<?xml version="1.0" encoding="utf-8" ?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:tt="http://teletype.in/" xmlns:opensearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/"><title>@johannc</title><author><name>@johannc</name></author><id>https://teletype.in/atom/johannc</id><link rel="self" type="application/atom+xml" href="https://teletype.in/atom/johannc?offset=0"></link><link rel="alternate" type="text/html" href="https://teletype.in/@johannc?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_atom&amp;utm_campaign=johannc"></link><link rel="next" type="application/rss+xml" href="https://teletype.in/atom/johannc?offset=10"></link><link rel="search" type="application/opensearchdescription+xml" title="Teletype" href="https://teletype.in/opensearch.xml"></link><updated>2026-09-20T21:52:49.909Z</updated><entry><id>johannc:003</id><link rel="alternate" type="text/html" href="https://teletype.in/@johannc/003?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_atom&amp;utm_campaign=johannc"></link><title>quinta-feira, 220421</title><published>2021-04-26T02:42:26.222Z</published><updated>2021-04-26T02:42:26.222Z</updated><summary type="html">w. awakened curse</summary><content type="html">
  &lt;blockquote data-align=&quot;right&quot;&gt;&lt;em&gt;w. awakened curse&lt;/em&gt;&lt;/blockquote&gt;
  &lt;p&gt;Em uma situação normal, provavelmente seria o primeiro a torcer o nariz para a sugestão de Miguel. Apelação, desespero, música genérica, ele mesmo já tinha repetido a ladainha um milhão de vezes: o pop era quase diametricamente oposto ao movimento punk e tudo que ele representava. Infelizmente, havia uma pedra no meio do caminho da moral de ferro de Johann Cho:&lt;/p&gt;
  &lt;p&gt;Aquele maldito ranking.&lt;/p&gt;
  &lt;p&gt;Eles tinham feito tudo certo na semana anterior; o público os acolheu de uma maneira absurda. E não é como se ele fosse um garotinho iludido, achando que eles iriam ter uma ascensão meteórica dos últimos lugares diretamente para o primeiro. Mas seria mentira dizer que não estava esperando algum tipo de ascensão: permanecer em último tinha sido um soco na cara, apenas aliviado com as mensagens de apoio e revolta do público quando a colocação fora anunciada. Eles tinham agradado, mas faltava algo. Um apelo. &lt;/p&gt;
  &lt;p&gt;Então sim, Johann admitiria para qualquer um que perguntasse, ele estava disposto a apelar para subir no ranking. Dentro de limites, é claro — ele não ia largar o punk rock para virar um idol e jogar coraçõezinhos para a plateia. Mas a ideia de adaptar músicas de cantoras pop chiclete para o estilo da banda era algo que ele estava disposto a fazer, e a fazer bem. E seria muito, muito mais fácil se o resto da banda estivesse disposta a ser mais maleável.&lt;/p&gt;
  &lt;p&gt;A maioria das reclamações alheias foi respondida com um revirar de olhos antes que o alemão falasse:&lt;strong&gt; — Não precisa esse tanto de drama. Não é como se a gente fosse tocar o arranjo original. —&lt;/strong&gt; Como que para provar seu ponto, segurou a partitura que estava ensaiando no ar como se mostrando ao resto. &lt;strong&gt;— Você acho que a Taylor Swift ia cantar isso aqui, desse jeito? —&lt;/strong&gt; A bem da verdade, ela realmente não conseguiria alcançar os grunhidos guturais que faziam parte da roupagem punk rock que a banda tinha dado aos clássicos pop. &lt;strong&gt;— Toda música que a gente estiver tocando vai ser uma música da Awakened. —&lt;/strong&gt; Terminou, incisivo, e nem estava tentando dar uma de coach; mesmo em seus momentos mais baixos, ninguém poderia acusar a Awakened Curse de não tocar com propriedade.&lt;/p&gt;
  &lt;p&gt;Como era de praxe, a conclusão veio ao fim de uma longa discussão entre os membros. Será que algum dia resolveriam as coisas de maneira mais simples? Provavelmente era pedir demais; já era o suficiente que eles conseguiram se entender dessa vez sem nenhum surto pelado no meio do mato. O conceito o agradou, e a escolha de música para o fechamento também. Nightmare era uma de suas composições favoritas da banda, realmente digna de servir de base para um setlist inteira. Apesar de todas as tensões do ensaio, terminou satisfeito: esse seria um show para ficar na memória. &lt;/p&gt;

