<?xml version="1.0" encoding="utf-8" ?><rss version="2.0" xmlns:tt="http://teletype.in/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"><channel><title>Samej Spenser</title><generator>teletype.in</generator><description><![CDATA[Artigos, textos e demais conteúdos diversos criados e/ou pensados por mim, ou que eu tenha gostado/editado.]]></description><image><url>https://img1.teletype.in/files/89/53/895323b5-bb34-4ef6-9e12-cd17c36cf131.png</url><title>Samej Spenser</title><link>https://teletype.in/@samej</link></image><link>https://teletype.in/@samej?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_rss&amp;utm_campaign=samej</link><atom:link rel="self" type="application/rss+xml" href="https://teletype.in/rss/samej?offset=0"></atom:link><atom:link rel="next" type="application/rss+xml" href="https://teletype.in/rss/samej?offset=10"></atom:link><atom:link rel="search" type="application/opensearchdescription+xml" title="Teletype" href="https://teletype.in/opensearch.xml"></atom:link><pubDate>Thu, 23 Apr 2026 18:03:59 GMT</pubDate><lastBuildDate>Thu, 23 Apr 2026 18:03:59 GMT</lastBuildDate><item><guid isPermaLink="true">https://teletype.in/@samej/pix</guid><link>https://teletype.in/@samej/pix?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_rss&amp;utm_campaign=samej</link><comments>https://teletype.in/@samej/pix?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_rss&amp;utm_campaign=samej#comments</comments><dc:creator>samej</dc:creator><title>Pague-me um Café</title><pubDate>Tue, 31 Oct 2023 02:00:55 GMT</pubDate><category>Blog</category><description><![CDATA[<img src="https://i.imgur.com/WjhaGS8.jpg"></img>Demonstre sua gratidão pagando-me um café! 😉]]></description><content:encoded><![CDATA[
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  <p id="4BLz"></p>
  <figure id="Qw5P" class="m_original" data-caption-align="center">
    <img src="https://i.imgur.com/WjhaGS8.jpg" width="469" />
    <figcaption>Se preferir, aqui tem o código “Copia e Cola”: <br /><code>00020126780014br.gov.bcb.pix0136c153ebca-50c2-4b0a-a5ab-a4f86b36669b0216Pague-me um cafe5204000053039865802BR5922Michael Dos Reis Souza6009Sao Paulo62070503***63045DCF</code></figcaption>
  </figure>
  <p id="BQBJ"></p>
  <p id="Lp9p"></p>
  <p id="Zx2g">Grande e forte abraço!<br /> <strong><a href="https://linktr.ee/samej" target="_blank">Samej Spenser</a></strong></p>

]]></content:encoded></item><item><guid isPermaLink="true">https://teletype.in/@samej/resiliencia</guid><link>https://teletype.in/@samej/resiliencia?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_rss&amp;utm_campaign=samej</link><comments>https://teletype.in/@samej/resiliencia?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_rss&amp;utm_campaign=samej#comments</comments><dc:creator>samej</dc:creator><title>Resiliência</title><pubDate>Thu, 18 May 2023 03:06:21 GMT</pubDate><media:content medium="image" url="https://img1.teletype.in/files/45/6b/456b54b2-c8ec-4eb0-8632-cdc31d9ba428.png"></media:content><category>Hipnoterapia</category><tt:hashtag>hipnoterapia</tt:hashtag><tt:hashtag>resiliencia</tt:hashtag><tt:hashtag>resiliente</tt:hashtag><tt:hashtag>fluidez</tt:hashtag><tt:hashtag>velho_indio</tt:hashtag><tt:hashtag>adversidades</tt:hashtag><description><![CDATA[<img src="https://te.legra.ph/file/16598af8142a0d3522ea5.jpg"></img>Creio que seja do conhecimento de todos que chegaram até aqui que sou hipnoterapeuta e que faço atendimentos online desde 2018.]]></description><content:encoded><![CDATA[
  <p id="Resiliência">Creio que seja do conhecimento de todos que chegaram até aqui que sou hipnoterapeuta e que faço <a href="https://teletype.in/@samej/hipnoterapia-online" target="_blank">atendimentos online</a> desde 2018.</p>
  <p id="Mv4d">Esta semana, atendi um cliente e utilizei uma técnica chamada <em>“<a href="https://valdecycarneiro.com.br/resiliencia/" target="_blank">Centramento Resiliente</a>”</em>, que aprendi com o amigo Valdecy Carneiro, psicólogo e presidente da SIAH — Sociedade InterAmericana de Hipnose. E como sempre, me coloquei à disposição para sanar qualquer dúvida referente ao que trabalhamos na sessão.</p>
  <p id="PA9D">Dias depois esse cliente entrou em contato solicitando um roteiro sobre resiliência e, para atendê-lo, decidi criar uma história que acredito ser uma boa analogia em relação à resiliência que todos podemos exercitar em nossas vidas.</p>
  <p id="Qxd9">Segue aí abaixo a história, espero que você goste de lê-la! 😉</p>
  <p id="GL1t"></p>
  <hr />
  <h3 id="A-Jornada-do-Grande-Rio" data-align="center">A Jornada do Grande Rio</h3>
  <p id="iwP0"></p>
  <figure id="xs68" class="m_original" data-caption-align="center">
    <img src="https://te.legra.ph/file/16598af8142a0d3522ea5.jpg" width="512" />
    <figcaption>© Imagem criada com IA.</figcaption>
  </figure>
  <p id="fKZn"></p>
  <p id="DZw1">Havia um velho e sábio chefe indígena, que possuía uma profunda sabedoria sobre a vida e a natureza. Ele estava sentado junto a seu pequeno neto, observando as águas serenas de um grande rio que corria próximo à aldeia. Seu neto era curioso e cheio de perguntas, então o velho indígena decidiu ensinar ao neto uma importante lição sobre resiliência e superação.</p>
  <p id="8JEZ">— Meu neto, você sabe por que o rio é tão importante para nós?</p>
  <p id="34p7">— Porque ele nos dá água, peixes e transporte, vovô.</p>
  <p id="rxei">— Sim, isso mesmo. Mas o rio também tem uma lição para nos ensinar sobre a vida. Você quer saber qual é?</p>
  <p id="Lk2L">— Claro que sim, vovô. Conte-me.</p>
  <p id="mKw3">— Bem, o rio nasce de uma pequena fonte nas montanhas. Ele é frágil e vulnerável, mas tem um grande sonho: chegar até o mar.</p>
  <p id="m3o1">— O mar? O que é o mar, vovô?</p>
  <p id="uvH8">— O mar é o lugar onde todas as águas se encontram. É o destino final do rio. Mas para chegar lá, o rio precisa enfrentar muitos obstáculos e desafios.</p>
  <p id="ooMH">O neto estava cada vez mais interessado na história.</p>
  <p id="kWuV">— Que tipo de obstáculos e desafios, vovô?</p>
  <p id="4jkD">— Por exemplo, o rio pode encontrar pedras e rochas que bloqueiam seu caminho. O que você acha que ele faz nesse caso?</p>
  <p id="PBx7">— Ele tenta empurrar as pedras e rochas?</p>
  <p id="aycc">— Não, meu neto. Isso seria inútil e cansativo. O rio é sábio e sabe que a água é amorfa, ou seja, pode mudar de forma. Então ele se adapta e contorna as pedras e rochas, sem perder sua força e velocidade.</p>
  <p id="gio6">— Ah, entendi. E se ele encontrar uma cachoeira?</p>
  <p id="2e9c">— Uma cachoeira é uma queda d&#x27;água que pode parecer assustadora e perigosa. Mas o rio não tem medo. Ele sabe que a água é flexível e pode se moldar a qualquer superfície. Então ele se lança na cachoeira com coragem e confiança, aproveitando a aventura e a beleza do momento.</p>
  <p id="WAKL">— Uau, isso é incrível!</p>
  <p id="1vta">— Sim, meu neto. E se ele encontrar um lago?</p>
  <p id="S6Ro">— Um lago? O que é um lago, vovô?</p>
  <p id="Ndwm">— Um lago é uma grande extensão de água parada e calma. Pode parecer um lugar bom para descansar e relaxar. Mas o rio não se deixa enganar. Ele sabe que a água é dinâmica e precisa estar em movimento constante. Então ele não se demora no lago e procura uma saída para continuar seu caminho.</p>
  <p id="Evle">— E se ele encontrar um deserto?</p>
  <p id="edpb">— Um deserto é um lugar seco e quente, onde não há vida nem vegetação. Pode parecer um lugar impossível de atravessar. Mas o rio não desiste. Ele sabe que a água é persistente e pode superar qualquer dificuldade. Então ele se transforma em vapor e sobe para as nuvens, esperando uma oportunidade de voltar a cair como chuva em outro lugar.</p>
  <p id="mhtt">— Nossa, vovô! O rio é muito inteligente e corajoso!</p>
  <p id="tnVe">— Sim, meu neto. E após passar por todos esses obstáculos e desafios, o rio finalmente chega ao mar. Ele se sente feliz e realizado por ter cumprido seu sonho. Ele se junta às outras águas e se torna parte de algo maior do que ele mesmo.</p>
  <p id="Fv6H">O neto olhava atentamente para o rio e perguntou:</p>
  <p id="hBt5">— E qual é a lição que o rio nos ensina, vovô?</p>
  <p id="Kfum">— A lição é que a vida é como um rio, meu neto. Ela tem altos e baixos, curvas e retas, alegrias e tristezas. Mas nós podemos ser como a água: amorfa, flexível, dinâmica e persistente. Podemos nos adaptar às mudanças, enfrentar os problemas, aproveitar as oportunidades e perseguir nossos sonhos. Podemos ser resilientes diante das adversidades que a vida nos apresenta. Ser resiliente significa encontrar forças dentro de si mesmo para superar essas dificuldades e continuar seguindo em frente.</p>
  <p id="O085">— Obrigado por me contar essa história, vovô. Aprendi muito com ela.</p>
  <p id="tSNa">— De nada, meu neto. Espero que você sempre lembre dela quando precisar de força e inspiração.</p>
  <p id="PIkN">— Obrigado, vovô. Agora entendo a importância da resiliência. Vou me lembrar dessa lição sempre!</p>
  <p id="2lUJ">O avô abraçou o neto carinhosamente, sabendo que a semente da resiliência havia sido plantada em seu coração. Juntos, eles continuaram a observar o rio, compreendendo que, assim como ele, poderiam enfrentar os desafios da vida com coragem e perseverança.</p>
  <p id="ZvRp"></p>
  <hr />
  <p id="n2KO"></p>
  <p id="tags"><strong>tags:</strong></p>
  <tt-tags id="VUJQ">
    <tt-tag name="hipnoterapia">#hipnoterapia</tt-tag>
    <tt-tag name="resiliencia">#resiliencia</tt-tag>
    <tt-tag name="resiliente">#resiliente</tt-tag>
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    <tt-tag name="adversidades">#adversidades</tt-tag>
  </tt-tags>

]]></content:encoded></item><item><guid isPermaLink="true">https://teletype.in/@samej/cartas</guid><link>https://teletype.in/@samej/cartas?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_rss&amp;utm_campaign=samej</link><comments>https://teletype.in/@samej/cartas?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_rss&amp;utm_campaign=samej#comments</comments><dc:creator>samej</dc:creator><title>Correspondência Divina</title><pubDate>Thu, 16 Mar 2023 18:31:27 GMT</pubDate><media:content medium="image" url="https://img2.teletype.in/files/57/07/570769a2-fff9-40cb-947c-49d4a0d4615c.png"></media:content><category>Devocionais</category><description><![CDATA[<img src="https://telegra.ph/file/f209e934cc62428eeae5d.jpg"></img>O texto abaixo foi enviado inicialmente como uma mensagem no grupo Fluindo o Reino lá no Telegram, (como resposta à mensagem do Pr. Reis, que reproduzo aí abaixo) e achei interessante postá-lo aqui no blog.]]></description><content:encoded><![CDATA[
  <p id="y8cO">O texto abaixo foi enviado inicialmente como uma mensagem no grupo <a href="https://t.me/FluindoOReino/4112" target="_blank">Fluindo o Reino</a> lá no Telegram, (como resposta à mensagem do Pr. Reis, que reproduzo aí abaixo) e achei interessante postá-lo aqui no blog.</p>
  <p id="y4xP"></p>
  <figure id="R283" class="m_original">
    <img src="https://telegra.ph/file/f209e934cc62428eeae5d.jpg" width="530" />
  </figure>
  <p id="W8Tz">Boa leitura! 😉</p>
  <p id="ig0w"></p>
  <hr />
  <figure id="OGSx" class="m_column" data-caption-align="center">
    <img src="http://4.bp.blogspot.com/_DTdWA-GQ-gw/TJfB4u4Yq3I/AAAAAAAAAxo/BerzQzA8GGs/s400/Letters+to+God.jpg" width="400" />
    <figcaption>© <a href="http://ccbreview.blogspot.com/2010/09/letters-to-god.html" target="_blank">Letters to God</a></figcaption>
  </figure>
  <p id="OE1v"></p>
  <p id="agKj">Pois é… esses dias eu estava pensando sobre isso e me veio uma analogia à mente. Não sei quantos de vocês aqui são desta época, <s>creio que a irmã LILY e eu estejamos na mesma faixa etária, então é capaz que ela se lembre (assim como eu me lembro) de como é receber uma carta (sim, daquelas enviadas pelo correio) de alguém que mora longe</s>.</p>
  <p id="58gs">Lembro-me de esperar dias, às vezes, semanas para receber uma carta de um tio que mora no Rio de Janeiro.</p>
  <p id="QgF4">Tendo isso em mente, o pensamento que me veio à mente esses dias foi o seguinte: como você (sim, você que está lendo esta mensagem) se sentiria se o seu ator, cantor, artista preferido (ou alguma personalidade que você admira profundamente) enviasse uma carta para você lhe contando histórias sobre sua vida, seus planos e desejos e, LITERALMENTE, interessado em conhecer mais de você… de estreitar laços e criar um relacionamento fiel e permanente contigo…</p>
  <p id="O5H9">Particularmente falando, eu ficaria extasiado, ansioso para ler e conhecer mais sobre meu correspondente e para contar mais sobre mim para ele. Ficaria ansioso para ter a oportunidade de encontrá-lo, de dar um abraço nele, de ficar o maior tempo possível em sua presença para desfrutar de sua companhia.</p>
  <p id="mkhV">Pois bem, se você (leitor(a)) ficaria ansioso assim como eu por manter contato e se comunicar com outro ser humano, tão mortal e sujeito às mesmas agruras que você e eu, imagine agora como se sentiria se O CRIADOR do Universo, O CRIADOR de tudo o que existe escrevesse uma carta para você lhe contando tudo o que Ele fez e faz, fazendo-Se conhecer e querendo que você (leitor(a)) O conheça e tenha um relacionamento com Ele…</p>
  <p id="abhQ">Pois foi exatamente isso que nosso Deus fez: Ele redigiu uma enorme carta (que levou mais de 1500 anos para ser redigida) explicando em pormenores tudo o que Ele fez (e pode fazer), demonstrando Sua justiça, Sua Graça, Sua misericórdia e Seu inigualável amor por mim e por você! Tudo o que Ele quer é que você (e eu) O conheçamos cada dia mais, que nos relacionemos com Ele, que nos comuniquemos e nos correspondamos com Ele, e o melhor meio de conhecê-Lo é através da oração, da leitura (<em>e releitura</em>) de Suas Palavras em Sua carta: a Bíblia!</p>
  <p id="qB0q">Meu desejo é que a cada dia tenhamos mais e mais fome da Palavra de Deus, que tenhamos sede da Palavra de Deus, mas não a fome e sede que temos por termos feito um jejum de 12 horas, mas aquela fome de alguém que está prestes a morrer de fome e sede, como quem depende única e exclusivamente daquele alimento e daquela água <strong>para permanecer vivo</strong>, o que, na verdade, <em>é o que realmente precisamos</em>!</p>
  <p id="qucn"></p>
  <section style="background-color:hsl(hsl(199, 50%, var(--autocolor-background-lightness, 95%)), 85%, 85%);">
    <p id="rkkX">Oremos para que o Espírito Santo desperte em nós esse sentimento, essa fome, essa sede e esse tipo de ansiedade por conhecer mais o nosso Deus! 😉</p>
  </section>
  <p id="7JeQ"></p>
  <p id="L6nP">Graça e Paz, e que Deus os abençoe! 🙏</p>

