<?xml version="1.0" encoding="utf-8" ?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:tt="http://teletype.in/" xmlns:opensearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/"><title>moppynha da silva</title><author><name>moppynha da silva</name></author><id>https://teletype.in/atom/fataltrouble</id><link rel="self" type="application/atom+xml" href="https://teletype.in/atom/fataltrouble?offset=0"></link><link rel="alternate" type="text/html" href="https://teletype.in/@fataltrouble?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_atom&amp;utm_campaign=fataltrouble"></link><link rel="next" type="application/rss+xml" href="https://teletype.in/atom/fataltrouble?offset=10"></link><link rel="search" type="application/opensearchdescription+xml" title="Teletype" href="https://teletype.in/opensearch.xml"></link><updated>2026-04-16T13:03:59.635Z</updated><entry><id>fataltrouble:MNm1zw8ORWn</id><link rel="alternate" type="text/html" href="https://teletype.in/@fataltrouble/MNm1zw8ORWn?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_atom&amp;utm_campaign=fataltrouble"></link><title>brand new image (for a week).</title><published>2025-08-22T02:04:10.045Z</published><updated>2025-08-22T02:09:09.425Z</updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img3.teletype.in/files/64/dc/64dc16cd-4173-45c4-ad24-bc6cae32de62.png"></media:thumbnail><summary type="html">A notícia de que passaria uma semana longe da própria banda a pegou desprevenida, embora fosse acompanhada de uma coisa boa. O nome Magdalena Bay surgiu na sua cabeça junto de um clarão e, inevitavelmente, Won Saebi não conseguiu conter a animação pelo que viria por aí. De primeira, pensou em ligar para o pai e passar umas boas duas horas conversando sobre a novidade com o homem, mas se conteve ao se lembrar da última - e desajustada - conversa em que haviam partilhado.</summary><content type="html">
  &lt;blockquote id=&quot;LIhS&quot;&gt;won saebi’s 3rd self-para. for spinewirehq. august 21, 2025&lt;/blockquote&gt;
  &lt;p id=&quot;8oou&quot;&gt;A notícia de que passaria uma semana longe da própria banda a pegou desprevenida, embora fosse acompanhada de uma coisa boa. O nome Magdalena Bay surgiu na sua cabeça junto de um clarão e, inevitavelmente, Won Saebi não conseguiu conter a animação pelo que viria por aí. De primeira, pensou em ligar para o pai e passar umas boas duas horas conversando sobre a novidade com o homem, mas se conteve ao se lembrar da última - e desajustada - conversa em que haviam partilhado.&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;2I28&quot;&gt;O segundo pensamento foi como tentaria de tudo para agradar o casal. Em busca daquele maldito autógrafo e a aprovação de ambos.&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;aU42&quot;&gt;Num geral, a semana foi tranquila e divertida para Saebi, mesmo que estar longe e deslocada em um gênero que só conhecia brevemente fosse assustador. Se sentia uma novata em todos os sentidos possíveis, como se o baixo que tanto amava e ela mesmo estivessem em uma terrível briga ao tentar se ajustar aos acordes de Death &amp;amp; Romance. Os mentores faziam um ótimo trabalho em consolar não somente a Saebi, mas os outro quatro artistas juntos de si que pareciam tão perdidos quanto. Haviam sido tirados de suas respectivas tocas, mas a ideia de se unirem não pareceu tão ruim assim no final. Uma amizadezinha surgiu dali e puderam se apoiar uns nos outros por aquela uma semana.&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;44Xg&quot;&gt;Talvez nada fosse justo na morte e no romance, mas algo no sentimento de ter a mente inserida por um disco os uniu. Graças à Matt e Mica.&lt;/p&gt;

