Tente Implorar - Capítulo 34
Correntes da Derrota
Leon abriu as mãos nas paredes que se contraíam no clímax da mulher, sem se importar com a vergonha dela. Bicos vermelhos ficaram expostos quando ele afastou a carne rosa e molhada. O sangue latejava, e o clitóris inchado batia como um coração. Embaixo, quando ele abriu o buraco ainda vermelho e inchado da noite anterior, dava para ver claramente as paredes internas encharcadas de líquido obsceno, tremendo e se contraindo.
Na noite passada aquela carne o apertara com força. Ao lembrar daquele momento, a mente dele começou a nublar de novo.
— Srta. Riddle, você parece bem experiente.
Grace mordeu o lábio diante da provocação. Mal tinha se passado um dia desde a primeira vez. Winston ergueu a caneta-tinteiro preta, lembrando-a de todas as coisas ruins que ele fizera naquele curto espaço de tempo.
— Então, quem foi o primeiro homem?
Como ela só o fuzilou com o olhar em vez de responder, a ponta do chicote acertou o clitóris de Grace.
Diante do sorriso cheio de satisfação vulgar, Grace não conseguiu segurar a raiva e cuspiu:
— ...Um canalha chamado Leon Winston.
Winston franziu a testa e torceu os lábios.
— A prostituta de Blanchard aceita comer canalhas. Nojento.
“Gozando com canalhas”, ele escreveu no relatório, olhou para Grace trêmula e sorriu.
— Srta. Riddle, quer que eu traga outro canalha militar? Deixo você escolher o que preferir.
— Estou bem com qualquer um, menos o canalha na minha frente.
— Ah, que pena, o que faço agora?
Dizendo isso, ele deu um sorrisinho e enfiou os dedos dentro dela.
Os dedos que saíram depois de mexer um pouco estavam encharcados de líquido escorregadio.
— Estava com pressa, então o único canalha que preparei é o que está entre suas pernas agora.
O alicate entre as pernas desapareceu e as algemas nos pulsos foram soltas. Grace se levantou. Antes que pudesse ver, foi agarrada pela cintura e arrastada para o outro lado da mesa onde Winston estava apoiado. As pernas ainda presas foram dobradas para cima e bem abertas. Mal as nádegas passaram da borda da mesa, a carne erguida entre as pernas do homem rompeu a entrada.
Quando o pedaço grosso de carne perfurou tudo de uma vez, Grace arqueou as costas e se debateu.
— Nem enfiei tudo e você já reclama.
Já era difícil aceitar ele sem as cicatrizes da noite anterior ainda curando. Quando ela puxou os quadris para trás, as mãos grandes dele apertaram e puxaram a pelve. Começou uma luta entre a mulher que tinha de fincar os calcanhares na borda da mesa para não ser arrastada e o homem que precisava enfiar tudo até o fundo.
A mesa e as correntes gemiam junto com Grace.
Era uma luta que ela já perdera desde o começo. No fim, a virilha de Winston pressionou o buraco escancarado. Grace o empurrou por reflexo quando ele colou o corpo. Winston beijou as pontas dos dedos trêmulos dela, depois soltou as algemas das pernas da mesa e amarrou os pulsos de Grace em volta dos tornozelos.
A mesa pesada começou a tremer. Sob o teto preto, o rosto nojento e digno do homem também balançava com violência.
— Ah, heuk... huht, devagar...
— Você não está em posição de me dar ordens, está?
As mãos de Winston seguraram o interior das pernas dela, dobradas tão apertado que os joelhos encostavam nos ombros. Cada vez que a carne frágil exposta entre elas era acertada com força, uma sensação que beirava dor ou prazer subia até a cabeça.
— Parece que você já se acostumou com meu corpo. A resposta é mais rápida que ontem.
Mesmo querendo refutar, Grace não conseguia. Era porque as provas de que o corpo inteiro respondia a ele por vontade própria estavam bem à vista. O pilar que estivera enterrado na barriga saiu pra fora. Quando a carne que segurava o membro prendeu na glande e saiu, dava para ver claramente a própria carne dela mordendo a carne da fera. A pele bronzeada já estava molhada e brilhava. O clitóris pulsava de expectativa pelo estímulo intenso quando ele mergulhasse.
Não dava para negar a prova de que ela também estava excitada.
“Isso é melhor que tortura... Isso é melhor.”
Grace repetia o mantra e fechava os olhos.
Leon olhou pra mulher com lágrimas entre as pálpebras fechadas e suspirou.
...Daisy. Sally. Grace. Como devia chamá-la?
Não sabia como chamá-la, mas sabia o que aquela mulher era.
