Diários de Uma Apotecária
January 9

Diários de Uma Apotecária (Vol. 2) - Capítulo 16

Quando Maomao fez sua primeira visita em bastante tempo à enfermaria do palácio interno, encontrou o eunuco residente tão tranquilo como sempre.

“Ah, fazia tempo que não a via, mocinha”, disse o médico charlatão, servindo chá com alegria. “Os dias ficaram bem mais quentes, não acha?”

Ele lhe ofereceu a bebida com toda a cortesia, usando um atlas médico no lugar de uma bandeja. Maomao apanhou o chá e o livro ao mesmo tempo, desejando poder lhe dizer umas poucas verdades por tratar de forma tão leviana um objeto tão valioso.

Como sempre, o charlatão era o único presente na sala. Era difícil acreditar no quão pouco trabalho ele parecia ter ali. Era um milagre ainda manter o cargo.

“Continua bastante frio”, respondeu Maomao, colocando um cesto de roupa suja sobre a mesa dele.

De fato, o frio ainda persistia. Estava frio o suficiente para que as butterbur hesitassem em brotar. Talvez o médico achasse que o clima tinha esquentado apenas por ser tão rechonchudo.

Com a mudança de estação, Maomao teria de colher muitas ervas, mas havia algo que queria fazer antes disso — e era por isso que estava ali naquele dia. Não era uma tarefa urgente para a maioria das pessoas, mas ela era quem era, e o charlatão também era quem era.

“Minha nossa, você mal chegou. O que está fazendo?”, perguntou o médico, ao vê-la retirar algo do cesto.

“Que pergunta.” Maomao tirou de dentro um conjunto de utensílios de limpeza e todo o carvão de bambu que conseguiu enfiar ali. “Vamos limpar. Este lugar.”

Seus olhos brilharam. Ao que tudo indicava, dois meses sob a disciplina de Suiren tinham deixado marcas. Sem nada para fazer no Pavilhão de Jade, Maomao veio ao único lugar onde tinha quase total liberdade. Sempre achara a enfermaria meio imunda; agora que o fogo estava aceso, não havia como apagá-lo.

“E como seria isso?”, perguntou o médico, mas seu súbito cenho franzido não foi suficiente para salvá-lo.

O charlatão não era uma pessoa ruim; pelo contrário, tinha um bom coração. Mas Maomao sabia que isso era algo completamente distinto de ser competente no próprio trabalho.

O aposento ao lado da sala principal continha armários cheios de medicamentos. Três paredes inteiras cobertas de gavetas, um verdadeiro paraíso para Maomao; mas nem tudo era alegria. Havia muitas drogas ali, sim, contudo, quem as usava era o charlatão. As que não eram utilizadas com frequência acumulavam poeira ou eram comidas por insetos. E havia ainda o maior inimigo das ervas secas: a umidade. Bastava um descuido para que tudo apodrecesse. Quanto mais quente ficasse, mais úmido seria o ar.

Era preciso limpar tudo agora, antes que isso acontecesse. Depois seria tarde demais.

Não era que Maomao gostasse especialmente de limpar. Tampouco tinha um motivo pessoal para ajudar ali, já que muitas vezes visitava a enfermaria apenas para matar o tempo. Ainda assim, sentia que precisava fazê-lo. Um senso de dever vibrava dentro dela. (Assim como a incômoda sensação de ter sido completamente corrompida por Suiren.)

“Você não precisa fazer tudo isso, mocinha. Alguém mais pode cuidar da limpeza”, disse o médico, visivelmente desmotivado.

O tom de voz fez Maomao olhá-lo involuntariamente com a mesma expressão que reservava a Jinshi. Em termos simples, era como encarar uma poça cheia de larvas de mosquito.

Eek!” O médico estremeceu até o bigode ralo. Qualquer resquício de dignidade desapareceu.