]]></content:encoded></item><item><guid isPermaLink="true">https://teletype.in/@samej/palavrinhas-3</guid><link>https://teletype.in/@samej/palavrinhas-3?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_rss&amp;utm_campaign=samej</link><comments>https://teletype.in/@samej/palavrinhas-3?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_rss&amp;utm_campaign=samej#comments</comments><dc:creator>samej</dc:creator><title>Palavrinhas que nos sabotam no dia a dia — Parte 3</title><pubDate>Tue, 06 Sep 2022 02:12:53 GMT</pubDate><media:content medium="image" url="https://img2.teletype.in/files/52/19/5219e47c-b873-472c-90fa-ab12bd475a30.png"></media:content><category>Blog</category><description><![CDATA[<img src="https://miro.medium.com/max/1400/0*0df3bADgJz0ZEpb5.jpg"></img>Por Julyver Modesto de Araujo]]></description><content:encoded><![CDATA[
  <p id="1o5P"><em>Por Julyver Modesto de Araujo</em></p>
  <p id="9oEP">      </p>
  <figure id="CYzN" class="m_column" data-caption-align="center">
    <img src="https://miro.medium.com/max/1400/0*0df3bADgJz0ZEpb5.jpg" width="929" />
    <figcaption>Google Imagens</figcaption>
  </figure>
  <p id="1J8D">    </p>
  <hr />
  <p id="Tu5J">    </p>
  <h2 id="b406">Introdução</h2>
  <p id="1092">E chegamos agora à terceira parte desta série de textos sobre as palavrinhas que nos sabotam no dia a dia.</p>
  <p id="efc2">Na <a href="https://teletype.in/@samej/palavrinhas-1" target="_blank">primeira parte</a> desta série, tratamos das palavras “<strong>MAS”</strong>, “<strong>NÃO”</strong> e “<strong>TENTAR”</strong>; na <a href="https://teletype.in/@samej/palavrinhas-2" target="_blank">segunda parte</a>, falamos sobre os conjuntos <strong>NUNCA/SEMPRE</strong> e <strong>TENHO/PRECISO</strong>.</p>
  <p id="f278">Agora, — encerrando a série —, nesta terceira parte, vamos discorrer sobre as condicionais que costumam nos sabotar nos planejamentos e decisões futuras.</p>
  <p id="RfwY">     </p>
  <h2 id="cb39">Conjunções “SE” e “QUANDO”</h2>
  <blockquote id="0sM4"><em>E <strong>SE</strong> você mudasse o jeito de falar? Como </em>SERIA<em>?</em></blockquote>
  <p id="e357">Perceba a diferença da frase acima, para a seguinte:</p>
  <blockquote id="74xI"><em>“E <strong>QUANDO</strong> você mudar o jeito de falar? Como </em>SERÁ<em>?”</em></blockquote>
  <p id="7738">Quais foram os impactos internos que sentiu, ao ler estas duas formas de comunicação? Qual delas foi mais assertiva e confiante de que tal evento, realmente, ocorrerá?</p>
  <p id="df80">Toda vez que usamos o “SE”, nos termos da frase acima, estamos diante de uma <a href="http://brasilescola.uol.com.br/gramatica/conjuncoes-subordinativas.htm" target="_blank">conjunção subordinativa CONDICIONAL</a>, que representa algo que pode OU NÃO acontecer, ou seja, nem mesmo ACREDITAMOS na CERTEZA de sua ocorrência.</p>
  <blockquote id="3NU9"><em>“SE eu passasse de ano…”<br />“SE eu conseguisse um emprego…”<br />“SE sobrasse dinheiro…”<br />“SE eu me casasse…”</em></blockquote>
  <p id="63a9">Não é por acaso que o “<a href="https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/condicional--futuro-do-preterito/6915" target="_blank">futuro do pretérito</a>”, que normalmente acompanha as orações exemplificadas, constitui uma conjugação verbal também denominada de CONDICIONAL.</p>
  <p id="6c20">Assim, quando usamos o verbo no infinitivo + o sufixo “ia”, estamos querendo dizer de algo que PODE acontecer (OU NÃO), a depender da condição que apresentamos.</p>
  <blockquote id="C05W"><em>“SE eu passasse de ano, eu faria Faculdade ano que vem”<br />“SE eu conseguisse um emprego, eu compraria um carro novo”<br />“SE sobrasse dinheiro, eu teria condições de viajar”<br />“SE eu me casasse, eu seria mais feliz”</em></blockquote>
  <p id="a67d">Uma simples mudança no jeito de falar (e, — principalmente —, de pensar) pode resultar em MAIS conquistas e realizações.</p>
  <p id="b467">EXPERIMENTE trocar o “SE” pelo “QUANDO”, que pressupõe a ocorrência certa do que se pretende; da mesma forma, conjugue o verbo no futuro, como algo que VAI acontecer:</p>
  <blockquote id="nnTc"><em>“QUANDO eu passar de ano, eu farei Faculdade ano que vem”<br />“QUANDO eu conseguir um emprego, eu comprarei um carro novo”<br />“QUANDO sobrar dinheiro, eu terei condições de viajar”<br />“QUANDO eu me casar, eu serei mais feliz”</em></blockquote>
  <p id="56wl">    </p>
  <hr />
  <p id="5gte"></p>
  <p id="Fbge">    </p>
  <section style="background-color:hsl(hsl(199, 50%, var(--autocolor-background-lightness, 95%)), 85%, 85%);">
    <p id="NMQn" data-align="center"><strong>SE você esquecesse destas palavrinhas que nos sabotam, SERIA muito prejudicial para seu desenvolvimento; mas tenho certeza que QUANDO precisar, você VAI se lembrar!!! 😉</strong></p>
  </section>
  <p id="fADu"></p>
  <h2 id="6f7c">Conclusão</h2>
  <p id="f773">Nesta série, <a href="http://t.me/Julyver" target="_blank">Julyver Modesto</a> e eu, <a href="https://teletype.in/@samej/sobre" target="_blank">Samej Spenser</a>, fizemos questão de expor algumas palavrinhas que, devido ao (mau) hábito em utilizá-las, podem nos sabotar sem o nosso conhecimento consciente, gerando frustrações, decepções e/ou desânimo. E nosso objetivo aqui, foi justamente trazer ao seu conhecimento que, através de mudanças simples no seu palavreado, no seu modo de pensar, você mesmo pode deixar de se autossabotar e obter resultados mais promissores.</p>
  <p id="42b4">Apenas ler o conteúdo exposto nessa série, concordar com o que expusemos, não vai trazer melhores resultados para você. É preciso uma mudança consciente; é preciso que você se corrija, verbal ou mentalmente, cada vez que perceber-se utilizando estas palavras no seu dia a dia, e quando você menos esperar, o hábito já terá se encarregado de automatizar a utilização das palavras mais adequadas nas diversas ocasiões diárias e, sem sombra de dúvida, você estará colhendo resultados mais satisfatórios do que os que colheu até este momento.</p>
  <p id="950c">Vale mencionar que tanto o <a href="http://t.me/Julyver" target="_blank">Julyver</a> como eu, <a href="http://t.me/SamejSpenser" target="_blank">Samej</a>, ficaremos extremamente satisfeitos com comentários, e-mails, mensagens e demais feedbacks sobre a utilização destas palavras e dos resultados obtidos. 😉</p>
  <p id="nwHo">    </p>
  <hr />
  <p id="Br9A"></p>
  <p id="4yBb">    </p>
  <p id="666a">Receba novidades e notícias sobre a hipnose em primeira mão diretamente no seu celular. Entre para o Canal “<a href="https://t.me/HPnews" target="_blank">HP News | Hipnose Prática</a>” no Telegram:</p>
  <figure id="8K04" class="m_column" data-caption-align="center">
    <img src="https://miro.medium.com/max/1400/1*1JSeKOqbJ7_DL0YM3Ti2uQ.png" width="1400" />
    <figcaption>Canal “<a href="https://t.me/HPnews" target="_blank">HP News | Hipnose Prática</a>” no Telegram</figcaption>
  </figure>
  <p id="hToF">    </p>
  <hr />
  <p id="uuey"></p>
  <p id="pPBF">    </p>
  <section style="background-color:hsl(hsl(199, 50%, var(--autocolor-background-lightness, 95%)), 85%, 85%);">
    <h3 id="c159" data-align="center"><strong>Lembre-se também de comentar, recomendar este texto para outros leitores e compartilhar com seus amigos nas redes sociais!</strong></h3>
  </section>
  <p id="pP0h"></p>
  <section style="background-color:hsl(hsl(55,  86%, var(--autocolor-background-lightness, 95%)), 85%, 85%);">
    <h3 id="b16b">Confira também…</h3>
    <ul id="zqme">
      <li id="TZHP"><a href="/@samej/palavrinhas-1">Palavrinhas que nos sabotam no dia a dia - Parte 1</a></li>
      <li id="HZF0"><a href="/@samej/palavrinhas-2">Palavrinhas que nos sabotam no dia a dia - Parte 2</a></li>
    </ul>
  </section>
  <p id="PmCT">    </p>
  <hr />
  <p id="Tsoz"></p>
  <p id="STQw">    </p>
  <h1 id="GwYu" data-align="center">Hipnoterapia Online</h1>
  <section style="background-color:hsl(hsl(199, 50%, var(--autocolor-background-lightness, 95%)), 85%, 85%);">
    <blockquote data-align="center" id="Uf6C"><strong>Você sabia que hipnoterapia online é <em>tão efetiva</em> quanto a presencial?</strong></blockquote>
  </section>
  <figure id="w1Zl" class="m_custom" data-caption-align="center">
    <img src="https://teletype.in/files/97/09/97097304-928a-4cb5-ab9a-a21d864a05be.jpeg" width="750" />
    <figcaption>Google Imagens</figcaption>
  </figure>
  <figure id="Wsv4" class="m_column">
    <img src="https://teletype.in/files/0b/20/0b2090e4-ed68-4d3b-8721-0d76e836e16c.png" width="5400" />
  </figure>
  <h3 id="9bPS" data-align="center">Atendimentos Online</h3>
  <p id="t4KH">Em um atendimento pela internet você tem um foco total na conversa, sem nenhuma distração. Além disso, está em um ambiente confortável, conhecido, e assim pode relaxar a̶i̶n̶d̶a̶ mais.</p>
  <p id="Z5ry">Sem contar a praticidade e economia — poder agendar um horário adequado com a maior facilidade…</p>
  <p id="T5rU"><a href="https://samej.com.br/hipnoterapia-online" target="_blank">Leia mais…</a></p>