</content></entry><entry><id>johannc:004</id><link rel="alternate" type="text/html" href="https://teletype.in/@johannc/004?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_atom&amp;utm_campaign=johannc"></link><title>quinta feira, 220421</title><published>2021-04-26T02:23:15.270Z</published><updated>2021-04-26T02:23:15.270Z</updated><summary type="html">w. kaew</summary><content type="html">
  &lt;blockquote data-align=&quot;right&quot;&gt;&lt;em&gt;w. kaew&lt;/em&gt;&lt;/blockquote&gt;
  &lt;p&gt;O ensaio da Awakened naquela quinta-feira tinha sido o mais cansativo em semanas, não apenas pelo ensaio intensivo necessário para dominar os arranjos das músicas na setlist da semana mas pelo desentendimento generalizado em relação às músicas. Seria pedir muito que, pelo menos por uma semana, eles pudessem simplesmente decidir uma setlist sem desencadear uma guerra fria entre os membros? Tudo bem que durava no máximo alguns dias mas, deus, como era exaustivo. Johann só queria tocar música, sem complicações... E como uma resposta para suas preces, apareceu Kaew.&lt;/p&gt;
  &lt;p&gt;Certo, talvez ele tivesse se divertido um pouco demais observando o pedido desajeitado da outra, fazendo um esforço para manter uma expressão completamente neutra enquanto ela gaguejava e desencontrava as palavras ao tentar explicar sem entregar, os olhos vidrados na partitura. Não era necessariamente &lt;em&gt;difícil,&lt;/em&gt; mas era fácil para ele achar isso considerando quão íntimo era das cordas. O &lt;em&gt;não sei ler &lt;/em&gt;alheio foi o que trouxe os olhos de alemão de volta ao rosto de Kaew, mas não havia superioridade ou escárnio na expressão dele. &lt;strong&gt;— Bem, se você está começando agora, é normal. Pra ler isso aqui é praticamente aprender uma outra língua. —&lt;/strong&gt; O tom era compreensivo, o indicador batendo levemente contra a partitura para indicar as notas. A explicação apressada que se seguiu enfim arrancou um sorriso de Johann, o desespero na voz da brasileira muito além do que era necessário à situação o divertindo demais para que conseguisse evitá-lo. A resposta para o pedido dela veio fácil: &lt;strong&gt;— Claro que posso ajudar.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
  &lt;p&gt;Considerando que Johann não era do tipo que saía falando sobre si, era impossível para Kaew saber que na verdade, estava ajudando ele em igual medida (ou quem até mais) que ele a estava. Existia um conforto indescritível em simplesmente &lt;em&gt;tocar,&lt;/em&gt; sem ter que se preocupar com os egos feridos e corações machucados na sala de ensaio. E era algo que ele sabia como fazer, também: crescer cercado por musicistas tinha lá suas vantagens, entre elas saber exatamente como simplificar uma partitura ao máximo para alguma emergência musical (por que sim, elas existem, você ficaria surpreso). E Kaew era uma aluna interessada, também, deixando Johann positivamente de bom humor depois da tensão do ensaio da própria banda. &lt;/p&gt;
  &lt;p&gt;Ao fim da sessão, não só a partitura trazida por ela estava lotada de anotações e rabiscos, como o próprio Johann tinha pelo menos três folhas cheias de maneiras e macetes para facilitar a apresentação. Ela certamente não viraria um Jimmy Hendrix em apenas um dia, mas certamente pareceria com ele ao tocar essa música específica. Existia uma certa satisfação, uma sensação de dever cumprido em vê-la saindo tão mais confiante do que estava quando chegou até ele.&lt;/p&gt;
  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;— Quando eu tiver uma emergência de sintetizador pode ter certeza que você é a primeira pessoa que eu vou chamar. —&lt;/strong&gt; Brincou, apesar de que pensando bem usar &lt;em&gt;synths&lt;/em&gt; em um arranjo de punk poderia ser realmente inovador... O abraço alheio o pegou um pouco de surpresa, tão acostumado que é com a típica frieza europeia, mas logo corresponde. &lt;strong&gt;— Ah, isso com certeza. Vou estar de olho em você amanhã, hein? Não vá me decepcionar! — &lt;/strong&gt;Exigiu, apesar de a pose de professor mandão não durar nem três segundos antes de rir da própria brincadeira; sabia muito bem que ela não iria.&lt;/p&gt;

</content></entry><entry><id>johannc:002</id><link rel="alternate" type="text/html" href="https://teletype.in/@johannc/002?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_atom&amp;utm_campaign=johannc"></link><title>noite de sexta-feira, 160421</title><published>2021-04-19T02:56:10.169Z</published><updated>2021-04-19T03:06:08.525Z</updated><summary type="html">self-para</summary><content type="html">