</content></entry><entry><id>fataltrouble:UTIF92Z3i4u</id><link rel="alternate" type="text/html" href="https://teletype.in/@fataltrouble/UTIF92Z3i4u?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_atom&amp;utm_campaign=fataltrouble"></link><title>사라지지 않은 단 한 통의 전화.</title><published>2025-08-12T23:12:53.336Z</published><updated>2025-08-12T23:12:53.336Z</updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img2.teletype.in/files/5e/26/5e260dd4-5c0c-4ba7-851a-354e5a6d6f8e.png"></media:thumbnail><summary type="html">won saebi’s 2nd self-para. for spinewirehq. august 12, 2025</summary><content type="html">
  &lt;blockquote id=&quot;wdxv&quot;&gt;won saebi’s 2nd self-para. for spinewirehq. august 12, 2025&lt;/blockquote&gt;
  &lt;p id=&quot;EAjv&quot;&gt;O som da chamada por completar é o suficiente para que um desconforto preencha o âmago da Won, obrigando-a a movimentar as pernas e cruzar o corredor vazio do hotel.&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;RRAV&quot;&gt;Uma lista extensa de palavrões deslizava pelo cérebro enquanto tentava se recompor; chamadas de voz com o pai costumavam ser estressantes. Principalmente quando o progenitor a ignorava - o que costumava ser rotina para os Won. Não o fazia por mal, mas as circunstâncias que tornavam aquela situação tão complicada não era a das melhores. Sabia que ele se importava, mesmo que o sentimento não fosse nada palpável e por muitas noites fosse incapaz de pregar os olhos ao ser assombrada pela perspectiva de estar sozinha. Ok, tudo bem, sozinha era uma palavra um tanto pesada: tinha os seus amigos da banda, em Seoul e mais recentemente, no festival, mas nada era capaz de preencher o rombo que a ausência dos pais conseguiu fazer em seu ser.&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;sEBF&quot;&gt;Não sabia ao certo o que falaria no primeiro contato, mas não precisou pensar ao ter a ansiedade rompida pela voz grave de um homem que devia ter sido acordado há não muito tempo.&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;Vqat&quot;&gt;“…Byeongari? São três e meia da manhã…” Reclamou brevemente, mas sob o pedido de desculpas e uma voz animada para contar tudo o que vinha acontecendo, não foi capaz de se manter naquela postura por muito tempo. Mesmo que tivesse tanto medo, as ligações costumavam ser tranquilas. Riam, brincavam e se lembravam com carinho do passado, como se a mãe ainda estivesse ali. Saebi sentia a presença dela com mais frequência do que gostaria, embora não o interprete pelo lado sobrenatural. Quando dedilha o baixo, pensa nos acordes que a mulher gostava de ouvir, quando esbraveja e amassa todas as folhas de composição, não é muito diferente da mãe em suas pequenas explosões e quando se reaproxima do pai, algo na voz dele é o suficiente para que também pense nela.&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;2ujP&quot;&gt;Sempre pensa.&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;eTt1&quot;&gt;Por um momento, eles não falaram sobre shows e os perrengues que passou nas últimas semanas por causa da competição. A mente se esvaziava enquanto a única preocupação era saber todos os detalhes das aulas de carpintaria do pai. Por um momento, pôde fingir que estava tudo normal e nada fora do lugar. Fingir às vezes se fazia necessário - e não tinha vergonha disso.&lt;/p&gt;