Droga, pare com isso, ela se repreendeu. Ele podia ser um charlatão, mas ainda era seu superior. Precisava ao menos fingir respeito. Caso contrário, talvez não colocasse bolachas de arroz da próxima vez que ela aparecesse. Havia doces demais no palácio interno e sal de menos.

“Sim, poderíamos pedir a outra pessoa”, disse Maomao, “mas e se trocassem os remédios sem querer enquanto limpam? O que faríamos então?”

O médico se calou. Não era exatamente apropriado Maomao aparecer quando quisesse e decidir limpar tudo, mas ele também não comentou isso. Não tinha como expulsá-la.

O médico que fora próximo de Suirei realmente havia sido punido pelo desaparecimento da estramônia. Segundo Gaoshun, porém, o homem era talentoso demais para ser dispensado; sua punição fora apenas um corte no salário.

Maomao começou pelas prateleiras empoeiradas, abrindo as gavetas uma a uma e passando um pano. Jogou fora tudo o que estava obviamente estragado e escreveu o nome de cada item em uma plaquinha de madeira. O que restava era colocado em novos pacotes de papel e devolvido ao lugar correto.

Sempre que surgia algo que exigisse mais esforço físico, ela fazia o charlatão executar a tarefa. Sua perna ainda não estava totalmente curada. Além disso, o médico estava acima do peso; um pouco de exercício só lhe faria bem.

Ele usa papel de ótima qualidade aqui, pensou.

A maior parte do papel usado pelo povo era de qualidade inferior e descartável. Papel durável era caro demais para pessoas comuns. Por isso, a maioria escrevia em tiras de madeira. Havia bastante lenha disponível, muitas já cortadas finas o suficiente para acender o fogo. Era isso que as pessoas usavam. E, depois, ainda servia como combustível.

O país já havia exportado papel no passado, mas o antigo imperador — ou melhor, sua mãe, a imperatriz-viúva — proibira o corte das árvores usadas para fabricar o melhor papel. A restrição fora parcialmente relaxada desde então, mas não o suficiente para atender à demanda.

Por que a imperatriz-viúva proibira o corte dessas árvores? Na época, ninguém fora imprudente o bastante para perguntar, mas considerando que a colheita ainda era limitada, Maomao supôs que devia haver um bom motivo.

Hoje em dia, com exceção do papel de melhor qualidade, tudo era feito de outras árvores, gramíneas ou tecidos velhos. Esses materiais eram menos acessíveis e exigiam mais tempo de processamento, o que os tornava caros. Para reduzir custos, os produtores buscavam atalhos, resultando em produtos de baixa qualidade.

Assim, o papel ganhara fama entre o povo de ser caro e pouco útil, falhando em se popularizar apesar de ser mais prático que a madeira.

“Ufa...”, Maomao suspirou.

“Já terminou, mocinha?”, perguntou o médico, esperançoso.

“Não. Apenas metade.”

Seguiu-se um silêncio decepcionado. Maomao, por sua vez, considerou que metade do trabalho era o máximo que conseguiria fazer em um único dia, dado o tamanho da tarefa. Decidiu deixar o restante para o dia seguinte.

Ela deixou o carvão no recinto para absorver a umidade. Ainda assim, não era suficiente, e pediu que o médico requisitasse mais.

O charlatão massageava os ombros enquanto preparava um lanche. Trouxe suco de frutas servido de uma garrafa de cerâmica.

“Um doce ajuda quando se está cansado”, disse, usando uma colher de bambu para colocar purê de castanha e batata-doce sobre uma folha de papel. Entregou uma porção a Maomao.

Velhote de gosto refinado. Batata-doce era difícil de conseguir naquela época do ano, o que tornava aquele lanche um verdadeiro luxo. E, para completar, ele ainda o servia em papel de alta qualidade, como se fosse a coisa mais natural do mundo.

Maomao engoliu a batata-doce em uma única mordida e então olhou para o papel, agora manchado por marcas circulares de dedos. O material tinha um brilho perceptível.