  &lt;blockquote data-align=&quot;right&quot;&gt;&lt;em&gt;self-para&lt;/em&gt;&lt;/blockquote&gt;
  &lt;p&gt;A adrenalina pós-show fazia os dedos formigarem e as mãos ficarem pegajosas de suor, muito diferente da sensação morna que seguiu as apresentações das semanas anteriores. A Awakened Curse estava oficialmente de volta, depois de tantas semanas ruins, e o tecladista estava tão elétrico que poderia dar um choque em quem o encostasse. Figurativamente, claro — seu cabelo estava suado demais para criar qualquer estática relevante, puxado para trás de um jeito qualquer para não grudar na testa.&lt;/p&gt;
  &lt;p&gt;Não se poderia dizer que esconder-se em algum lugar mais reservado foi a primeira coisa que fez, por que a primeira coisa que fez foi uma rodinha com o resto da banda com todos gritando enlouquecidos, como qualquer banda que se preze. Foi o que ele fez logo em seguida, no entanto, segurando o celular com duas mãos só pra ter certeza de que ele não ia cair de suas mãos por que ele estava muito louco e procurando um contato específico: criatura abominável, apelido carinhoso para a irmã mais velha também conhecida como Clara. Foi atendido um ou dois toques depois, mas a outra não teve nem chance de falar algo antes que a voz de Johann começasse a ladainha: &lt;/p&gt;
  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;— Você viu o show? Se você não tiver visto eu vou te matar, eu te falei o horário e- &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;— Eu assisti o show, seu trouxa. —&lt;/strong&gt;Interrompeu, o divertimento óbvio na voz com o estado do irmão. &lt;/p&gt;
  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;— E aí? —&lt;/strong&gt; A expectativa era clara (com o perdão do trocadilho), tanto que o outro lado da linha ficou em silêncio pelos segundos mais longos da vida de Johann. Era uma máxima na familia do pianista que ele estava perdendo tempo com essa coisa toda de punk rock, tempo precioso que poderia estar sendo investido em uma carreira de verdade fazendo música de verdade. &lt;strong&gt;— Meu deus garota, fala logo, eu vou morrer aqui e você vai ficar sem irmão! — &lt;/strong&gt;Uma risada e um &amp;quot;hmmm&amp;quot; pensativo do outro lado da linha. &lt;/p&gt;
  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;— Vocês não foram mal. Certamente fizeram muito barulho. Estou quase orgulhosa. —&lt;/strong&gt; Concedeu, arrancando um sorriso do irmão em Jeju. Veja bem, na língua da família Cho, isso era quase como dar uma medalha de ouro em uma cerimônia. Clara não era exatamente uma apoiadora de suas escolhas de vida, mas era a mais mente aberta em relação à elas. Mas se continuasse assim talvez, e apenas talvez, conseguisse convencer os pais a assistí-lo.&lt;/p&gt;
  &lt;p&gt;E a se orgulhar dele, eventualmente. &lt;/p&gt;

</content></entry><entry><id>johannc:001</id><link rel="alternate" type="text/html" href="https://teletype.in/@johannc/001?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_atom&amp;utm_campaign=johannc"></link><title>madrugada de quarta, 140421.</title><published>2021-04-19T01:30:19.399Z</published><updated>2021-04-19T03:06:38.698Z</updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://teletype.in/files/38/fd/38fd98d4-c797-44bb-b5c4-99e788ae0b53.png"></media:thumbnail><summary type="html">w. awakened curse</summary><content type="html">
  &lt;blockquote data-align=&quot;right&quot;&gt;&lt;em&gt;w. awakened curse&lt;/em&gt;&lt;/blockquote&gt;
  &lt;p&gt;Johann estava sob a impressão de ter se preparado para aquilo, copiosas horas de assistir &lt;em&gt;À prova de tudo&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Largados e Pelados&lt;/em&gt;, além de tutoriais de sobrevivência na selva, o deixaram confiante o suficiente para aderir à ideia de CJ. Era pouco convencional (talvez) e completamente imbecil (com certeza), mas essa era a definição da maior parte das coisas que a Awakened Curse fazia, não é mesmo? E por algumas horas, de fato parecia tudo bem: os membros estavam reunidos em volta da fogueira — feita por ele mesmo, apesar de o fato de ter um isqueiro ter ajudado bastante —, jogando conversa fora, e tudo parecia tão absolutamente banal. Talvez até demais, em retrospecto; a coisa sobre a calma antes da tempestade e tudo mais.&lt;/p&gt;
  &lt;p&gt;E a tempestade veio, tal como no ditado.&lt;/p&gt;