]]></content:encoded></item><item><guid isPermaLink="true">https://teletype.in/@samej/palavrinhas-2</guid><link>https://teletype.in/@samej/palavrinhas-2?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_rss&amp;utm_campaign=samej</link><comments>https://teletype.in/@samej/palavrinhas-2?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_rss&amp;utm_campaign=samej#comments</comments><dc:creator>samej</dc:creator><title>Palavrinhas que nos sabotam no dia a dia — Parte 2</title><pubDate>Tue, 06 Sep 2022 01:57:59 GMT</pubDate><media:content medium="image" url="https://img2.teletype.in/files/53/3d/533d16e5-f7dd-4b66-896f-ed44503301a3.png"></media:content><category>Blog</category><description><![CDATA[<img src="https://miro.medium.com/max/1400/0*1I417Wr_TrNHLkDZ.jpg"></img>Por Julyver Modesto de Araujo]]></description><content:encoded><![CDATA[
  <figure id="7rq5" class="m_column" data-caption-align="center">
    <img src="https://miro.medium.com/max/1400/0*1I417Wr_TrNHLkDZ.jpg" width="1068" />
    <figcaption>Imagem: “Autossabotagem pode prejudicar os negócios” | Empreendedores Web</figcaption>
  </figure>
  <hr />
  <h1 id="00b3">Palavrinhas que nos sabotam no dia a dia — Parte 2</h1>
  <p id="0eaf">Por <em>Julyver Modesto de Araujo</em></p>
  <p id="ZnO9">     </p>
  <h2 id="07fd">Introdução</h2>
  <p id="6267">Dando continuidade ao texto anterior, <em>“<a href="https://teletype.in/@samej/palavrinhas-1" target="_blank">Palavrinhas que nos sabotam no dia a dia</a>”</em>, — que tratou das palavras “não”, “mas” e “tentar” —, o amigo <a href="https://t.me/Julyver" target="_blank">Julyver Modesto</a> preparou um novo texto, no qual as palavras que podem nos sabotar desta vez, podem (também) gerar generalizações e/ou sensações de obrigatoriedade. E essas palavras são: <strong>NUNCA — SEMPRE</strong> e <strong>TENHO — PRECISO</strong>.</p>
  <p id="ded5">Vejamos aí abaixo um pouco mais sobre cada uma dessas palavras! 😉</p>
  <p id="LhwS">    </p>
  <hr />
  <p id="onkK"></p>
  <p id="WYc3">    </p>
  <h2 id="a55f">Nunca — Sempre</h2>
  <p id="f405">Você já ouviu a frase <em>“Nunca diga nunca”</em>? Ou então, que <em>“o ‘pra sempre’ sempre acaba”</em>?</p>
  <p id="e847">Sabia que, normalmente, as palavras “nunca” e “sempre”, dada a sua “extensão infinita”, acabam nos sabotando? Entenda por que:</p>
  <p id="e0a2">Na <a href="https://medium.com/p/bb299d193977" target="_blank">Programação Neurolinguística</a>, a questão é estudada sob o enfoque do <a href="http://golfinho.com.br/artigo/metamodelo-da-pnl.htm" target="_blank">Metamodelo da Linguagem</a>, procurando-se avaliar os reflexos da <a href="https://medium.com/p/43f21ab97931" target="_blank">comunicação em nossa própria percepção do mundo</a> e a mensagem inconsciente que é transmitida a nós mesmos e ao nosso interlocutor.</p>
  <p id="0ec6">Quando dizemos “nunca” ou “sempre” (assim como <em>“todos”</em>, <em>“todo mundo”</em> ou <em>“ninguém”</em>), estamos generalizando um fato que, normalmente, não é tão geral assim e nem se repete de maneira indefinida, ou seja, via de regra, o “nunca” não é, realmente, “nunca” e o “sempre” não é “sempre” de verdade.</p>
  <p id="2928">“NUNCA generalize.” Ops… essa é uma generalização!</p>
  <p id="e059">É claro que não há qualquer problema em você dizer coisas do tipo <em>“Nunca tinha ouvido falar a respeito disso”</em> ou <em>“A partir de hoje, sempre me lembrarei dessas recomendações”</em>, pois, nestes casos, você está, respectivamente, apenas reconhecendo tratar-se do primeiro contato com o assunto e se predispondo a, na medida do possível, lembrar-se do que considera pertinente (o “sempre” aí é positivo, pois reforça o seu desejo e o seu compromisso na lembrança).</p>
  <p id="cfde">Por outro lado, quando algo de ruim lhe acontece e você diz <em>“sempre acontece isso comigo”</em>, sem perceber, está sendo sabotado pela palavra, pois está reconhecendo que isso ocorre <strong>SEMPRE</strong> (inclusive nos momentos que estão por vir) e aí o seu cérebro trabalhará para que, no futuro, ocorra novamente, nas mesmas circunstâncias, afinal, você mesmo já se convenceu de que aquilo é <em>para sempre</em>. Procure substituir essa frase, comum no nosso dia a dia, por <em>“da próxima vez, será diferente”</em> ou <em>“estou me habituando com novas soluções para esse tipo de problema”</em> (pois estará dando um comando positivo ao seu cérebro, <a href="https://medium.com/p/d2f7942f96fe" target="_blank">o qual procurará atender à sua expectativa</a>).</p>
  <p id="f252">De igual modo, evite dizer frases como <em>“eu nunca aprendo isso”</em> ou <em>“você nunca faz nada certo”</em>. Ao contrário, prefira “estou em constante aprendizado” ou “tenho certeza que, com o tempo, você aprenderá a fazer o certo”.</p>
  <p id="aMyW"></p>
  <h2 id="20c5">Tenho e Preciso</h2>
  <p id="2bcd">Outras palavras que merecem nossa atenção são “tenho” e “preciso”, quando utilizadas em algo a ser feito, do tipo <em>“eu tenho que acordar cedo”</em> ou <em>“eu preciso trabalhar”</em>.</p>
  <p id="9bca">Tais palavras também nos sabotam porque tiram de nós a decisão sobre nossos atos, como se nossas escolhas fossem dependentes dos outros, como se estivéssemos, nestes momentos, sendo impelidos a agir desta ou daquela forma.</p>
  <p id="ed01">Experimente trocar essa forma de falar (e pensar) por <em>“quero”, “prefiro”, “pretendo”, “decido”, “escolho”</em> ou qualquer outro verbo que denote que <strong>você é dono de suas vontades e ações</strong>; afinal de contas, por mais que alguns acontecimentos nos pareçam obrigatórios, <em>podemos</em> escolher o que <em>queremos</em> para nossa vida (e isso inclui avaliar <a href="http://telegra.ph/A-Pr%C3%A1tica-faz-o-Mestre-12-29" target="_blank">até que ponto estamos dispostos a nos sujeitar às consequências de nossos atos</a>).</p>
  <p id="37de">“O que me impede de acordar tarde amanhã?”, “O que aconteceria se eu não trabalhasse?”</p>
  <p id="b8a6">As respostas a estas perguntas e a análise do custo-benefício entre o “fazer” e o “não fazer” nos permitirão entender a diferença entre <em>“eu tenho que acordar cedo”</em> e <em>“eu escolhi acordar cedo”</em> ou entre <em>“eu preciso trabalhar”</em> e <em>“eu prefiro trabalhar”</em>.</p>
  <p id="3e97">Talvez, a predileção pela forma como a maioria das pessoas se expressa (usando tenho/preciso) decorra do nosso aprendizado em seguir as ordens dos mais velhos (pais/mães/avós/irmãos, etc.), pois a maioria de nós crescemos com esse referencial. O filósofo André Comte-Sponville, no livro <a href="https://books.google.com.br/books/about/Pequeno_tratado_das_grandes_virtudes.html?id=0hRxcgAACAAJ&redir_esc=y&hl=pt-BR" target="_blank"><em>“Pequeno tratado das grandes virtudes”</em></a>, ao explanar acerca do início das nossas virtudes, argumenta exatamente que a origem de todas é a <strong>POLIDEZ</strong>: agimos correto porque tem que ser assim. A mãe diz “faça assim” e, ao perguntarmos <em>“por quê?”</em>, ouvimos <em>“porque você tem que fazer assim”</em>, sem, necessariamente, uma conotação moral, mas porque é o <em>“correto”</em> a ser feito. Crescemos e continuamos a imaginar que as coisas <strong>TÊM</strong> que ser assim ou assado. Será mesmo?</p>
  <p id="GDNC">      </p>
  <p id="e540">Esperamos que tenha gostado deste texto. Lembre-se:</p>
  <p id="b9a8">“<strong>NUNCA TERÁ</strong> problemas com essas palavras que nos sabotam, se <strong>SEMPRE</strong> que <strong>PRECISAR</strong>, lembrar(-se) do que aprendeu!”</p>
  <p id="7MtM">    </p>
  <hr />
  <p id="xCLs"></p>
  <p id="XzIP">    </p>
  <p id="666a">Receba novidades e notícias sobre a hipnose em primeira mão diretamente no seu celular. Entre para o Canal “<a href="https://t.me/HPnews" target="_blank">HP News | Hipnose Prática</a>” no Telegram:</p>
  <figure id="8K04" class="m_column" data-caption-align="center">
    <img src="https://miro.medium.com/max/1400/1*1JSeKOqbJ7_DL0YM3Ti2uQ.png" width="1400" />
    <figcaption>Canal “<a href="https://t.me/HPnews" target="_blank">HP News | Hipnose Prática</a>” no Telegram</figcaption>
  </figure>
  <p id="qV9v">    </p>
  <hr />
  <p id="nLzE"></p>
  <p id="wyf4">    </p>
  <section style="background-color:hsl(hsl(199, 50%, var(--autocolor-background-lightness, 95%)), 85%, 85%);">
    <h3 id="c159" data-align="center"><strong>Lembre-se também de comentar, recomendar este texto para outros leitores e compartilhar com seus amigos nas redes sociais!</strong></h3>
  </section>
  <p id="xdFy">     </p>
  <section style="background-color:hsl(hsl(55,  86%, var(--autocolor-background-lightness, 95%)), 85%, 85%);">
    <h3 id="b16b">Confira também…</h3>
    <ul id="zqme">
      <li id="TZHP"><a href="https://teletype.in/@samej/palavrinhas-1" target="_blank">Palavrinhas que nos sabotam no dia a dia - Parte 1</a></li>
      <li id="HZF0"><a href="https://teletype.in/@samej/palavrinhas-3" target="_blank">Palavrinhas que nos sabotam no dia a dia - Parte 3</a></li>
    </ul>
  </section>
  <p id="xY5O">    </p>
  <hr />
  <p id="cfPG"></p>
  <p id="wrlX">    </p>
  <h1 id="GwYu" data-align="center">Hipnoterapia Online</h1>
  <section style="background-color:hsl(hsl(199, 50%, var(--autocolor-background-lightness, 95%)), 85%, 85%);">
    <blockquote data-align="center" id="Uf6C"><strong>Você sabia que hipnoterapia online é <em>tão efetiva</em> quanto a presencial?</strong></blockquote>
  </section>
  <figure id="w1Zl" class="m_custom" data-caption-align="center">
    <img src="https://teletype.in/files/97/09/97097304-928a-4cb5-ab9a-a21d864a05be.jpeg" width="750" />
    <figcaption>Google Imagens</figcaption>
  </figure>
  <figure id="Wsv4" class="m_column">
    <img src="https://teletype.in/files/0b/20/0b2090e4-ed68-4d3b-8721-0d76e836e16c.png" width="5400" />
  </figure>
  <h3 id="9bPS" data-align="center">Atendimentos Online</h3>
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  <section style="background-color:hsl(hsl(199, 50%, var(--autocolor-background-lightness, 95%)), 85%, 85%);">
    <ul id="B0VC">
      <li id="g9Fd"><em>Por que “projetos” parecem tão errados quando se trabalha com ideias?</em></li>
      <li id="ucuo"><em>Por que um termo como “esforços” parece mais verdadeiro?</em></li>
    </ul>
  </section>
  <p id="sFX2">      </p>
  <hr />
  <p id="L3w0">      </p>
  <figure id="HoBm" class="m_column" data-caption-align="center">
    <img src="https://img2.teletype.in/files/59/bb/59bb16c0-c716-4f94-97bc-810d8095648b.jpeg" width="5184" />
    <figcaption>© Photo by <a href="https://unsplash.com/@brett_jordan?utm_source=unsplash&utm_medium=referral&utm_content=creditCopyText" target="_blank">Brett Jordan</a> on <a href="https://unsplash.com/s/photos/efforts?utm_source=unsplash&utm_medium=referral&utm_content=creditCopyText" target="_blank">Unsplash</a></figcaption>
  </figure>
  <p id="0YUN">    </p>
  <hr />
  <p id="Lhwd">      </p>
  <p id="HomA">Aqui estão as 3 maiores diferenças entre “esforços” e “projetos”:</p>
  <ol id="uWiG">
    <li id="COAO"><strong>Os esforços não forçam uma mentalidade de cima para baixo.<br /></strong>Uma mentalidade de cima para baixo sufocará as ideias. Quando trabalhávamos em linhas de montagem e em grandes escritórios corporativos, os projetos faziam sentido porque reinava a ordem e a linearidade. Mas hoje, mais e mais de nós estamos trabalhando com ideias, e as ideias precisam de espaço para crescer, evoluir e ter a chance de se transformar totalmente no que elas possam estar se tornando. <strong><em>Os esforços são livres.</em></strong></li>
    <li id="DXeX"><strong>Os esforços não precisam de um prazo.<br /></strong>Os projetos exigem prazos. Mas os esforços são flexíveis, fluidos e adaptáveis. Eles podem não ter prazos, prazos rígidos, prazos flexíveis — e provavelmente vários prazos para várias versões da mesma ideia enviadas para diferentes mídias em diferentes formas finais. <strong><em>Os esforços são fluidos.</em></strong></li>
    <li id="QcaX"><strong>Os esforços não têm um tamanho claro.<br /></strong>Eles podem ser maiores que projetos, ou menores, e muitas vezes seu tamanho é difícil de saber. Estou escrevendo um livro. Esse é um único esforço com provavelmente mais de 100 projetos. Eu realmente farei isso em 100 projetos e acompanhar todos eles? Com uma “mentalidade de esforço” eu não preciso. <strong><em>Os esforços são expansíveis.</em></strong></li>
  </ol>
  <p id="iLCE">      </p>
  <p id="JZvB">Quando se trata de trabalhar com ideias, essas condições podem fazer toda a diferença.</p>
  <p id="83Xs">Or disse o mais claramente possível:</p>
  <section style="background-color:hsl(hsl(199, 50%, var(--autocolor-background-lightness, 95%)), 85%, 85%);">
    <blockquote id="DIoY"><strong><em>Esforços permitem que as ideias respirem. Os projetos os sufocam.</em></strong></blockquote>
  </section>
  <p id="APM7">    </p>
  <p id="pjVO"></p>
  <hr />
  <p id="MVoD">    </p>
  <ul id="0RRp">
    <li id="ru24"><strong>Fonte:</strong> livre tradução de um trecho de <em>“I&#x27;m hungry for brain food. So I created 13 events for all of us!”</em>, por <strong>Nick Milo</strong>, em sua newsletter <a href="https://www.linkingyourthinking.com/learn-more" target="_blank">LYT — Link Your Thinking</a>, enviada em 30 de agosto de 2022.</li>
  </ul>
  <p id="ckU9"></p>
  <p id="PX9r"><strong>tags:</strong></p>
  <tt-tags id="XJMG">
    <tt-tag name="samej_spenser">#samej_spenser</tt-tag>
    <tt-tag name="nick_milo">#nick_milo</tt-tag>
    <tt-tag name="lyt">#lyt</tt-tag>
    <tt-tag name="obsidian">#obsidian</tt-tag>
    <tt-tag name="pkm">#pkm</tt-tag>
    <tt-tag name="projetos">#projetos</tt-tag>
    <tt-tag name="ideias">#ideias</tt-tag>
    <tt-tag name="esforcos">#esforcos</tt-tag>
  </tt-tags>