“Este papel que o senhor usa é excelente”, comentou.

“Consegue perceber?” Foi um comentário casual, mas pareceu despertar o interesse do médico. “Minha família o produz. Inclusive fornecemos para a corte. Impressionante, não?”

“De fato, é.”

Isso explicava como ele tinha aquilo à mão. E não era mera bajulação; Maomao podia ver que o material era realmente de alta qualidade. Seu velho sempre escolhera o melhor entre os piores ao selecionar papel descartável para embrulhar remédios. Um bom papel ajudava a evitar a entrada de umidade ou o vazamento de pó, mas os custos precisavam ser reduzidos em algum lugar e, pelo bem dos pacientes, certamente não nos medicamentos. Ainda assim, economias eram necessárias, ou os gastos com suprimentos acabariam consumindo todo o lucro, e mais um pouco.

Talvez eu consiga comprar um pouco dele, pensou Maomao. Quem sabe com um desconto amistoso. Ah, as vantagens injustas. Ela tomou um gole do suco, que desceu morno e doce por sua garganta. Não é para mim, decidiu, e resolveu esquentar água para chá. Havia sempre um fogo aceso na enfermaria, muito conveniente em momentos assim.

“A aldeia inteira participa da produção. Houve um tempo em que pensamos seriamente em desistir, mas, felizmente, conseguimos sobreviver de alguma forma.”

Maomao não havia pedido a história de vida do médico, mas ele parecia particularmente falante naquele dia. No passado, fabricar papel fora suficiente para garantir bons lucros, então sua família se concentrara em derrubar as árvores locais e raspá-las o mais fino possível para produzir o material. Era mais lucrativo vender para o exterior do que no mercado interno, e assim o papel se tornara um bem comercial cada vez mais importante. Durante sua infância, a aldeia fora tão próspera que o futuro charlatão podia pedir doces quando quisesse e comer quantos desejasse.

Por algum motivo — talvez simplesmente por terem crescido demais —, a aldeia acabou despertando a ira da antiga imperatriz-viúva, que proibiu o corte das árvores usadas na produção do papel. Foram obrigados a buscar outros materiais, o que inevitavelmente levou à queda na qualidade do produto. As casas comerciais ficaram descontentes e interromperam os negócios.

Os dias de prosperidade haviam acabado. O chefe da aldeia — que, por acaso, era o pai do médico — passou a ser pressionado pelos moradores para tomar alguma providência. Ele percebeu que não poderiam continuar fabricando papel como antes. Nem todos, porém, aceitaram essa realidade, e grande parte da raiva acabou recaindo sobre o chefe e sua família.

Maomao ouviu em silêncio enquanto despejava água fervente do bule em uma xícara.

“Partiu meu coração quando minha irmã mais velha veio para o palácio interno.”

A aldeia fora fundada em um local ideal para a produção de papel, mas inadequado para quase qualquer outra atividade. Decidiram se mudar, mas não tinham recursos suficientes. Naquela época, o palácio interno procurava mais mulheres, e a irmã mais velha do médico atendeu ao chamado.

“Ela riu e disse que, da próxima vez que eu a visse, seria a mãe do país, mas no fim… nunca mais a vi.”

O que fariam dali em diante na nova terra continuava sendo um problema. Precisavam de mais recursos, e então a irmã mais nova do charlatão também se ofereceu para seguir a mais velha até o palácio interno.

“E, por fim, decidi ir também. Não havia realmente outra escolha”, disse o médico.

À medida que o palácio interno se expandia, a necessidade de mais eunucos tornava-se inevitável. Eles eram mais raros do que mulheres e, por isso, tinham maior valor.

Ele passou por mais dificuldades do que eu imaginava, pensou Maomao, enquanto bebia seu chá.

Quanto mais se limpava, mais coisas surgiam que precisavam de limpeza.