</content></entry><entry><id>fataltrouble:zola</id><link rel="alternate" type="text/html" href="https://teletype.in/@fataltrouble/zola?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_atom&amp;utm_campaign=fataltrouble"></link><title>zhou lanhua, zola.</title><published>2025-04-22T03:50:40.327Z</published><updated>2025-06-26T15:44:34.597Z</updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img2.teletype.in/files/56/b5/56b55ecc-2a87-44cc-ad30-49b47173d711.png"></media:thumbnail><summary type="html">Tudo começou com dois adolescentes, uma música antiga e uma caminhonete antiga o suficiente para ter o seu parachoque enferrujado pendurado sob superfície vermelha do veículo. Yifei não queria amadurecer naquele fim de mundo e fazer da sua juventude ser sobre o que seus pais queriam para si — e, honestamente, Kun seguiria aquela mulher com alguns parafusos a menos na cabeça para qualquer quinto dos infernos. Não tinham dinheiro, um plano estável e sequer a certeza de que o plano daria certo, mas de alguma forma, acabaram firmando suas raízes em Shenzhen. Dez anos depois, a mulher deu a luz a primeira e única filha do casal, Lanhua.</summary><content type="html">
  &lt;p id=&quot;FS45&quot;&gt;Tudo começou com &lt;em&gt;dois adolescentes&lt;/em&gt;, uma música antiga e uma caminhonete antiga o suficiente para ter o seu parachoque enferrujado pendurado sob superfície vermelha do veículo. Yifei não queria amadurecer naquele fim de mundo e fazer da sua juventude ser sobre o que seus pais queriam para si — e, honestamente, Kun seguiria aquela mulher com alguns parafusos a menos na cabeça para qualquer quinto dos infernos. Não tinham dinheiro, um plano estável e sequer a certeza de que o plano daria certo, mas de alguma forma, acabaram firmando suas raízes em Shenzhen. Dez anos depois, a mulher deu a luz a primeira e única filha do casal, Lanhua.&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;rX4z&quot;&gt;Por muito tempo foram apenas os três e um gato barrigudo resgatado das ruas da cidade. O dinheiro era curto e Kun se virava como podia, enquanto Yifei cuidava do comércio da família. Era quase uma faz-tudo: ao mesmo tempo em que a maternidade era complicada, costurava roupas para vizinhas, consertava sapatos furados de homens pobres o suficiente para não conseguirem substituí-los com rapidez e fabricava pequenos brinquedos e outras peças de artesanato. A riqueza era um estado de ser um tanto quanto longíquo para a garotinha, mas de certa forma, tem memórias boas da sua infância ao lado dos pais.&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;dK5b&quot;&gt;Em síntese, aprendeu tudo o que sabe na vida com eles. Como se virar mesmo quando as esperanças eram praticamente nulas, a se defender de outras crianças - e adultos - e a criar coisas com as duas mãos. Conseguiu finalizar a sua primeira boneca de madeira aos seus sete anos, e daí, não conseguiu parar mais. Frequentava a escola, tinha contato com algumas crianças e foi capaz de construir amizades aos trancos e barrancos, embora a sua especialidade fosse mesmo ficar trancada na sala do velho clube de música até o anoitecer. Os dedinhos tinham uma fissura grande pelo violão gasto que nenhuma criança parecia se importar o suficiente, mas nele, via a coisa mais preciosa do mundo. Desde pequena já gostava de tudo aquilo que fosse estranho e não muito usual. &lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;ILkn&quot;&gt;As memórias da adolescência são mais turvas, embora se lembre com facilidade dos nomes e rostos daqueles responsáveis por estar na sua situação atual. Se lembra em partes do incêndio da residência que também era a oficina de trabalho da mãe, de presenciar seu pai chorando escondido mais vezes do que gostaria, de fingir acreditar que estava tudo bem enquanto, na realidade, sabia que não estava. O luto é algo que não soube bem comportar dentro de si e a ausência da mãe fez um buraco em Lanhua que ninguém e nem nada - nem mesmo as suas bonecas - foram capazes de preencher. Nos anos finais da escola, não era mais uma garota tão sorridente, já que passava mais tempo tentando ajudar na renda em casa do que ter boas notas ou pensar no