]]></content:encoded></item><item><guid isPermaLink="true">https://teletype.in/@samej/tomar-notas</guid><link>https://teletype.in/@samej/tomar-notas?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_rss&amp;utm_campaign=samej</link><comments>https://teletype.in/@samej/tomar-notas?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_rss&amp;utm_campaign=samej#comments</comments><dc:creator>samej</dc:creator><title>Como tomar notas ou capturar conteúdo da internet</title><pubDate>Mon, 11 Jul 2022 04:26:13 GMT</pubDate><media:content medium="image" url="https://img4.teletype.in/files/3e/51/3e51c9f8-d2dc-4174-89ee-936f41b39daa.png"></media:content><category>PKM</category><description><![CDATA[<img src="https://i.imgur.com/5MWhLGm.png"></img>Contexto
Os melhores métodos que eu utilizo para captura de notas no Obsidian através de plugins, serviços de terceiros e extensões de navegadores.]]></description><content:encoded><![CDATA[
  <section style="background-color:hsl(hsl(199, 50%, var(--autocolor-background-lightness, 95%)), 85%, 85%);">
    <p id="GgSX"><strong>Contexto</strong><br />Os melhores métodos que eu utilizo para captura de notas no Obsidian através de plugins, serviços de terceiros e extensões de navegadores.</p>
  </section>
  <p id="KoYv">  </p>
  <figure id="VA7T" class="m_column" data-caption-align="center">
    <img src="https://i.imgur.com/5MWhLGm.png" width="870" />
    <figcaption>Photo by <a href="https://unsplash.com/es/@honza_kahanek?utm_source=unsplash&utm_medium=referral&utm_content=creditCopyText" target="_blank">Jan Kahánek</a> on <a href="https://unsplash.com/s/photos/take-notes?utm_source=unsplash&utm_medium=referral&utm_content=creditCopyText" target="_blank">Unsplash</a></figcaption>
  </figure>
  <p id="YeBN">  </p>
  <hr />
  <p id="Mxq1"></p>
  <p id="3BZY">  </p>
  <h3 id="Introdução">Introdução</h3>
  <p id="PHoB">No dia 10 de julho de 2022, o amigo “Batman” 🦇 fez esta solicitação:</p>
  <p id="uGj6"></p>
  <figure id="stDg">
    <iframe src="https://t.me/obsidianbr/2990?embed=1&userpic=1"></iframe>
  </figure>
  <p id="V5Vf">  </p>
  <p id="CZGr"></p>
  <p id="c3M0">E eu enviei rapidamente três sugestões (como pode ser visto aí abaixo), ficando de lhe enviar mais detalhes quando voltasse pra casa.</p>
  <p id="HEnp">  </p>
  <figure id="BUue">
    <iframe src="https://t.me/obsidianbr/2997?embed=1&userpic=1"></iframe>
  </figure>
  <p id="Dybg">  </p>
  <p id="Ixq8">Cheguei em casa <s>há alguns minutos</s> e cá estou eu redigindo a resposta mais bem detalhada que fiquei de enviar.</p>
  <p id="Yvv8"></p>
  <h3 id="1-ReadItLater">1. ReadItLater</h3>
  <p id="W56x">A descrição do #ReadItLater é curta e objetiva:</p>
  <p id="ImW4">  </p>
  <figure id="jX05" class="m_column">
    <img src="https://i.imgur.com/Ssyebip.png" width="894" />
  </figure>
  <p id="38l6">  </p>
  <p id="297M">Este é o link para o <a href="https://obsidian.md/plugins?search=readitlater" target="_blank">plugin ReadItLater</a>. Com ele, você pode gerar um novo texto numa pasta predefinida para um link presente na área de transferência.</p>
  <p id="dXyb">Aqui tem o template que eu utilizo no meu cofre:</p>
  <p id="b5ta">   </p>
  <pre id="1ztC" data-lang="markdown">---
title:    &quot;%articleTitle%&quot;  
author:   &quot;%authorName%&quot;  
date:     &quot;Month DD, 2022&quot;  
update:   &quot;Month DD, 2022&quot;  
tags:     [&quot; ReadItLater tag2 tag3 &quot;]  
aliases:  [&quot;%authorName%&quot;, &quot;&quot;,]  
abstract: &quot;DESCRIÇÃO AQUI.&quot;  
link:
    - %articleURL%
    - https://gist.github.com/SamejSpenser/XXXXXXXXXXXXXXXX  
    - https://gist.io/@SamejSpenser/XXXXXXXXXXXXXXXX  
    - https://hackmd.io/@SamejSpenser/XXXXXXXXXXXXXXXX  
    - https://samej.com.br/XXXXXXXXXXXXXXXX  
breaks:   false  
GA:       &quot;UA-21920826-1&quot;  
lang:     &quot;pt_BR&quot;  
---

&lt;!-- LINK EXTERNO PARA O CSS --&gt;

&lt;link rel=&quot;stylesheet&quot; type=&quot;text/css&quot; href=&quot;~/Dropbox/Gists-Privadas/CSS-geral/stylesheet-geral.css&quot; /&gt;

&lt;link rel=&quot;stylesheet&quot; type=&quot;text/css&quot; href=&quot;/home/samej/Dropbox/Gists-Privadas/CSS-geral/stylesheet-geral.css&quot; /&gt;

&lt;link rel=&quot;stylesheet&quot; type=&quot;text/css&quot; href=&quot;https://github.com/SamejSpenser/HPnews/blob/master/stylesheet-geral.css&quot; /&gt;

&lt;link rel=&quot;stylesheet&quot; type=&quot;text/css&quot; href=&quot;https://www.dropbox.com/s/7acsnogog4njf2o/stylesheet-geral.css&quot; /&gt;

&lt;link rel=&quot;stylesheet&quot; type=&quot;text/css&quot; href=&quot;../media/stylesheet-geral.css&quot; /&gt;

&lt;!-- LINK DO CSS NA PASTA DO EPSILON NO SMARTPHONE --&gt;

&lt;link rel=&quot;stylesheet&quot; type=&quot;text/css&quot; href=&quot;file:///storage/emulated/0/Epsilon/media/stylesheet-geral.css&quot; /&gt;

&lt;!-- %articleTitle% ~ CRIADO EM 2022/MM/DD ~ ATUALIZADO EM 2022/MM/DD --&gt;

&lt;center&gt;&lt;span class=&quot;text-center meio&quot; align=&quot;center&quot;&gt;

## %articleTitle%

&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

%articleContent%

&lt;!-- SEPARADOR --&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;hr style=&quot;text-align: center; margin: auto;&quot; width=&quot;30%&quot; /&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

- **Fonte:** _“[%articleTitle%](%articleURL%)”_ | ORIGEM  
- Month DD, 2022

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;!-- ###### tags: &#x60;ReadItLater&#x60;, &#x60;#&#x60;, &#x60;#&#x60;, --&gt;

###### tags:

#ReadItLater, #, #, 

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

</pre>
  <p id="oAeM">  </p>
  <p id="V6dD">Uma inconveniência (por assim dizer) é que não encontrei um meio viável de inserir a data de criação/update e as tags correspondentes já na captura, tendo que inseri-las manualmente após a captura.</p>
  <p id="EaNY">  </p>
  <h3 id="2-Conversor-automático-de-HTML">2. Conversor automático de HTML</h3>
  <p id="3P5x">Nas configurações do Obsidian, na aba “Editor”, lá embaixo, há uma opção que permite converter em Markdown o conteúdo previamente copiado para a área de transferência.</p>
  <p id="tcYk">  </p>
  <figure id="TxPu" class="m_column" data-caption-align="center">
    <img src="https://i.imgur.com/vamGgYk.png" width="1041" />
    <figcaption>Printscreen das configurações do Obsidian</figcaption>
  </figure>
  <p id="TgZm">   </p>
  <p id="tEaO">Para utilizá-lo é bem simples: copie um trecho de um site (ou todo o conteúdo exibido num determinado link), crie um novo arquivo no Obsidian ou posicione o cursor no local adequado no arquivo já aberto e cole. É simples assim: “<code>Ctrl + C</code>” e “<code>Ctrl + V</code>”. Impossível ser mais fácil que isso! 😄</p>
  <p id="ykht">A inconveniência deste método é que não dá para colar utilizando um modelo/template pré-estabelecido, com metadados, datas, aliases, etc. Mas se o objetivo for apenas copiar um pequeno trecho para inserir num determinado arquivo, é simples e efetivo. 😉</p>
  <p id="OWeH">  </p>
  <h3 id="3-MarkDownload">3. MarkDownload</h3>
  <p id="3wkR">Dos três métodos aqui apresentados, o que eu mais faço uso no dia a dia é este, o <strong>“<a href="https://github.com/deathau/markdownload" target="_blank">MarkDownload — Markdown Web Clipper</a>”</strong>.</p>
  <p id="hemK">O MarkDownload é uma extensão para os principais navegadores onde você pode definir em suas configurações diversos fatores para que se alinhem com a sua configuração preferida. Aqui no meu computador eu criei uma pasta específica dentro da pasta Downloads só para salvar os textos que eu quero capturar (você pode criar esta pasta <em>dentro do seu cofre</em> do Obsidian).</p>
  <p id="FZbn">Aqui tem meus modelos de front-matter e back-matter (respectivamente):</p>
  <p id="3C3W">  </p>
  <h4 id="Front-matter">Front-matter</h4>
  <pre id="S5ij" data-lang="markdown">---
title:    &quot;{title} | {pageTitle}&quot;  
author:   &quot;{byline}&quot;  
date:     &quot;{date:LL}&quot;  
update:   &quot;{date:LL}&quot;  
tags:     [&quot; ReadItLater {keywords: #} &quot;]  
aliases:  [&quot;{byline}&quot;, &quot;{keywords}&quot;,]  
abstract: &quot;{excerpt}&quot;  
links:
    - {baseURI}  
    - https://gist.github.com/SamejSpenser/XXXXXXXXXXXXXXXX  
    - https://gist.io/@SamejSpenser/XXXXXXXXXXXXXXXX  
    - https://hackmd.io/@SamejSpenser/XXXXXXXXXXXXXXXX  
    - https://samej.com.br/XXXXXXXXXXXXXXXX  
breaks:   false  
GA:       &quot;UA-21920826-1&quot;  
lang:     &quot;pt_BR&quot;  
---

&lt;!-- LINK EXTERNO PARA O CSS --&gt;

&lt;link rel=&quot;stylesheet&quot; type=&quot;text/css&quot; href=&quot;~/Dropbox/Gists-Privadas/CSS-geral/stylesheet-geral.css&quot; /&gt;

&lt;link rel=&quot;stylesheet&quot; type=&quot;text/css&quot; href=&quot;/home/samej/Dropbox/Gists-Privadas/CSS-geral/stylesheet-geral.css&quot; /&gt;

&lt;link rel=&quot;stylesheet&quot; type=&quot;text/css&quot; href=&quot;https://github.com/SamejSpenser/HPnews/blob/master/stylesheet-geral.css&quot; /&gt;

&lt;link rel=&quot;stylesheet&quot; type=&quot;text/css&quot; href=&quot;https://www.dropbox.com/s/7acsnogog4njf2o/stylesheet-geral.css&quot; /&gt;

&lt;link rel=&quot;stylesheet&quot; type=&quot;text/css&quot; href=&quot;../media/stylesheet-geral.css&quot; /&gt;

&lt;!-- LINK DO CSS NA PASTA DO EPSILON NO SMARTPHONE --&gt;

&lt;link rel=&quot;stylesheet&quot; type=&quot;text/css&quot; href=&quot;file:///storage/emulated/0/Epsilon/media/stylesheet-geral.css&quot; /&gt;

&lt;!-- {title} ~ CRIADO EM {date:YYYY/MM/DD} ~ ATUALIZADO EM {date:YYYY/MM/DD} --&gt;

## {title}

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&gt; [!info]+ Contexto
&gt; {excerpt}

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;


</pre>
  <h4 id="Back-matter"></h4>
  <p id="KLEj"><strong>Back-matter</strong></p>
  <pre id="rELW" data-lang="markdown">
&lt;!-- SEPARADOR --&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;hr style=&quot;text-align: center; margin: auto;&quot; width=&quot;30%&quot; /&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

- **Fonte:** _“[{title}]({baseURI})”_ | {pageTitle}  
- {date:LL}

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

###### tags:

#{keywords:#}, #{keywords}, #{keywords}, 

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;