Leon repetiu baixinho as mesmas palavras na boca, só acariciando o corpo dela com a mão. Era um corpo magro, mas as marcas de treino constante apareciam claramente. Leon, com músculos bem marcados e lisos, passou a mão pela barriga macia e segurou um punhado do seio que balançava suave seguindo o ritmo dele. A carne imaculada que sobrava nas mãos grandes se projetava convexa entre os dedos e escapava do aperto. Embora amassasse macia quando ele apertava, a elasticidade que empurrava a mão era incrível. Ele também gostava da sensação da pele macia grudando nas palmas, molhada de suor. Era uma maciez que nunca sentira antes.
A carne que sobrava entre os dedos estava num vermelho maduro, em vez do rosa puro de ontem. Era um prazer e tanto corromper a virgem casta numa prostituta sedutora. Ele rolou preguiçoso os mamilos, que já estavam bem duros antes mesmo da mulher tirar a roupa, e perguntou:
— Isso é porque chupei tanto que não volta mais ao normal?
A mulher machucada fez careta e gemeu. Era obsceno demais estar nua debaixo dele. Mesmo depois de se mostrar tão sem vergonha sem querer, essa mulher ia insistir que era a pobre vítima.
— Ah, desculpe. Preciso usar direito. Assim, quando Jimmy receber, não vai parecer que outra pessoa já usou.
Diante dessas palavras, a mulher abriu os olhos que mantinha bem fechados. Bastava ele mencionar o noivo e ela o fuzilava como se o canalha fosse ele.
— Está brincando? Nenhum homem no mundo seria tão fácil. Cair na sua sedução duas vezes, como um idiota.
Ficava claro que os líderes dos rebeldes de Blanchard tinham mandado essa mulher depois de algum cálculo razoável. O cálculo era que, se ela conquistasse o coração dele uma vez, não seria difícil na segunda. E essa mulher conseguira com uma facilidade absurda.
Ainda assim, tudo não passava de ilusão dele.
— Eu nunca tentei seduzir você. Foi você que veio atrás. Graças a você, sabe como foi difícil pra mim receber uma ordem tão suja? Não viu que eu estava tentando ser demitida de propósito?
Um suspiro curto escapou da boca torcida de Leon enquanto a mulher continuava a revelação. No fim, até a demissão que ele achava que fora decisão própria tinha sido manipulada por essa mulher.
— Deixe claro o que é certo e errado. Por que diz que a culpa é minha quando você mesma entrou no cio e me seguiu como uma cadela?
Sim, devia ter sido culpa dele desde o começo. Na primeira vez e agora, fora ela que se exibira na frente dele e chamara atenção. Mas fora Leon, tanto em Abbington Beach quanto aqui, quem perseguira a mulher que não tinha intenção de vir até ele. Sim, como um canalha. De forma vergonhosa.
— Quer que eu faça uma vez e pare?
Quando Winston parou de se mexer, perguntou. Era uma armadilha. Quando a intuição avisou, Grace o calou.
— Ontem foi um trato, hoje foi estupro, mas agora que tal uma disputa? Isso é justo.
Era justo amarrar todas as mãos e pés dela e enfiar a carne até o fundo?
— Quem gozar primeiro perde. Se eu perder, solto você. Mas se você perder...
As pontas dos dedos dele entraram no objeto pesado como se fosse rasgá-la e desenharam no lugar secreto trêmulo.
Como quem se prepara pra uma disputa, Winston desfez a gravata preta que ainda estava bem amarrada. Grace respondeu antes mesmo de ouvir.
Me solte. Me solte. Me solte...
As mesmas palavras ficavam ecoando na cabeça de Grace sem parar.
— Eu topo se você me soltar para sempre.
Enquanto Winston tirava a camisa, parou a mão e estreitou os olhos.
— Negociando... Você ainda não sabe onde está.
— Se acha que vai perder, pode recusar.
Com a provocação de Grace, ele sorriu e acenou.
Grace fechou os olhos com determinação. Era uma luta em que não tinha nada a perder. Afinal, o interesse dele nunca fora terminar numa única vez desde o começo.
Enquanto isso, Winston colou os lábios nos dela como jogadores cruzam as mãos antes de uma partida. Depois do beijo educado e odioso, o corpo dela começou a tremer. O próximo alvo da prostituta viva seria virar uma prostituta livre.
Grace apertou e soltou de leve a carne interna seguindo o ritmo dele se movendo lá dentro. Dessa vez, leu a expressão de Winston sem fechar os olhos.
Logo pegando o jeito, apertou as paredes quando o pênis deslizava pra fora. O prepúcio preso pela carne franzida subiu e esfregou a ponta com força onde ficavam os pontos sensíveis.
— Haa, a técnica da sua boca de baixo é diferente de ontem.
Winston falou como se estivesse espantado de ela usar energia pra fazer algo que achava que nunca ia ganhar. Depois, logo zombou de Grace como o ser humano torcido que era.
— Isso, assim mesmo. Você é boa. Ensinei esse jeito de chupar com a boca ontem. Tem boa capacidade de aplicar.