futuro. &lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;4DYz&quot;&gt;O pai era o seu alicerce e quando este simplesmente desapareceu no seu aniversário de vinte anos, deixando somente uma coleção de cartas, algo indigesto em si só foi crescendo. Ele não queria ser encontrado, queria se desculpar pelo que Lanhua não se lembra, mas algo numa ilha distante parecia chamá-lo. O que soube de Nebula foi bem pouco; turistas pareciam gostar do lugar, da praia, das pessoas que ali habitavam e da sua cultura, mas nada além do que sabia sobre qualquer país que nunca havia posto os pés. A princípio, não iria atrás do homem, conformada com a ideia de que seria abandonada cedo ou tarde por qualquer pessoa que cruzasse o seu caminho. Até mesmo os brinquedos que fazia a deixavam, cedo ou tarde, em troca de dinheiro.&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;DIG9&quot;&gt;Entretanto, foi no aniversário de vinte e dois anos que decidiu passar uma temporada em Nebula. Foi um ato totalmente impensado, num ímpeto comprou as passagens e partiu de barco para a ilha coberta de névoa. Enquanto pondera se deveria mesmo buscar pelas respostas acerca do pai, tenta se ajustar como uma nova nebulense. Com o baixo gasto e as suas ferramentas, pensa que talvez, &lt;em&gt;mas só talvez&lt;/em&gt;, possa permanecer mais um pouquinho ali e se dar bem no novo ambiente.&lt;/p&gt;

</content></entry><entry><id>fataltrouble:billy</id><link rel="alternate" type="text/html" href="https://teletype.in/@fataltrouble/billy?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_atom&amp;utm_campaign=fataltrouble"></link><title>new log on billy's diary! </title><published>2025-03-18T02:43:26.989Z</published><updated>2025-03-18T20:20:16.259Z</updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img2.teletype.in/files/d2/98/d298dfb6-7fc1-4b56-a407-886b7e504f10.png"></media:thumbnail><summary type="html">billy billy poco poco</summary><content type="html">
  &lt;p id=&quot;Mu9l&quot; data-align=&quot;center&quot;&gt;&lt;strong&gt;[+] &lt;/strong&gt;gentil, organizada e responsável.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;[-] &lt;/strong&gt;imprudente, ansiosa e teimosa.&lt;/p&gt;
  &lt;blockquote id=&quot;SU32&quot;&gt;&lt;em&gt;o que te trouxe ao bairro onde mora? está aqui há quanto tempo? ou é nativo? você gosta ou preferia estar em outro lugar?&lt;/em&gt;&lt;/blockquote&gt;
  &lt;p id=&quot;pk6Q&quot;&gt;Honestamente, quando paro pra pensar, nem sei como vim parar em Jackson Heights numa idade dessas. Desde que viemos para Manhattan, os inúmeros Rhee acabaram se espalhando pela cidade como galhos de uma árvore. Meus primos chegaram há mais de quinze anos, mas só estou aqui há uns seis… sete anos? A ideia era continuar morando com a vovó, mas sair de casa foi inevitável. Atualmente divido um pequeno apartamento com outro garoto. Nos conhecemos num anúncio na internet; apesar de ser uma ideia horrorosa, no final das contas acabou dando certo. Temos até um gato de estimação compartilhado! Acho que ele gosta mais dele, &lt;em&gt;mas mesmo assim... &lt;/em&gt;Eu gosto de Jackson Heights, gosto mesmo. Acho que é um lugar que vale a pena criar raízes. &lt;/p&gt;
  &lt;blockquote id=&quot;sDqZ&quot;&gt;nos conte um pouco sobre sua relação com o presente. como você considera que está a sua vida atualmente? feliz com suas escolhas? gostaria de ter feito algo de diferente?&lt;/blockquote&gt;
  &lt;p id=&quot;6gGx&quot;&gt;Ah, diário, você sabe. Pelo menos eu acho que sabe, né... Acredito que somente se aprende vivendo, tenho vontade de trancar a faculdade todo santo dia, mas gosto de tanto do curso de História e do meu trabalho. Apesar de chegar todo santo dia extremamente cansada, eu acho que estou feliz com o ritmo atual da minha vida. As coisas não são extremamente perfeitas, me sinto insegura com o que vai ser da minha vida daqui uns anos, não sei o que fazer depois de me formar e não me sinto a garota mais competente do mundo. &lt;em&gt;Mas podia ser pior... &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