</pre>
  <p id="KnwE">  </p>
  <p id="1Uw4">Tendo definido o front e back-matter, basta selecionar um trecho de um texto na internet ou clicar no ícone da extensão para que todo o texto seja copiado. Um pop-up será aberto para você conferir e, se desejar, fazer alguma alteração manual antes de salvar/fazer download do arquivo em formato <code>.md</code>.</p>
  <p id="y6cP">O front-matter será adicionado antes do conteúdo do texto e o back-matter será adicionado após o conteúdo do texto, gerando assim uma nota com metadados em YAML no início, o conteúdo desejado no meio e a citação da fonte no final do texto, para manter assim a referência correta de onde o conteúdo foi extraído.</p>
  <p id="lZo4">É claro que é desejável que cada um de vocês adapte o front/back-matter para o seu padrão habitual de forma que as notas capturadas tenham sempre o mesmo “esqueleto”.</p>
  <p id="o3gq">   </p>
  <section style="background-color:hsl(hsl(199, 50%, var(--autocolor-background-lightness, 95%)), 85%, 85%);">
    <p id="XU6S"><strong>Nota</strong><br />Uma nota digna de ser mencionada é que se o site estiver mal configurado, se os metadados do site/texto estiverem ausentes ou mal formatados, a extensão pode deixar de reconhecer alguns dos parâmetros pré-configurados, como nome do autor, tags, data, etc. Daí a importância de revisar o pop-up antes de copiar/salvar.</p>
  </section>
  <p id="KdoC">   </p>
  <figure id="Z8oo" class="m_column" data-caption-align="center">
    <img src="https://i.imgur.com/Jku1KHh.png" width="1280" />
    <figcaption>Tela de configurações da extensão MarkDownload no LibreWolf (Firefox) • © Samej Spenser</figcaption>
  </figure>
  <p id="AM1o">   </p>
  <p id="unKp">As configurações são simples de serem definidas e você ainda pode salvar um backup (offline) das suas configurações em formato <code>.json</code>, de modo que após uma formatação ou instalação de um novo navegador basta importar esse backup para garantir que todas as suas configurações sejam utilizadas.</p>
  <p id="2cyK">Caso você tenha habilitado algum sistema de sincronização no seu navegador (como o Sync no Firefox ou sua conta do Google no Chrome), é bem possível que suas configurações sejam mantidas. Por via das dúvidas, eu faço meu backup em formato <code>.json</code> no Dropbox e pCloud, pois, em matéria de backups, redundâncias nunca são demais! 😜</p>
  <p id="rVck">   </p>
  <h3 id="Conclusão">Conclusão</h3>
  <p id="stXg">E você, quais outros meios ou métodos utiliza? Comente comigo aqui embaixo no campo de comentários e/ou lá no grupo <a href="https://t.me/obsidianbr/2990" target="_blank">@ObsidianBR</a>!</p>
  <p id="TOZ1"></p>
  <hr />
  <figure id="OVRR" class="m_custom" data-caption-align="center">
    <img src="https://i.imgur.com/R7jqNZt.png" width="720" />
    <figcaption>Decodifique o QR-Code para ser direcionado(a) ao grupo no Telegram ou <a href="https://t.me/obsidianbr/2990" target="_blank">clique/toque aqui</a>.</figcaption>
  </figure>
  <p id="Z3nZ"></p>
  <hr />
  <figure id="f725" class="m_column">
    <img src="https://i.imgur.com/ly42y3j.jpg" width="2000" />
  </figure>
  <p id="yGq9"><strong>Samej Spenser</strong> é Hipnoterapeuta há mais de dez anos, <a href="https://teletype.in/@samej/hipnoterapia-online" target="_blank">atendendo com Hipnose Clínica Online desde 2018</a>.</p>
  <p id="kNse">Curioso e entusiasta da tecnologia, e aficcionado pelo Telegram e Obsidian. Saiba mais sobre mim aqui <a href="https://teletype.in/@samej/sobre" target="_blank">neste link</a> ou <a href="https://linktr.ee/samej" target="_blank">me adicione nas redes sociais</a>.</p>