No segundo dia, Maomao terminou de organizar os armários de medicamentos, mas então o cômodo ao lado começou a incomodá-la. O charlatão fazia uma limpeza básica, ao que parecia, mas claramente lhe faltava atenção aos detalhes. No terceiro dia, Maomao passou a escovar as teias do teto e a limpar cuidadosamente as paredes, e depois disso quis organizar os equipamentos. O médico possuía muitos deles, e tudo o que não usava com frequência era empurrado para algum dos outros aposentos.

Que desperdício, pensou ela ao examinar o cômodo seguinte. Disseram-lhe que não era utilizado, mas para Maomao aquilo era um verdadeiro tesouro. Ela e o charlatão lidaram com montes de tratados médicos — Maomao com um sorriso radiante, e o médico com uma expressão bastante abatida. Assim, apesar dos resmungos dele, passaram sete dias inteiros limpando. Nesse período, Maomao também continuou provando alimentos para a Consorte Gyokuyou, mas nada fora do comum aconteceu.

Foi então, enquanto o médico polia um almofariz e um pilão a contragosto, que outro eunuco apareceu na enfermaria. O charlatão havia recebido uma carta.

“Ora, ora, o que temos aqui?”, disse ele, pegando a carta com entusiasmo, vendo nisso uma chance de descansar.

“De quem é?”, perguntou Maomao. Em sua mente, era apenas cortesia, mas o médico respondeu:

“É da minha irmã mais nova.”

Ele lhe mostrou a carta, escrita em um papel áspero e irregular, tão frágil que Maomao chegou a se perguntar se fora feito de algas marinhas. Era exatamente o tipo de papel de baixa qualidade que uma pessoa comum usaria.

Achei que ele disse que a família produzia papel, pensou. Talvez a irmã tenha achado que um lote defeituoso servia para escrever a um parente.

À medida que o médico lia, porém, seu rosto se transformou em choque, os olhos cravados no texto. Maomao se aproximou, curiosa, mas naquele instante os ombros dele caíram. Ele se deixou cair em uma cadeira, baixou a cabeça e deixou a carta escorregar sobre a mesa. Algumas palavras saltaram aos olhos de Maomao:

“Nossa autorização imperial pode ser revogada.”

Mas ele havia se gabado dias antes de que sua família fornecia papel à corte.

“O que será que aconteceu…”, murmurou o médico, quase para si mesmo. “Justo agora que conseguimos aumentar a produção…”

Perder uma autorização imperial poderia ter consequências sérias para a renda da família. Os compradores refinados de papel de alta qualidade não resistiam à ideia de usar o mesmo material que o imperador.

“Aumentar a produção?”, perguntou Maomao. “Eles não começaram a economizar onde não deviam, começaram?” Ela passou os dedos pelo papel áspero da carta.

“Jamais. Estão mais animados do que nunca desde que conseguiram aquele boi. Hoje em dia ele faz todo o trabalho pesado que antes exigia várias pessoas. Por que isso mudaria alguma coisa?”

A fabricação de papel exigia muito esforço físico. Com um boi, o trabalho deveria ser mais fácil.

“E, ainda assim, se este papel for um indicativo, entendo por que a corte não se interessaria.” Maomao apanhou a carta e a agitou diante do médico. Papel de baixa qualidade se desfazia ao menor contato com umidade. Além disso, a superfície irregular tornava a escrita horrível.

O médico permaneceu em silêncio, como se admitisse tacitamente que o acabamento era ruim. Por fim, inclinou-se tanto para frente que apoiou a cabeça na mesa.

“Eu realmente não sei o que está errado.”

Percebendo que aquele não era mais um momento para limpeza, Maomao examinou o papel com atenção. Grande parte do papel usado pelo povo era de pureza duvidosa, feito com fibras de várias plantas diferentes. Como essas fibras não eram cortadas de maneira uniforme, a cola endurecia de forma irregular, fazendo o papel se esfarelar. No entanto, naquele exemplar, as fibras tinham tamanho e espessura bastante uniformes. Mesmo assim, a superfície era irregular, e um puxão leve bastava para rasgar um canto da folha.