  &lt;blockquote id=&quot;kopQ&quot;&gt;e seus planos para o futuro? o que você almeja? quais são os seus objetivos?&lt;/blockquote&gt;
  &lt;p id=&quot;UrMW&quot;&gt;Acho que quero seguir um dia de cada vez, sem me pressionar muito. A ideia é ganhar dinheiro para conseguir ajudar no tratamento da minha vovó e conseguir me formar. Não gostaria tanto de voltar pra Coreia nessa altura do campeonato, sinto que tô finalmente conseguindo chegar em algum lugar...&lt;/p&gt;

</content></entry><entry><id>fataltrouble:phantomcraft</id><link rel="alternate" type="text/html" href="https://teletype.in/@fataltrouble/phantomcraft?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_atom&amp;utm_campaign=fataltrouble"></link><title>phantomcraft studios, molanhub-hq</title><published>2024-10-16T19:25:31.111Z</published><updated>2024-10-16T19:42:43.077Z</updated><summary type="html">Originária de Busan, a Phantomcraft é uma desenvolvedora de jogos que construiu o seu nome no país desde a década de 80. O que era somente um hobby de amigos que logo se tornaram sócios, acabou ganhando notoriedade lá pelos anos 2000 com o lançamento de alguns grandes clássicos do terror, como [nomy], muito parecido com o jogo Fatal Frame. Tão misteriosa quanto os seus jogos, foi uma pena quando fechou as portas em 2014, após uma crise de gestão interna. Em 2022, rumores de que a Phantomcraft se reiventaria e abriria as portas novamente correram pela cidade e após dois anos voltou a operar no solo de Busan. Possui um prédio um tanto quanto vistoso e que atrai diariamente olhares de curiosos - e principalmente, dos seus fãs fiéis.</summary><content type="html">
  &lt;blockquote id=&quot;ivD4&quot;&gt;Empresa de jogos, inspirada na Capcom, Kojima, Tecmo, Atlus&lt;/blockquote&gt;
  &lt;p id=&quot;HtKh&quot;&gt;Originária de Busan, a Phantomcraft é uma desenvolvedora de jogos que construiu o seu nome no país desde a década de 80. O que era somente um hobby de amigos que logo se tornaram sócios, acabou ganhando notoriedade lá pelos anos 2000 com o lançamento de alguns grandes clássicos do terror, como Silent Echoes, muito parecido com o jogo Fatal Frame. Tão misteriosa quanto os seus jogos, foi uma pena quando fechou as portas em 2014, após uma crise de gestão interna. Em 2022, rumores de que a Phantomcraft se reiventaria e abriria as portas novamente correram pela cidade e após dois anos voltou a operar no solo de Busan. Possui um prédio um tanto quanto vistoso e que atrai diariamente olhares de curiosos - e principalmente, dos seus fãs fiéis. &lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;zEBZ&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://imgur.com/a/3NmDWaB&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Imagens aqui!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
  &lt;p id=&quot;zo8Q&quot;&gt;Vagas &lt;em&gt;(foram algumas que pensei, mas podem trocar conforme for de interesse!)&lt;/em&gt;:&lt;/p&gt;
  &lt;ul id=&quot;C0op&quot;&gt;
    &lt;li id=&quot;SEES&quot;&gt;Desenvolvedores de jogos: &lt;/li&gt;
    &lt;li id=&quot;7QIm&quot;&gt;Desenvolvedores de software:&lt;/li&gt;
    &lt;li id=&quot;yWHX&quot;&gt;Designers de jogos: &lt;/li&gt;
    &lt;li id=&quot;ZnlT&quot;&gt;Analistas de mídias:&lt;/li&gt;
    &lt;li id=&quot;6adR&quot;&gt;Estagiários:&lt;/li&gt;
    &lt;li id=&quot;Iz95&quot;&gt;Secretário/a:&lt;/li&gt;
  &lt;/ul&gt;

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