]]></content:encoded></item><item><guid isPermaLink="true">https://teletype.in/@samej/Inducoes-vs-Sugestoes-Hipnoticas</guid><link>https://teletype.in/@samej/Inducoes-vs-Sugestoes-Hipnoticas?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_rss&amp;utm_campaign=samej</link><comments>https://teletype.in/@samej/Inducoes-vs-Sugestoes-Hipnoticas?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_rss&amp;utm_campaign=samej#comments</comments><dc:creator>samej</dc:creator><title>Induções vs. Sugestões Hipnóticas</title><pubDate>Sun, 03 Jul 2022 00:03:39 GMT</pubDate><media:content medium="image" url="https://img1.teletype.in/files/87/64/8764e514-4206-4b62-9108-30422cdf7282.png"></media:content><category>Hipnoterapia</category><tt:hashtag>inducao_hipnotica</tt:hashtag><tt:hashtag>sugestao_hipnotica</tt:hashtag><tt:hashtag>inducao</tt:hashtag><tt:hashtag>sugestao</tt:hashtag><tt:hashtag>samej_spenser</tt:hashtag><tt:hashtag>fabio_carvalho</tt:hashtag><tt:hashtag>amilcar_nogueira</tt:hashtag><tt:hashtag>andre_percia</tt:hashtag><tt:hashtag>lauro_pontes</tt:hashtag><tt:hashtag>hp_news</tt:hashtag><tt:hashtag>hipnose</tt:hashtag><tt:hashtag>hipnotismo</tt:hashtag><tt:hashtag>autohipnose</tt:hashtag><tt:hashtag>autossugestao</tt:hashtag><description><![CDATA[<img src="https://img1.teletype.in/files/86/ff/86ffeb6b-5d57-42a4-a37d-e5e06a0985bd.jpeg"></img>Olá amigos, bom dia, boa tarde ou boa noite. Eu sou Samej Spenser e este é mais um episódio do podcast HP News, hipnose ao pé do ouvido; hoje vou falar sobre um assunto extremamente pertinente na hipnose, em detrimento de outro muito divulgado, procurado e até massivamente ensinado nos cursos de final de semana, (e nos vídeos de hipnose dos youtuber’s): o assunto hoje é “Induções Hipnóticas vs. Sugestões Hipnóticas”.]]></description><content:encoded><![CDATA[
  <section style="background-color:hsl(hsl(199, 50%, var(--autocolor-background-lightness, 95%)), 85%, 85%);">
    <h3 id="Induções-vs.-Sugestões-Hipnóticas" data-align="center">Existe diferença entre “indução” e “sugestão” hipnótica? Se sim, quais?</h3>
  </section>
  <p id="ifxd"></p>
  <figure id="H9wB" class="m_original" data-caption-align="center">
    <img src="https://img1.teletype.in/files/86/ff/86ffeb6b-5d57-42a4-a37d-e5e06a0985bd.jpeg" width="700" />
    <figcaption><em>“O apóstolo da autossugestão trabalhando no jardim em sua ‘clínica’, em Nancy.”</em><br />©️ <a href="http://www.methodecoue.com/" target="_blank">Une approche positive | Méthode Coué</a></figcaption>
  </figure>
  <p id="YZf7">  </p>
  <hr />
  <p id="uHBq">  </p>
  <p id="rP2U"></p>
  <h3 id="Ouça-o-episódio-no-player-abaixo&#33;">Ouça o episódio no player abaixo!</h3>
  <p id="18IY"></p>
  <figure id="yBSx" class="m_column" data-caption-align="center">
    <iframe src="https://www.megafono.host/podcast/hp-news/e/008"></iframe>
    <figcaption><strong>HP News 008: </strong><em>“<a href="https://www.hpnews.com.br/_eps/ep08.html" target="_blank">Induções Hipnóticas vs. Sugestões Hipnóticas</a>”</em></figcaption>
  </figure>
  <p id="6BTe">  </p>
  <hr />
  <p id="8nzp">  </p>
  <p id="59Fu"></p>
  <h3 id="Introdução">Introdução</h3>
  <p id="cTQ5">Olá amigos, bom dia, boa tarde ou boa noite. Eu sou <a href="https://linktr.ee/samej" target="_blank">Samej Spenser</a> e este é mais um episódio do podcast <em><a href="http://www.hpnews.com.br/" target="_blank">HP News, hipnose ao pé do ouvido</a></em>; hoje vou falar sobre um assunto extremamente pertinente na hipnose, em detrimento de outro muito divulgado, procurado e até massivamente ensinado nos cursos de final de semana, (e nos vídeos de hipnose dos youtuber’s): o assunto hoje é <em>“Induções Hipnóticas vs. Sugestões Hipnóticas”</em>.</p>
  <p id="r5Os">  </p>
  <h4 id="Definição-de-Indução">Definição de Indução</h4>
  <p id="IHRA">Inicio por conferir o significado da palavra “indução”. Digitando a palavra “indução” no Google, o primeiro resultado que se obtém é sua definição básica; e essa definição é:</p>
  <p id="dQVr"><strong>INDUÇÃO: </strong><em>s.f.<br /></em><strong>1.</strong> Ação, processo ou efeito de induzir.<br />Indução tem sua origem etimológica no latim <em>inductĭó,ōnis</em>, “ação de levar ou trazer, de introduzir, de aplicar sobre, de determinar, etc.”</p>
  <p id="mmTH"></p>
  <p id="KxCN"><strong>Segundo o Wikcionário</strong></p>
  <p id="x5k9"><strong>IN·DU·ÇÃO: </strong><em>s.f.</em></p>
  <ol id="qKpU">
    <li id="QS06">Ato ou efeito de induzir;</li>
    <li id="gtnl">Levar a outro lugar;</li>
    <li id="qzx5"><code>[Lógica]</code> Raciocínio cujas premissas têm caráter menos geral que a conclusão.</li>
  </ol>
  <p id="Y6r9">Logo, é possível afirmar que, num aspecto geral, <em>“a indução hipnótica é o ato de conduzir, induzir, levar o sujeito ao transe hipnótico”</em>.</p>
  <p id="BTeP">Existem centenas de induções hipnóticas, e qualquer pessoa pode desenvolver seu próprio método e/ou sua própria indução, tanto a partir do zero, quanto a partir da base de alguma indução preexistente, alterando-a ou melhorando-a.</p>
  <p id="wPm4">Após o treino constante e, principalmente, após adquirir determinado nível de confiança e compreensão da “mecânica” do processo de indução hipnótica, torna-se relativamente fácil e desinteressante para algumas pessoas, pois como se diz por aí: <em>“hipnotizar é fácil; o que fazer com o sujeito hipnotizado é o que realmente importa!”</em>.</p>
  <p id="lXzy">Nas páginas 98 e 99 do livro <em>“Guia Prático de Hipnose”</em>, de autoria do espanhol Horacio Ruiz, tem um trecho que diz assim:</p>
  <p id="tugC"></p>
  <section style="background-color:hsl(hsl(199, 50%, var(--autocolor-background-lightness, 95%)), 85%, 85%);">
    <p id="GNDk">“(…) Hipnotizar se aprende, é um processo psicológico que não requer qualidades sobre-humanas do hipnotizador. É uma técnica que pertence aos funcionalismos perceptuais motores. Como dirigir um carro ou ligar uma máquina de lavar. Claro que mais delicado, porque vai funcionar com a mente das pessoas. De modo que você pode ser um hipnotizador. A partir de então, terá de ver se consegue ser um <em>bom</em> hipnotizador, como acontece em qualquer atividade ou técnica que se aprende.</p>
    <p id="Qg9D"><em>Para o conhecimento da hipnose não há atalhos.</em> A natureza não dá saltos. Você precisa caminhar pouco a pouco, aprendendo bem, praticando tudo o que for aprendendo, cometendo erros e corrigindo-os. <em>É uma técnica, não magia.</em></p>
    <p id="mAc2">Qualquer pessoa pode aprender a hipnotizar? Em princípio, a resposta é sim. Hipnotizar é uma técnica como qualquer outra. Para aprender a dirigir, por exemplo, precisamos de preparação teórica e prática. Aprender a hipnotizar requer o mesmo processo teórico e prático. Obviamente, haverá pessoas com mais facilidade que outras. <em>Quase todo mundo pode dirigir um carro, mas nem todos participam de corridas.</em>”<a href="#uvUr">[1]</a></p>
  </section>
  <p id="4jqN">  </p>
  <p id="2Coa">Tendo abordado brevemente o assunto relativo às induções hipnóticas, quero passar agora para a parte das sugestões hipnóticas.</p>
  <p id="QqnN">  </p>
  <h4 id="Definições-de-“Sugestão”">Definições de “Sugestão”</h4>
  <p id="3p7m">No que trata sobre sugestão, vou partir do início e conferir o significado da palavra segundo alguns dicionários.</p>
  <p id="tLPK">  </p>
  <p id="2Luw"><strong>Segundo o Dicio — Dicionário Online de Português</strong></p>
  <p id="cOXT"><strong>SU·GES·TÃO: </strong><em>s.f.</em> Proposta; aquilo que se sugere, se propõe, se aconselha. Inspiração; o que incita a realização de algo. Ideia; o que se dá a entender. Na <code>[Psicologia]</code>, é o processo de influência através do qual o indivíduo altera o seu comportamento, muda de opinião, sem estar consciente dessa mudança, sem saber o porquê de sua ocorrência.</p>
  <p id="sm6s">  </p>
  <p id="Alpi"><strong>Sinônimos de Sugestão</strong></p>
  <p id="C1lq">O Dicio ainda propõe alguns sinônimos para a palavra sugestão.<br />Sugestão é sinônimo de: <em>proposta</em>, <em>ideia</em>, <em>insinuação</em>, <em>inspiração</em>.</p>
  <p id="m8P4">  </p>
  <p id="wfPT"><strong>Segundo o Dicionário Priberam</strong></p>
  <p id="zGoi"><strong>SU·GES·TÃO: </strong><em>s.f.</em></p>
  <ol id="YJO5">
    <li id="SQ8f">Ato ou efeito de sugerir.</li>
    <li id="VJcw">Estímulo; instigação; inspiração.</li>
  </ol>
  <p id="z5jf">  </p>
  <p id="crVv"><strong>Sugestão | Wikipédia</strong></p>
  <p id="ZaLV">Ainda tratando da etimologia e/ou significado de sugestão, vejamos agora o que diz a Wikipédia:</p>
  <p id="MltR">  </p>
  <p id="msTU"><strong>Sugestão</strong></p>
  <p id="fZdH">No campo da psicologia, a <strong>sugestão</strong> (do latim <em>suggestione</em>) é a influência que um indivíduo exerce sobre o poder de decisão de um ou mais indivíduos. Quando acontece sob efeito de hipnose, é chamada de <strong>sugestão hipnótica</strong>.</p>
  <p id="mGWz">  </p>
  <h4 id="Sugestão-e-Hipnose">Sugestão e Hipnose</h4>
  <p id="kHnX">Mencionada pelo médico <a href="https://medium.com/p/73c18147512" target="_blank">James Braid</a> a propósito da hipnose, depois por Ambroise-August Liébeault, a sugestão foi, sobretudo, definida e colocada no centro do processo psicoterápico por Hippolyte Bernheim. Em 1884, Bernheim definiu-a como <em>“ato pelo qual uma ideia é introduzida no cérebro e por ele aceita”</em>. Segundo Bernheim, <em>Joseph Delbœuf</em> e os outros membros da <em>Escola de Nancy</em> (também chamada <em>Escola da Sugestão</em>), é a sugestão que explica a hipnose, e não um fenômeno fisiológico qualquer.</p>
  <p id="wEtZ">Eles opuseram-se assim a <em>Jean-Martin Charcot</em> e <em>Pierre Janet</em>, da <em>Escola de la Salpêtrière</em>. Nesta polêmica opondo as duas escolas, Janet declarou, em 1889: <em>“não estou disposto a acreditar que a sugestão possa explicar tudo e, particularmente, que ela mesma possa se explicar”</em>.</p>
  <p id="5QXg">Porém Janet e Bernheim estavam de acordo com a ideia segundo a qual a sugestionabilidade não era obrigatoriamente ligada à hipnose. Janet escreveu, no seu livro <em>“O automatismo psicológico”</em>, que <em>“a sugestionabilidade podia ser total fora do sonambulismo; e talvez pudesse estar completamente ausente num estado de sonambulismo completo”</em>. Então, Bernheim deduziu, em 1891, que a psicoterapia sugestiva atuava tão bem ou até melhor sem hipnose. Encontramos uma ideia análoga, (ou seja, equivalente, semelhante), em Milton Erickson, para quem a hipnose podia muito bem ocorrer sem ritual hipnótico.</p>
  <p id="zBV5">A Wikipédia menciona ainda que o farmacêutico e psicólogo francês, <em>Émile Coué</em>, autor do célebre método conhecido como “Método Coué”, aprendeu as técnicas de sugestão de Liébeault e Bernheim em 1885.</p>
  <p id="IMoh">  </p>
  <ul id="D3Ax">
    <li id="UBKL"><strong>Fonte: </strong><em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sugest%C3%A3o" target="_blank">Sugestão</a></em> | Wikipédia.</li>
  </ul>
  <p id="cgRl">  </p>
  <h4 id="O-“Método-Coué”">O “Método Coué”</h4>
  <p id="6Ig4">Coué introduziu um novo método de psicoterapia: o estímulo do <em>self</em> pela <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Autossugest%C3%A3o" target="_blank">autossugestão consciente</a>. Modificou a teoria de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Abade_Faria" target="_blank">Abade Faria</a>, ao propor que a autossugestão flui da mente, mas um primeiro estímulo pessoal a aciona. Ao repetir palavras ou imagens como autossugestão à própria mente subconsciente, a pessoa pode condicioná-la e, então, a mente condicionada produzirá um comando autogênico quando necessário. Seu mantra familiar, <em>“Todos os dias, sob todos os pontos de vista, estou cada vez melhor”</em>, em francês: (<em>Tous les jours à tous points de vue je vais de mieux en mieux</em>), às vezes é conhecido como <em>“coueísmo”</em> ou <em>“Método Coué”</em>. O método depende em parte da repetição rotineira de uma fórmula (princípio da autossugestão), obedecendo a uma espécie de ritual no início do dia (ao despertar) e no final do dia (antes de adormecer).</p>
  <p id="kGEC">  </p>
  <figure id="0N5u" class="m_column" data-caption-align="center">
    <iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/282497727%3Fsecret_token%3Ds-0OwrD&color=%23ff5500&auto_play=false&hide_related=false&show_comments=true&show_user=true&show_reposts=false&show_teaser=true"></iframe>
    <figcaption> Pronúncia (em francês) do “mantra” de Émile Coué | SoundCloud</figcaption>
  </figure>
  <p id="9Rxm">    </p>
  <p id="DKkX">Coué dizia que nunca curou ninguém, apenas ensinava as pessoas a se curar. Não há dúvida de que tais curas aconteceram de fato — estão bem documentadas —, porém o método Coué praticamente desapareceu desde a sua morte em 1926. É um método simples e todos podem aprender a praticá-lo. Sua essência está no controle mental. Nele, há dois princípios básicos:</p>
  <ul id="B9Qk">
    <li id="A75f">Só se pode pensar numa coisa de cada vez; e,</li>
    <li id="EtKi">Quando se concentra num pensamento, esse pensamento torna-se verdade porque o corpo o transforma em ação.</li>
  </ul>
  <p id="Yim9">  </p>
  <ul id="FsHa">
    <li id="DGCB"><strong>Fonte: </strong><em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89mile_Cou%C3%A9#O_%22M%C3%A9todo_Cou%C3%A9%22" target="_blank">Émile Coué</a></em> | Wikipédia.</li>
  </ul>
  <p id="GhUK">  </p>
  <p id="BJCZ"><strong>Curiosidade</strong></p>
  <p id="HCqI">Aí ao fundo você ouve John Lennon, cantando a música “Beautiful Boy” do álbum <em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Double_Fantasy" target="_blank">Double Fantasy</a></em> de 1980.</p>
  <p id="C51z">Nesta letra, Lennon inseriu o mantra de Coué, e você pode ouvir o trecho específico aí ó…</p>
  <p id="iSYT">  </p>
  <figure id="ZCiE" class="m_column" data-caption-align="center">
    <iframe src="https://www.youtube.com/embed/QQWpL4tjUr8?autoplay=0&loop=0&mute=0"></iframe>
    <figcaption>“<a href="https://youtu.be/QQWpL4tjUr8?t=60" target="_blank">Beautiful Boy (Darling Boy)</a>” de John Lennon | YouTube</figcaption>
  </figure>
  <p id="xQL9">  </p>
  <p id="UZl6">  </p>
  <h4 id="Sugestão-+-Hipnose">Sugestão + Hipnose</h4>
  <p id="tQsG">Já entrando com a hipnose no assunto sugestão de forma mais enfática, ouça o que diz o texto <em>“Sugestão Hipnótica”</em>, no Portal CMC, (vale mencionar que o texto não cita o nome do autor, e o link citado como fonte está quebrado. Link visitado em 07 de Agosto de 2016):</p>
  <p id="IuVt">  </p>
  <p id="e0NW"><strong>Sugestão Hipnótica</strong></p>
  <p id="j7LD">Sugestão é a imposição temporária da vontade de uma pessoa no cérebro de outra (ou no seu próprio) por um processo puramente mental.</p>
  <p id="QhS3">Um professor que todos os dias repete os mesmos preceitos e ensinamentos a seus alunos está, em verdade, impondo-lhes suas opiniões. O pai que censura o filho por algum erro está, de algum modo, inculcando novos padrões de conduta na mente do garoto. A mãe que acaricia seu filho tenta por meio desse carinho, acalmar, motivar e equilibrar o emocional da criança.</p>
  <p id="k3iL">Na verdade, se observarmos direitinho, tudo isso é sugestão. Tudo nesse mundo é sugestão; nossas próprias ideias não são nossas, são “sugestões” que admitimos e incorporamos à nossa memória como sendo nossas e passam a ser as “nossas verdades”. E nenhuma “hipnose” é necessária para aceitarmos estas sugestões, não é verdade? Elas chegam até nós e tomam a nossa mente com a maior naturalidade.</p>
  <p id="jh9a">Outros agentes externos também produzem efeitos sugestivos sobre nós; um livro, um acidente, um filme, os acordes de uma música ou até mesmo um gesto de uma pessoa podem encher nosso espírito das mais diversas impressões, que vão da felicidade à dor. E isso tudo é “sugestão”.</p>
  <p id="fdxq">Ninguém contesta também o fato de que o ser humano é, naturalmente, inclinado a obedecer. Afinal de contas, somos eternos aprendizes e, aprendizagem, de certa forma, é uma espécie de obediência, de acatamento, de concordância, mesmo nas circunstâncias contestatórias. Porém, isso não quer dizer que estamos todos condenados a obedecer sistematicamente e que sempre seguiremos as sugestões que nos forem enviadas. Mesmo no estado hipnótico a sugestão não é toda poderosa; ela tem suas limitações positivas.</p>