Maomao inclinou a cabeça, relendo a carta. Dizia que a família ainda usava os métodos tradicionais e os mesmos materiais de sempre. A irmã mais nova implorava por orientação, mas, infelizmente, seu irmão — agora um meio-homem — parecia sem saber o que fazer.

“Ela menciona métodos tradicionais. Que técnicas exatamente vocês usam?”, perguntou Maomao, depois de secar o almofariz e o pilão e devolvê-los à prateleira. Em seguida, colocou água para ferver, tentando aliviar o clima.

“As mesmas que todo mundo”, respondeu o charlatão. “A diferença é que nossa família é muito cuidadosa ao quebrar os materiais e preparar a cola. Não posso dizer mais do que isso.”

Não está tão falante nesse assunto, pensou Maomao. Ela pegou um recipiente de folhas de chá da prateleira, procurando algo adequado, quando um pouco de araruta praticamente saltou aos seus olhos. Ela a colocou em uma xícara e voltou a pôr a chaleira no fogo.

“E quanto à água?”, perguntou. “Vocês também são exigentes com isso?”

“Sim. Usamos água de nascente aquecida a uma temperatura muito específica para que a cola fique no ponto certo. Mas não posso dizer mais nada. É segredo de ofício.”

Esse é o charlatão que eu conheço, pensou Maomao, colocando outra xícara sobre a mesa. Ela a encheu com água quente e mexeu vigorosamente antes que esfriasse, criando uma mistura espessa. Chá de araruta.

“E a cola, vocês a fervem com a água que sobra da lavagem do arroz?”

“Não. Damos o trabalho de dissolver farinha de trigo, como manda o método correto. Caso contrário, não adere bem.” Assim que falou, o médico levou a mão à boca, mas isso pouco importava para Maomao. Ela empurrou o chá de araruta na direção dele.

“Nesse caso, onde vocês mantêm o boi?”, perguntou.

“Receio não saber.” Ele a olhou como se quisesse perguntar por que araruta, mas ainda assim começou a beber o líquido quente. A bebida grudava na xícara, dificultando engolir. “Mocinha, creio que a proporção está errada. Isso é impossível de beber.”

Maomao lhe entregou uma colher.

“Perdão. Posso lhe mostrar como torná-lo bebível. Quer tentar?”

“O que devo fazer?”

Maomao colocou a colher brevemente na boca, depois a mergulhou no chá e mexeu com força. Repetiu o gesto várias vezes.

“Um tanto deselegante”, comentou o médico, franzindo a testa, mas fez como ela demonstrara. Conforme repetia o movimento, algo começou a mudar. “Está ficando menos espesso”, observou.

“Era de se esperar.”

“Na verdade, está quase aguado.” O médico parecia genuinamente impressionado.

“Araruta e cola são bastante semelhantes”, comentou Maomao.

“Suponho que sim… Será que a saliva afina a cola do mesmo modo que a araruta?”

“Exatamente.”

A boca do médico se abriu.

“Exatamente o quê?”

Ele não era tão rápido quanto Maomao gostaria. Estou praticamente esfregando isso no rosto dele, pensou, mas decidiu dar mais uma pista.

“Bois, ao que me consta, produzem muita saliva.”

“Bem, agora que mencionou, acho que é verdade.”

“E se o senhor descobrisse onde o boi costuma beber água? Apenas para garantir.”

Decidida a não dizer mais nada, Maomao lavou as xícaras e voltou imediatamente ao Pavilhão de Jade. O charlatão deve ter finalmente entendido, pois apressou-se em escrever uma carta e saiu correndo da enfermaria para enviá-la.

Maomao pensou no que faria quando terminasse toda a limpeza.

Mas é justamente quando tudo parece mais tranquilo que os desastres costumam se esconder.