  &lt;p&gt;A atmosfera em volta da fogueira mudou rápido o suficiente para causar &lt;em&gt;whiplash&lt;/em&gt;; em um segundo eles estavam conversando sobre bobagens e assando marshmallows espetados em gravetos, e no outro CJ estava tendo, honestamente, um surto bem na frente deles. Apesar das palavras duras e acusações do baixista, a expressão do alemão era de uma impassibilidade que parecia quase deslocada, ainda mais observando as alheias, que iam do confuso até o quase temeroso com o rompante de Juwon. O tecladista estava mais preocupado em entender de onde tinha saído aquilo, do que em registrar as palavras do outro&lt;/p&gt;
  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;u&gt;&amp;quot;A gente ‘tá fodendo tudo que o Dongwook construiu&amp;quot;&lt;/u&gt;&lt;/em&gt;. Ah, lá estava, a peça chave. Aquilo não era tanto sobre a música, quanto era sobre &lt;em&gt;ele,&lt;/em&gt; o elefante na sala, cuja menção do nome foi o suficiente para tirar Cloud dos eixos e fazê-lo entrar na briga. E ele ouviu, ouviu, ouviu, até não conseguir conter a própria opinião. &lt;strong&gt;— É claro que a gente tá fazendo algo que não tá dando certo aqui, mas é muito fácil colocar tudo na conta do Dongwook. Essa é a ideia de vocês de respeitar a memória dele, colocando o nome do cara em picuinha? Como se fosse um bando de pirralho que não consegue atravessar a rua sem pegar na mão dele? — &lt;/strong&gt;A voz deixou os lábios muito mais alterada do que tinha planejado, mas já era tarde demais para calar a boca. &lt;strong&gt;— Todo mundo aqui é adulto, se as coisas tão dando errado a culpa é &lt;em&gt;nossa.&lt;/em&gt; Já deu de ficar pagando de viúva, porra, já fazem dois anos!    &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
  &lt;p&gt;Uma colocação insensível, talvez, mas factual aos olhos de Johann. E depois de uma dessa, não foi surpresa nenhuma que a briga degringolou ao ponto do &amp;quot;que se foda essa merda&amp;quot; de CJ ser respondido por Johann com um revirar de olhos e um sonoro &lt;strong&gt;— Ah, então é assim que você quer resolver, muito maduro! —&lt;/strong&gt;, soando ele mesmo muito pouco maduro antes de dar as costas e ir para nenhum lugar em específico, os olhos voltados para o chão procurando gravetos para colocar na fogueira enquanto caminhava. Ocupar a mente com algo produtivo deixava as coisas mais claras do que ficar esperando uma resposta cair do céu, pelo menos para ele.&lt;/p&gt;
  &lt;p&gt;Talvez Cloud estivesse certo, e aquilo tudo tinha sido um erro. Será que eles ainda não estavam prontos pra tocar juntos de novo? Será que algum dia estariam, na ausência de Dongwook? Se fosse, era sua culpa. Ele era um dos que juntou a banda de novo, e talvez, apenas talvez, tenha sido injusto. A morte de Dongwook foi dolorosa, mais do que qualquer coisa que já tinha sentido antes, mas para Johann, já estava no passado. Os primeiros meses após a perda do vocalista eram um borrão, mas o alemão conseguia se lembrar claramente de não estar sozinho. Quando tudo deu errado, ele tinha uma família para a qual voltar, pessoas em quem se apoiar, um caminho em frente que poderia distanciá-lo para sempre da tragédia... E que ele negou, de propósito, quando chamou o resto da Awakened Curse para aquela fatídica reunião. Sentia que estava curado o suficiente para voltar, mas e os outros? Conhecia o suficiente de cada um para saber que nem todos os membros tinham a mesma sorte que ele de ter alguma coisa, &lt;em&gt;qualquer coisa&lt;/em&gt;, além da banda. Talvez tenha sido apressado reuni-los, mas bem, eles estavam ali agora. Não tinha outra escolha além de fazer funcionar&lt;/p&gt;
  &lt;p&gt;Não demorou muito para que Johann voltasse, os braços segurando um monte de gravetos, para a fogueira. O alemão soltou um suspiro ao não ver nem sinal de Cloud e CJ, se concentrando na fogueira na ausência dos companheiros de banda, esperando-os com a inquietação de quem precisava falar algo para alguém: &lt;em&gt;sinto muito por ter falado tanta merda&lt;/em&gt;. Mas com a volta deles, não precisou falar nada; um abraço entre todos foi o suficiente, um acordo silencioso de que as coisas seriam diferentes dali pra frente. Mesmo em meio ao chororô e à lama, Johann deixou escapar um sorriso. Talvez a ideia de CJ não tivesse sido tão ruim assim.&lt;/p&gt;

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