  <p id="0uLg">Assim sendo, podemos dizer que a sugestão hipnótica é uma ordem obedecida por uma pessoa em estado de sono induzido, por alguns segundos; no máximo por alguns minutos. Não pode ser comparada, a não ser vagamente, às sugestões em estado de vigília, comunicadas a indivíduos que nunca estiveram sob influência hipnótica. A sugestão hipnótica pode ser repetida, mas é absolutamente impotente para transformar — como já se afirmou — um criminoso em um homem honesto ou vice-versa.</p>
  <p id="mc10">Napoleão costumava dizer que <em>“a imaginação controla o mundo”</em>. Realmente, se você estiver numa rodinha de amigos e surpreendê-los informando que há uma epidemia de piolhos no bairro, poderá reparar que em poucos minutos todos estarão coçando a cabeça, expressando preocupação.</p>
  <p id="FGyA">Assim como um eletrocardiograma acusa os mais finos impulsos elétricos de seu coração, o eletroencefalograma também demonstra os menores impulsos elétricos do seu cérebro. Se alguém se sente realmente ameaçado por um inimigo, surgem então no eletroencefalograma registros que são exatamente iguais aos que se originam quando alguém apenas imagina que está sendo ameaçado. Se alguém tem a certeza que está passando por um grande vexame, as curvas do seu eletroencefalograma se assemelham por completo às que teria apenas com a imaginação viva de estar se tornando alvo do vexame.</p>
  <p id="kTlv">  </p>
  <p id="gDTS"><strong>Podemos, desta forma, estabelecer alguns princípios fundamentais sobre a ação/reação da imaginação sobre a realidade.</strong></p>
  <p id="Xegw">   </p>
  <ol id="i2Sf">
    <li id="RPD9">O que determina o nosso modo de agir não é a realidade existente, mas aquilo em que cremos e que, para nós, é a verdade. A pessoa que se sente ameaçada ou perseguida, mesmo que não haja nenhum perigo em torno dela e que nada lhe ameace, vive com medo da sua realidade que, mesmo sem ter relação com a realidade externa, é muito poderosa para ela.</li>
    <li id="9lPC">A imaginação é capaz de provocar alterações de toda sorte no organismo de uma pessoa. E, comprovadamente, estas alterações têm correlação qualitativa: pensamentos positivos — fé, amor, esperança, alegria etc. — provocam reações saudáveis na pessoa. Sentimentos negativos — ódio, ressentimento, medo etc. — provocam reações desagradáveis, como por exemplo, dores assintomáticas, prisão de ventre, indisposição estomacal, insônia e, segundo comprovam as pesquisas, também fazem baixar o nível imunológico tornando a pessoa predisposta à infecções de diversos tipos.</li>
    <li id="6Git">Tudo o que pensamos, com clareza e firmeza, transplanta-se, dentro dos limites do bom senso, para a faixa somática. Ao imaginarmos que estamos comendo uma fatia gostosa de abacaxi, não raro as glândulas salivares começam a segregar saliva, já repararam isso? Se imaginarmos, com firmeza, que não podemos fazer uma coisa, por exemplo, soltar as mãos fortemente encaixadas uma na outra, então não poderemos mesmo.</li>
    <li id="rEek">Nosso consciente é constantemente influenciado pelo subconsciente. Desta forma, podemos programar nosso subconsciente para o sucesso da mesma forma como podemos programá-lo para o fracasso.</li>
    <li id="YNQF">Quando o intelecto e a imaginação têm pontos de vistas diferentes, vence sempre a imaginação (como definiu Coué). Ela é mais forte que a inteligência. Mesmo sabendo (intelecto) dos riscos estéticos de ficar comendo doces a toda hora, poucos resistem à ideia (imaginação) de provar uma fatia daquele pudim de laranja gostoso que está na geladeira. Assim sendo, nenhuma pessoa inteligente deve fazer tentativas a partir, exclusivamente, da “força de vontade”. Antes disso, ela precisa, necessariamente, reprogramar sua imaginação.</li>
    <li id="jG8c">O acesso mais fácil para o subconsciente é o estado de total relaxamento. Quando as ondas cerebrais caem para em torno de oito ciclos por segundo — nível alfa — abrem-se os poros do nosso subconsciente.</li>
  </ol>
  <p id="I9OF">  </p>
  <p id="Gnq1"><strong>Originalmente publicado em:<br /></strong>http://www.camarabrasileira.com/projetosaber.htm</p>
  <p id="JGsM">  </p>
  <ul id="gbYe">
    <li id="fhu4"><strong>Fonte: </strong><em><a href="http://www.portalcmc.com.br/sugestao-hipnotica/" target="_blank">Sugestão Hipnótica</a></em> | Portal CMC.</li>
  </ul>
  <p id="53a5">   </p>
  <h4 id="Opiniões-diversas">Opiniões diversas</h4>
  <p id="cmNo">Além de trazer esse conteúdo abordando a sugestão hipnótica, também solicitei que algumas pessoas enviassem uma mensagem de voz via Telegram, dizendo a diferença entre indução e sugestão hipnótica.</p>
  <p id="6hOL">Fiz a mesma solicitação a todos eles, usei o famoso “Ctrl + C” e “Ctrl + V”, (“Copiar e Colar”). E a solicitação que fiz foi a seguinte:</p>
  <p id="adKN">  </p>
  <section style="background-color:hsl(hsl(199, 50%, var(--autocolor-background-lightness, 95%)), 85%, 85%);">
    <p id="g1LU">Olá <strong>Fulano</strong>, bom dia, boa tarde ou boa noite.<br />Gostaria de lhe pedir um favor, (se puder, claro)…<br />Pode mandar um áudio aqui no Telegram, inbox, me dizendo sua opinião sobre a diferença entre “induções hipnóticas” versus “sugestões hipnóticas”?!<br />Um áudio curto, entre 3 e 5 minutos, no máximo.<br />Pretendo utilizar esse áudio num episódio de podcast que farei sozinho sobre esse tema.<br />Desde já, muito grato!</p>
  </section>
  <p id="iXLG">  </p>
  <p id="0KZV">Fui sucinto, sem entrar em detalhes sobre o assunto ou o que pretendia fazer, justamente para evitar contaminar o conteúdo do áudio que receberia de cada um deles.</p>
  <p id="EAlK">A seguir, você confere o que cada um deles disse sobre o assunto.</p>
  <p id="oNcH">  </p>
  <p id="E9iF"><strong>Amílcar Sá Nogueira</strong></p>
  <p id="L617"><strong><a href="https://www.facebook.com/amilcarbernardosa" target="_blank">Amílcar Sá Nogueira</a></strong> é um hipnólogo angolano, residente em Luanda, membro do Grupo <a href="https://medium.com/p/553f42094c48" target="_blank">HIPNOSE Prática</a> no Telegram e Facebook. Sobre o assunto, ele disse o seguinte:</p>
  <figure id="MWx1" class="m_column" data-caption-align="center">
    <iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/282498904%3Fsecret_token%3Ds-kie4l&color=%23ff5500&auto_play=false&hide_related=false&show_comments=true&show_user=true&show_reposts=false&show_teaser=true"></iframe>
    <figcaption><a href="https://soundcloud.com/hpnews/amilcar-sa-nogueira-ind-vs-sug-hip" target="_blank">Amílcar Sá Nogueira</a> | SoundCloud</figcaption>
  </figure>
  <p id="aRVG">      </p>
  <p id="lR44"><strong>André Percia</strong></p>
  <p id="rbx3"><strong><a href="http://serharmonico.com.br/andre-percia/" target="_blank">André Percia</a></strong> mora no RJ; é Master Trainer em PNL, Mastercoach Trainer, Design Human Engineer™, Conferencista Internacional, Psicólogo e Hipnoterapeuta. Sobre o assunto, ele disse o seguinte:</p>
  <figure id="iRwe" class="m_column" data-caption-align="center">
    <iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/282500053%3Fsecret_token%3Ds-TxmNx&color=%23ff5500&auto_play=false&hide_related=false&show_comments=true&show_user=true&show_reposts=false&show_teaser=true"></iframe>
    <figcaption><a href="https://soundcloud.com/hpnews/andre-percia-ind-vs-sug-hip" target="_blank">André Percia</a> | SoundCloud </figcaption>
  </figure>
  <p id="0cKV">    </p>
  <p id="MYWh"><strong>Antonio Azevedo</strong></p>
  <p id="7ts2"><strong><a href="https://coachbr.com/antonio-azevedo/" target="_blank">Antonio Azevedo</a></strong> mora no RJ; é Coach, Palestrante, Master Practitioner e Trainer em PNL — Programação NeuroLinguística, Instrutor e profissional de Recursos Humanos e membro do Grupo <a href="https://medium.com/p/553f42094c48" target="_blank">HIPNOSE Prática</a> no Telegram e Facebook. Sobre o assunto, ele disse o seguinte:</p>
  <figure id="f05U" class="m_column" data-caption-align="center">
    <iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/282500906%3Fsecret_token%3Ds-ux4bP&color=%23ff5500&auto_play=false&hide_related=false&show_comments=true&show_user=true&show_reposts=false&show_teaser=true"></iframe>
    <figcaption><a href="https://soundcloud.com/hpnews/antonio-azevedo-ind-vs-sug-hip" target="_blank">Antonio Azevedo</a> | SoundCloud</figcaption>
  </figure>
  <p id="7H86">     </p>
  <p id="eWOD"><strong>Fábio Carvalho</strong></p>
  <p id="M14y"><strong><a href="http://fabioac.com/home/fabio/quemsou/" target="_blank">Fábio Carvalho</a></strong> é natural de Jataí, Goiás; morando atualmente em Frisco, no Texas. Formado em <em>Gestão da Tecnologia da Informação</em>, estudioso da <em>Hipnose</em> e <em>PNL — Programação NeuroLinguística</em>, autor dos livros <em>“<a href="http://www.amazon.com/dp/0692427414" target="_blank">Como se Fosse</a>”</em> e <em>“<a href="http://www.fabioac.com/reflexoes" target="_blank">Reflexões de um Hipnólogo</a>”</em>, idealizador do <em><a href="http://www.facebook.com/CanalDoHipnologo" target="_blank">Canal do Hipnólogo</a></em>, apresentador do podcast <em><a href="https://www.facebook.com/thehypnocast/" target="_blank">HypnoCast: o podcast da Hipnose</a></em>, atual presidente do <em><a href="http://www.ngh.net/" target="_blank">National Guild of Hypnotists</a></em> (<a href="http://facebook.com/NGHNorthTexas" target="_blank">North Dallas Chapter</a>), ex presidente da <em>Sociedade Brasileira de Hipnologia</em> e membro do Grupo <a href="https://medium.com/p/553f42094c48" target="_blank">HIPNOSE Prática</a> no Telegram e Facebook. Sobre o assunto, ele disse o seguinte:</p>
  <figure id="h0Zt" class="m_column" data-caption-align="center">
    <iframe src="https://app.hearthis.at/embed/1026909/transparent_black/?hcolor=&color=&style=1&block_size=2&block_space=1&background=1&waveform=0&cover=0&autoplay=0&css="></iframe>
    <figcaption>  Listen to <a href="https://hearthis.at/hp-news/fabio-carvalho-ind-vs-sug-hip/" target="_blank">Fábio Carvalho | Induções Hipnóticas vs. Sugestões Hipnóticas </a>by <a href="https://hearthis.at/hp-news/" target="_blank">HP News </a>on <a href="https://hearthis.at/" target="_blank">hearthis.at</a></figcaption>
  </figure>
  <p id="cYRK">     </p>
  <p id="Gta4"><strong>Julyver Modesto</strong></p>
  <p id="qY6a"><strong><a href="https://www.facebook.com/julyver.modestodearaujo" target="_blank">Julyver Modesto de Araujo</a></strong> mora em São Paulo, é Mestre em Direito do Estado, Capitão da Polícia Militar do Estado de São Paulo, autor de diversos livros e artigos e Professor de Cursos de Pós-graduação; estudante e entusiasta da Programação NeuroLinguística e Hipnose, no campo das relações humanas, inteligência emocional e desenvolvimento pessoal; Practitioner em PNL pela Sociedade Brasileira de PNL, com formação em Hipnose Clássica e Ericksoniana; Hipnoterapeuta, pela Sociedade InterAmericana de Hipnose, e membro do Grupo <a href="https://medium.com/p/553f42094c48" target="_blank">HIPNOSE Prática</a> no Telegram e Facebook. Sobre o assunto, ele disse o seguinte:</p>
  <figure id="LXDc" class="m_column" data-caption-align="center">
    <iframe src="https://app.hearthis.at/embed/1026912/transparent_black/?hcolor=&color=&style=1&block_size=2&block_space=1&background=1&waveform=0&cover=0&autoplay=0&css="></iframe>
    <figcaption>Listen to <a href="https://hearthis.at/hp-news/julyver-modesto-ind-vs-sug-hip/" target="_blank">Julyver Modesto | Induções Hipnóticas vs. Sugestões Hipnóticas </a>by <a href="https://hearthis.at/hp-news/" target="_blank">HP News </a>on <a href="https://hearthis.at/" target="_blank">hearthis.at</a></figcaption>
  </figure>
  <p id="VqCm">     </p>
  <p id="q2Yp"><strong>Lauro Pontes</strong></p>
  <p id="EgV4"><strong><a href="http://facebook.com/lauro.rpontes/" target="_blank">Lauro Pontes</a></strong> mora no RJ; Psicólogo, Mestre em Psicologia, Doutor em Psicologia, Membro do Conselho de Ética do CRP/RJ, Hipnoterapeuta e membro do Grupo <a href="https://medium.com/p/553f42094c48" target="_blank">HIPNOSE Prática</a> no Telegram e Facebook. Sobre o assunto, ele disse o seguinte:</p>
  <figure id="a1nd" class="m_column" data-caption-align="center">
    <iframe src="https://app.hearthis.at/embed/1026913/transparent_black/?hcolor=&color=&style=1&block_size=2&block_space=1&background=1&waveform=0&cover=0&autoplay=0&css="></iframe>
    <figcaption>Listen to <a href="https://hearthis.at/hp-news/lauro-pontes-ind-vs-sug-hip/" target="_blank">Lauro Pontes | Induções Hipnóticas vs. Sugestões Hipnóticas </a>by <a href="https://hearthis.at/hp-news/" target="_blank">HP News </a>on <a href="https://hearthis.at/" target="_blank">hearthis.at</a></figcaption>
  </figure>
  <p id="UoQL">   </p>
  <h4 id="Conclusão">Conclusão</h4>
  <p id="JwBe">Essas foram as respostas que obtive à solicitação feita, e penso que tenham sido bem claras, sucintas e objetivas sobre o assunto.</p>
  <p id="bt2D">E você ouvinte, o que tem a dizer sobre o assunto? Ficou com alguma dúvida? Gostaria de acrescentar algo? Assim que possível, passe lá na página deste episódio no Medium e deixe seu comentário. Será um enorme prazer interagir contigo por lá também.</p>
  <p id="qVHo">Para acompanhar as publicações mais recentes sobre hipnose, PNL, metodologias e/ou tecnologias mentais e demais assuntos pertinentes, lembre-se de seguir o canal <a href="https://t.me/HPnews" target="_blank">HP News no Telegram</a>.</p>
  <p id="gDHY">Críticas, sugestões, mensagens de incentivo e/ou contato, você pode enviar um e-mail para <a href="mailto:hpratica@gmail.com" target="_blank">hpratica@gmail.com</a> ou no <a href="https://telegram.org/" target="_blank">Telegram</a>, falando diretamente comigo. É bem fácil me encontrar lá, tanto no aplicativo para smartphones quanto no <a href="https://desktop.telegram.org/" target="_blank">Telegram Desktop</a> ou na versão <a href="https://web.telegram.org/" target="_blank">Web no seu navegador</a>, basta utilizar a busca global (na lupa), e digitar <em><a href="https://t.me/SamejSpenser" target="_blank">@SamejSpenser</a></em>.</p>
  <p id="pkIX">  </p>
  <h4 id="Créditos">Créditos</h4>
  <ul id="kQe8">
    <li id="ILn8"><strong>Produção, narração, edição e publicação:<br /></strong><em><a href="https://linktr.ee/samej" target="_blank">Samej Spenser</a></em>;</li>
    <li id="WHYY"><strong>Participantes convidados:<br /></strong><em>Amílcar Sá Nogueira</em>, <em>André Percia</em>, <em>Antonio Azevedo</em>, <em>Fábio Carvalho</em>, <em>Julyver Modesto</em> e <em>Lauro Pontes</em>.</li>
    <li id="H3Oh"><strong>Trilha musical:<br /></strong><em>Marconi Union</em>, com “<a href="https://youtu.be/UfcAVejslrU" target="_blank"><em>Weightless</em> (Official Video)</a>” e <em>John Lennon</em>, com “<a href="https://www.youtube.com/watch?v=XO2v7qZClbw" target="_blank"><em>Beautiful Boy</em> (Darling Boy)</a>”.</li>
  </ul>
  <p id="1Ts5">   </p>
  <hr />
  <p id="6YFv">   </p>
  <p id="OnVm"><strong>Receba novidades e notícias sobre a hipnose em primeira mão diretamente no seu celular. Entre para o Canal “<a href="https://t.me/HPnews" target="_blank">HP News | Hipnose Prática</a>” no Telegram:</strong></p>
  <figure id="AAPt" class="m_column" data-caption-align="center">
    <img src="https://img3.teletype.in/files/64/4b/644bfde1-d5be-4cf4-8c1e-b508c4cb919c.png" width="1024" />
    <figcaption>Canal “<a href="https://t.me/HPnews" target="_blank">HP News | Hipnose Prática</a>” no Telegram</figcaption>
  </figure>
  <p id="kmbN">  </p>
  <p id="Q6XL">  </p>
  <hr />
  <p id="ok79">   </p>
  <ul id="k4WB">
    <li id="EVb0"><strong>Fonte: </strong><em>“<a href="https://medium.com/p/7d654ea31c24" target="_blank">Induções vs. Sugestões Hipnóticas</a>”</em> | Medium</li>
    <li id="YEF5">July 2, 2022</li>
  </ul>
  <p id="x5V9">  </p>
  <p id="HtU5"><strong>tags:</strong></p>
  <tt-tags id="E7k0">
    <tt-tag name="inducao_hipnotica">#inducao_hipnotica</tt-tag>
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  <p id="RIE3">  </p>
  <hr />
  <ol id="EHDz">
    <li id="uvUr">Itálicos por <a href="#">SamejSpenser</a>. <a href="#mAc2">↩︎</a></li>
  </ol>