Quando as peles quentes se colaram sem espaço, ele abraçou o corpo suado e escorregadio como se fosse esmagar antes de continuar investindo com violência. O pênis saiu, arranhando a parede interna bem antes de prender na ponta da entrada. Talvez não fosse mentira dizer que ela era boa. Os esforços de Grace pareciam estar funcionando, e os movimentos dele ficaram irregulares, exatamente como antes de gozar na noite anterior. Significava que o corpo dele, conquistado pelo prazer, saía do controle. Os lábios também pareciam fora de controle, pois continuavam devorando os dela e enfiando a língua gananciosa na boca úmida.
— Oh, que bom. Você está indo muito bem.
Aproveite ao máximo. Eu sou quem vai ganhar essa disputa.
No momento em que esperava conquistar a liberdade em breve, Grace até balançou os quadris enquanto ele se movia selvagem. De repente, os dedos longos de Winston se enfiaram entre o osso púbico onde eles se encontravam.
— Ahk, pare! Isso é contra as regras!
— As regras deviam ter sido combinadas antes.
Como as mãos estavam amarradas, Grace não conseguia tirar a mão dele que rolava furiosa no clitóris. Mesmo balançando o baixo-ventre e tentando evitar a mão, aquilo também era inútil porque o corpo de Winston cobria o dela. Era um movimento realmente astuto. Mesmo sem isso, o clitóris, que inchara como se fosse explodir de sangue por causa da fricção repetida, começou a latejar num instante.
Grace cerrou os punhos e rangeu os dentes até as unhas cravarem na palma pra segurar a sensação de clímax que vinha, mas em vão. Faíscas piscavam na frente dos olhos toda vez que o pedaço duro de carne batia na pele que ficara mais tensa pela força. Como se já tivesse decorado todo o corpo dela, Winston batia persistentemente só numa parte.
Ele a pressionou pra baixo e bateu a cintura com brutalidade mais uma vez.
Uma derrota prazerosa pro demônio, uma vitória devastadora pra ela. O fundo que provocava já escapara do controle de Grace há muito tempo. Não tinha tempo de estimulá-lo, então soltou a força embaixo. Mesmo assim, a parede interna se contraía sozinha, sem ordem da dona.
No fim, no momento em que o pedaço de carne que esfregava a parede interna bateu no lugar certo, ela não conseguiu vencer a sensação que subiu até a ponta do queixo. Grace gozou em vão, o corpo inteiro tremendo na mesa molhada do próprio suor.
Onde estava a derrota prazerosa e a vitória devastadora... No fim, tudo que conseguiu foi uma sensação de prazer excruciante.
— Já gozou? Perdeu fácil demais.
— Queria tanto ser comida por mim assim? Parece que, por ser dama, não consegue pedir direto pra eu furar seu fundo? Hmm, fui indiferente.
A língua quente lambeu as lágrimas que escorriam dos cantos dos olhos.
— Mas não teria salvado sua pele se fingisse que estava tentando vencer?
Os lábios que sussurravam astutamente no ouvido caíram, e ao mesmo tempo os genitais foram puxados da fresta da carne ainda trêmula. Mal o pênis corado encostou a cabeça na depressão da virilha, a fresta se abriu e Grace foi coberta por um líquido turvo, grosso e branco.
A testa profundamente franzida do homem se alisou. Porém, o calor profundo nos olhos não esfriou.
Depois disso, nada diferente do que acontecera na cama na noite anterior. Ele só a possuía de novo e de novo sem parar.
— Goze. Goze o quanto quiser para ser comida.
Depois ele ofereceu mais algumas disputas. Quantas vezes ela teve de responder à pressão e perder de forma impiedosa e forçada? Grace nem tinha mais energia pra mandar ele parar.
Os olhos de Winston ficaram frios quando olhou pra baixo pra mulher que perdera completamente a vontade de lutar. Era o oposto exato do fundo, onde o calor mal esfriava.
— Você devia ter pensado que podia me segurar firme e me controlar, quando nem consegue controlar seu próprio corpo?
O foco voltou aos olhos azul-esverdeados borrados. As pupilas de Grace tremeram ao encontrar os olhos frios, cor de céu claro.
Aquele homem vira desde o começo que ela o seduzira em segredo pra evitar a tortura.
— Vai ter de pagar o preço pela arrogância.
Já tinha pago. Grace respondeu com os olhos e depois virou o rosto.
— Sabe quantas pessoas morreram ou arruinaram o futuro próspero nas mãos daquela mulher que você chama de mãe? Se alinhar, daria para ir daqui até a entrada da mansão. Em outras palavras, a fila de gente ansiosa para fazer isso com você é desse tamanho.
“Joga eles em cima de mim. Me tira daqui e me joga num lugar infestado deles, seja no Comando Oeste ou num campo. Por favor me tira daqui...”
