Mas Hamish queria muito ir para o Titanic, e essa era a sua única opção. Agora [eu me pergunto]: &amp;quot;Droga, por que não levantei um grande escândalo, deveria ter sido mais agressivo?&amp;quot;, perguntou Vescovo.&lt;/blockquote&gt;
  &lt;p id=&quot;WSaC&quot;&gt;O submersível Titan da OceanGate implodiu poucas horas depois de sua submersão, ficando desaparecido por dias até que o ROV &lt;em&gt;(Remote Operated Vehicle) “&lt;/em&gt;Odysseus” o encontrasse seus destroços. Todos os 5 integrantes foram considerados mortos. &lt;/p&gt;

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