]]></content:encoded></item><item><guid isPermaLink="true">https://teletype.in/@samej/media-extended</guid><link>https://teletype.in/@samej/media-extended?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_rss&amp;utm_campaign=samej</link><comments>https://teletype.in/@samej/media-extended?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_rss&amp;utm_campaign=samej#comments</comments><dc:creator>samej</dc:creator><title>Obsidian Media Extended</title><pubDate>Wed, 01 Jun 2022 22:17:19 GMT</pubDate><media:content medium="image" url="https://img2.teletype.in/files/1a/ed/1aed388e-69d9-4ca6-b8ad-e1eda6d9ac32.png"></media:content><category>PKM</category><tt:hashtag>gestao_do_conhecimento</tt:hashtag><tt:hashtag>pkm</tt:hashtag><tt:hashtag>pesquisa</tt:hashtag><tt:hashtag>zettelkasten</tt:hashtag><tt:hashtag>media_extended</tt:hashtag><tt:hashtag>bryan_jenks</tt:hashtag><tt:hashtag>obsidian_plugins</tt:hashtag><description><![CDATA[O Media Extended é a melhor abordagem para anotações em arquivos de vídeo que você já viu. Isso torna super fácil obter o que sempre quis das notas de vídeo:]]></description><content:encoded><![CDATA[
  <h1 id="etXA" data-align="center">A melhor maneira de fazer anotações em vídeos</h1>
  <p id="641c"></p>
  <figure id="bGNm" class="m_custom" data-caption-align="center">
    <iframe src="https://www.youtube.com/embed/GQXVWtNkeZw?autoplay=0&loop=0&mute=0"></iframe>
    <figcaption><em>“<a href="https://www.youtube.com/watch?v=GQXVWtNkeZw" target="_blank">Obsidian Media Extended: The Best Way To Take Notes On Videos 🎥️</a>”</em> <br />©️ Bryan Jenks on YouTube</figcaption>
  </figure>
  <p id="HhTS">  </p>
  <hr />
  <p id="AZ8D"></p>
  <p id="32d5">  </p>
  <p id="MBde">O <a href="https://obsidian.md/plugins?search=media%20extended#" target="_blank">Media Extended</a> é a melhor abordagem para anotações em arquivos de vídeo que você já viu. Isso torna super fácil obter o que sempre quis das notas de vídeo:</p>
  <ul id="yxG8">
    <li id="DQOm">Timestamps que saltam para esse ponto no vídeo;</li>
    <li id="aobf">Timestamps sem esforço;</li>
    <li id="vRGF">Notas em markdown fáceis e criadas enquanto assiste a um vídeo.</li>
  </ul>
  <p id="QiVg">Comecei com o YiNote no início de 2020 e mudei para a extensão do navegador memex quando oferecia uma experiência melhor e agora, finalmente, esse plugin já no sistema ecológico Obsidian agrega muito valor com uma funcionalidade tão simples.</p>
  <p id="uvAC">Existem três principais pontos de crítica que tenho sobre o plugin que poderia ser trabalhado, mas em geral é essencial neste momento.</p>
  <p id="MsRZ">  </p>
  <p id="hH4K">Crítica principal:</p>
  <ul id="6Vf9">
    <li id="qGHG">O ponto final do cursor após a inserção do carimbo de data/hora sendo à esquerda versus à direita</li>
    <li id="Byig">O foco do cursor após abrir o modal do plugin</li>
    <li id="oERs">O foco do cursor após usar o modal do plugin</li>
    <li id="cMh3">A capacidade de apenas pressionar enter e fazer com que o modal abra a mídia após a colagem está ausente</li>
  </ul>
  <p id="8sSC">   </p>
  <p id="hgVV">Confira o plugin e deixe-me saber o que você pensa!</p>
  <p id="HrIG">  </p>
  <p id="Kg3x"></p>
  <p id="cVPM"><strong>Fonte:</strong> <a href="https://youtu.be/GQXVWtNkeZw" target="_blank">https://youtu.be/GQXVWtNkeZw</a></p>
  <ul id="CCTf">
    <li id="T9a9"><a href="https://youtu.be/GQXVWtNkeZw&t=0" target="_blank">00:00</a> - Welcome</li>
    <li id="LrQS"><a href="https://youtu.be/GQXVWtNkeZw&t=37" target="_blank">00:37</a> - Intro</li>
    <li id="Q0gd"><a href="https://youtu.be/GQXVWtNkeZw&t=49" target="_blank">00:49</a> - My Introduction</li>
    <li id="L5fu"><a href="https://youtu.be/GQXVWtNkeZw&t=167" target="_blank">02:47</a> - Support the channel</li>
    <li id="fnYg"><a href="https://youtu.be/GQXVWtNkeZw&t=187" target="_blank">03:07</a> - Defining the problem</li>
    <li id="xhWQ"><a href="https://youtu.be/GQXVWtNkeZw&t=258" target="_blank">04:18</a> - How to Install/Set up</li>
    <li id="stoI"><a href="https://youtu.be/GQXVWtNkeZw&t=882" target="_blank">14:42</a> - Closing</li>
    <li id="WXpZ"><a href="https://youtu.be/GQXVWtNkeZw&t=912" target="_blank">15:12</a> - Outro</li>
  </ul>
  <p id="o9tf">   </p>
  <hr />
  <p id="Lcuo">   </p>
  <ul id="UfcC">
    <li id="Fu7J"><strong>Fonte:</strong> tradução do texto <em>“<a href="https://www.bryanjenks.dev/blog/obsidian-media-extended-the-best-way-to-take-notes-on-videos-" target="_blank">Obsidian Media Extended: The Best Way To Take Notes On Videos</a>”</em> | BRYAN JENKS</li>
    <li id="AgxJ">May 31, 2022</li>
  </ul>
  <p id="gg7u">  </p>
  <h6 id="Yhra">tags: </h6>
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]]></content:encoded></item><item><guid isPermaLink="true">https://teletype.in/@samej/sala-de-espera</guid><link>https://teletype.in/@samej/sala-de-espera?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_rss&amp;utm_campaign=samej</link><comments>https://teletype.in/@samej/sala-de-espera?utm_source=teletype&amp;utm_medium=feed_rss&amp;utm_campaign=samej#comments</comments><dc:creator>samej</dc:creator><title>Hipnose na Sala de Espera do Hospital</title><pubDate>Mon, 25 Apr 2022 01:59:17 GMT</pubDate><media:content medium="image" url="https://img3.teletype.in/files/62/b8/62b86574-8f36-4075-999a-3da7f524f68a.png"></media:content><category>Hipnoterapia</category><tt:hashtag>samej_spenser</tt:hashtag><tt:hashtag>dor</tt:hashtag><tt:hashtag>hipnose</tt:hashtag><tt:hashtag>analgesia</tt:hashtag><tt:hashtag>sala_de_espera</tt:hashtag><tt:hashtag>hospital</tt:hashtag><tt:hashtag>hipnoterapia</tt:hashtag><description><![CDATA[<img src="https://img2.teletype.in/files/10/b3/10b3b4c2-c4ec-4e63-ab32-4131a2653cf9.png"></img>Relato de uma intervenção para alívio da dor conduzida pelo meu filho mais velho, (então com 4 anos de idade) na sala de espera do hospital.]]></description><content:encoded><![CDATA[
  <figure id="9cfE" class="m_column" data-caption-align="center">
    <img src="https://img2.teletype.in/files/10/b3/10b3b4c2-c4ec-4e63-ab32-4131a2653cf9.png" width="3384" />
    <figcaption><strong>Foto:</strong> RiberaExpress.es | <em>Sala de espera del Hospital Universitario de La Ribera, en Alzira</em></figcaption>
  </figure>
  <hr />
  <section style="background-color:hsl(hsl(199, 50%, var(--autocolor-background-lightness, 95%)), 85%, 85%);">
    <blockquote id="Hulr" data-align="center">Relato de uma intervenção para alívio da dor conduzida pelo meu filho mais velho, (então com 4 anos de idade) na sala de espera do hospital.</blockquote>
  </section>
  <p id="PE0N"></p>
  <p id="pBbT">Na noite do dia 13 de outubro de 2010, meu filho mais velho, (Phillipy, então com 4 anos), passou mal e tive que levá-lo ao hospital. Após preenchermos a ficha, aguardar e passar pela triagem, ficamos aguardando a chamada da senha para o atendimento com o pediatra.</p>
  <p id="qpgU">No vai e vem de pessoas voltando do atendimento com o pediatra, chegou ao saguão de espera uma mãe com uma menininha no colo, (vamos chamar a menininha de Maria). Maria deveria ter algo em torno de 6, 7 anos, e chorava copiosamente no colo de sua mãe, pois havia tomado uma injeção de <a href="http://www.bulas.med.br/p/benzetacil+-7905.html" target="_blank">Benzetacil</a>. Sentaram-se do lado oposto ao nosso, e ficaram aguardando o procedimento médico. (Maria estava com suspeita de <a href="http://brasilescola.uol.com.br/doencas/meningite.htm" target="_blank">meningite</a>).</p>
  <p id="hjh3">Meu filho, em meu colo, perguntou-me: <em>“Papai, por que a menininha está chorando, ela tomou injeção?”</em>. Eu tenho por costume não mentir ou omitir nada ao meu filho, então afirmei para ele que ela havia tomado uma injeção que geralmente é muito dolorida. Expliquei-lhe que esta injeção é dolorida não pela agulha, mas o líquido, o remédio é que causa a dor no local da injeção. Ele compreendeu e ficou observando.</p>
  <p id="XuWJ">Passaram-se uns 5 minutos e o Phillipy voltou a perguntar: <em>“Papai, por que ela não para de chorar?”</em>. Eu respondi dizendo que provavelmente ela deveria estar sentindo muita dor. Então ele sugeriu: <em>“Papai, e se nós usarmos o <strong>Balão Azul</strong> para ajudá-la?”</em>.<a href="#fn1">[1]</a> E eu: <em>“Você quer ir até lá ajudar a mocinha, filho?”</em>. <em>“Quero papai!”</em> Foi a resposta que obtive.</p>
  <p id="u4zZ">Levantei-me do lugar onde estava, levando o Phillipy no colo, e sentei-me na fileira da frente da Maria. Voltei-me para trás e comecei a puxar conversa com a guria, e incentivei meu filho a fazer o mesmo. Mas a menina não queria saber de conversa. Então pedi para meu filho perguntar-lhe se gostaria de parar de sentir dor. É claro que ela disse sim. Perguntei então à mãe da Maria se poderíamos ajudá-la a deixar de sentir dor. (Em nenhum momento citamos o nome e/ou palavra <em>“hipnose”</em> para evitar sustos e/ou rejeição, como [infelizmente] acontece ao se falar nisso). A mãe da Maria autorizou, e então começamos a brincar com a menina.</p>
  <p id="ze0T">Disse ao meu filho: <em>“Filhote, pergunta para ela qual é a cor da dor que ela tá sentindo”</em>. Meu filho perguntou, mas a garotinha ficou relutante em dizer, até que depois de alguns instantes ela respondeu dizendo que a dor era <strong>“preta”</strong>. O Phillipy já emendou a pergunta da cor do Balão que ela mais gostava, e a resposta foi que o balão que ela gosta tem mais de uma cor, é o <em>“Balão da Hello Kitty”</em>.</p>
  <p id="No88">  </p>
  <figure id="iCQt" class="m_retina" data-caption-align="center">
    <img src="https://img2.teletype.in/files/51/d3/51d33337-7e1b-426b-a224-7034e21919df.png" width="500" />
    <figcaption><strong>Foto:</strong> Google Imagens</figcaption>
  </figure>
  <p id="sfkN"> </p>
  <hr />
  <p id="9pcn">  </p>
  <p id="4IFp">Disse então ao meu filho: <em>“Lindão, ajude a Maria a amarrar a dor <strong>preta</strong> no barbante do balão da <strong>Hello Kitty</strong>”</em>. Maria fechou os olhos, que estavam totalmente marejados pelas lágrimas, e disse que já havia amarrado. Então o Phillipy concluiu: <em>“Vamos contar até 3. Quando a gente contar 3, vamos soltar o balão juntos, tá bom?!”</em>. (Enquanto isso, a mãe de Maria apenas ria e se divertia com a “desenvoltura” do meu filho). E juntos, Phillipy, Maria e eu começamos a contar: “<em>Um… dois…</em> (neste momento, o painel de senhas apitou chamando o número da minha senha), <em>três! Solta!”</em>. A menina sinalizou com sua mão esquerda como se estivesse soltando e empurrando o balão para o alto.</p>
  <p id="fOwz">Levantei-me, peguei o Phillipy no colo e comecei a dirigir-me para a sala do pediatra, mas parei, voltei-me para a mãe da Maria e disse: <em>“Diga para ela que o balão está subindo e a cor preta está desaparecendo, conforme sobe no céu, e a dor irá embora!”</em>. E corri para não perder a chamada. (Risos)</p>
  <p id="4fpf">O mais engraçado, é que não ouvimos mais o choro de Maria enquanto estávamos na sala do pediatra, e quando voltei para o saguão de espera, olhei para o mesmo e não encontrei Maria, mas ao virar-me na direção do corredor da saída, lá estavam elas, Maria e sua mãe, caminhando normalmente para a saída, e Maria sorrindo, sem dor!</p>
  <p id="qiFj">  </p>
  <hr />
  <p id="VdU5">  </p>
  <p id="Sgrf" data-align="center"><em>Originalmente publicado em <a href="https://www.samejspenser.com.br/2010/10/hipnose-na-sala-de-espera-do-hospital.html" target="_blank">www.SamejSpenser.com.br</a>.</em></p>
  <p id="usJb">  </p>
  <hr />
  <p id="AmfL">  </p>
  <ul id="yngo">
    <li id="gqza"><strong>Fonte:</strong> <em>“<a href="https://teletype.in/@samej/sala-de-espera" target="_blank">Hipnose na Sala de Espera do Hospital</a>”</em> | Teletype</li>
    <li id="WtIV">April 24, 2022</li>
  </ul>
  <p id="RJuE">  </p>
  <hr />
  <p id="N4mZ">  </p>
  <h3 id="v44A">tags:</h3>
  <tt-tags id="PmLW">
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  <p id="HZJO"></p>
  <h3 id="chab">Nota</h3>
  <hr />
  <section>
    <ol id="w4B4">
      <li id="fn1">O <strong>“Balão Azul”</strong> é o nome que meu filho chama a técnica que utilizo para reduzir-lhe as dores.<br />Consiste em perguntar ao sujeito dolorido, (principalmente crianças), qual é a <strong>cor</strong> de sua dor, após se conseguir esta resposta, sugerimos que o sujeito está num local aberto, segurando um Balão de gás, (meu filho sempre escolhe azul para o balão), gosto de sugerir que o balão tenha a cor que o sujeito mais gosta, para facilitar a execução da técnica. Sabendo qual é a cor da dor, (mais a cor do balão), pedimos para o sujeito amarrar no barbante do balão, (imaginariamente), a dor de <em>tal</em> cor que ele está sentindo. Assim que ele tenha amarrado, pedimos para juntos contarmos até 3, e no 3, soltaremos o balão, que subirá ao céu levando a dor embora. E conforme o balão sobe em direção ao céu, a dor começa a mudar de cor, sempre de forma decrescente, até se tornar transparente e sumir definitivamente, com o balão. <a href="#XuWJ">↩︎</a> </li>
    </ol>
  </section>
  <hr />

]]></content:encoded></item></channel></rss>