A paisagem à frente mudou várias vezes — o teto preto, a mesa brilhando de suor, a parede cheia de cordas, algemas e correias.
A mesa tremeu de novo pela força do movimento. Grace fitou a mão que apertava seu pulso na visão trêmula. Os ponteiros do relógio já passavam da hora do jantar. A sra. Winston provavelmente achava que o filho estava ocupado com os rebeldes e perdera o jantar.
A mesa, que começara fria, já estava quente há muito tempo. Winston pressionava o corpo dela que escorregava na superfície de metal suja de sêmen e líquido do amor. As duas pernas pendiam fracas na ponta da mesa e balançavam. Cada vez que isso acontecia, as correntes que pendiam das algemas enroladas nos tornozelos se torciam em volta do corpo e arranhavam o chão.
O som de metal seco e o som de carne molhada não combinavam nada. Em meio à cacofonia, Grace olhava em branco pra mão que segurava seu pulso. Tanto o corpo quanto a mente estavam completamente destruídos. Mesmo depois que todas as algemas já tinham sido soltas há muito, ela não conseguia se mexer. Era difícil respirar, espalhada na mesa na mesma posição em que Winston a deixara depois de terminar pela última vez. Os olhos vazios estavam fixos no banheiro sem porta.
Parado em frente ao espelho acima da pia, o homem ajustava o nó da gravata. Logo saiu do banheiro cheirando a sabonete. O homem vestindo o casaco que pendurara na cadeira estreitou os olhos. Um líquido leitoso escorria pelas pernas que ainda tremiam e pingava no chão preto.
Grace queria juntar as pernas de vergonha, mas as coxas não obedeciam. Ouvindo os passos se aproximando, ela lutou para desviar o olhar e encontrou os olhos dele com os seus. O homem bem vestido no uniforme de oficial olhava de cima para mulher que ainda ofegava do clímax forçado com olhos impassíveis. Para quem não sabia, parecia que a mulher tinha feito aquilo sozinha.
“Ele deve ter relatado para o comando. Logo serei escoltada para algum lugar. Então vou ser resgatada, só preciso aguentar mais uns dias...”
Ela repetia as palavras como um mantra enquanto ele tomava banho.
— Refeições três vezes por dia. Se tiver algum cardápio que quiser, é só falar para a ordenança. A limpeza era seu trabalho, então faça você mesma. Entregue a roupa suja para a ordenança quando receber a refeição.
“Por que ele está me dizendo isso? Por que está fazendo regras desnecessárias pra alguém que vai ficar trancada só um ou dois dias?!”
Mesmo julgando com os olhos, Winston continuava a recitar as “regras da sala de tortura” de forma profissional.
— Interrogatório e treinamento uma ou duas vezes por dia, a menos que haja algo especial. Eu mesmo vou fazer.
Quando ela perguntou, forçando a voz, ele ergueu um canto da boca.
— Seu corpo é de prostituta de primeira linha, mas suas habilidades são péssimas. Devo ter muito o que ensinar, já que seu comandante-chefe não ensinou nada.
Enquanto ela se levantava com dificuldade, Winston virou as costas e foi para o outro lado da mesa. As meias baratas penduradas na cadeira foram rasgadas sem piedade.
— Por favor use as meias que comprei para você.
— Winston, espera. Não vai. Fala...
— Já disse, você não está em posição de me dar ordens.
Era igual à noite anterior. Grace não pôde deixar de olhar para as costas dele com olhos cheios de desespero. Ontem e hoje... o que esperava de um homem que dava esperança sem parar e não tinha medo de tirar?
A porta fechou. Depois veio o som de trancar.
A fera mascarada do Capitão Leon Winston, dono de uma família elegante e nobre e oficial militar capaz, saíra enquanto prendia uma mulher que era prova de que ele também tinha um desejo selvagem.
Quando a porta do escritório se escancarou, Campbell pulou do sofá onde passara horas sentado e fez continência.
O capitão entrou a passos largos e ordenou. Havia outra marca longa de unha na mão que segurava a pasta amarela. Campbell desviou o olhar e se aproximou do superior.
O motivo de Campbell esperar sem ir embora era porque havia um assunto que ainda não fora decidido. Era o futuro de Grace Riddle. Isso nem fora relatado para os superiores ainda. Se o relatório atrasasse, os superiores ficariam descontentes, então achou mais seguro decidir hoje o que fazer.
Ele hesitou um instante, sem entender por que Winston perguntava de novo estreitando os olhos. O capitão acendeu os arquivos de Grace Riddle com um isqueiro e jogou na lareira.
— Ah, aliás, Sally Bristol saiu da mansão hoje de manhã.
Campbell acenou rápido com a cabeça. Isso significava que a prisão de Grace Riddle ficaria em segredo conhecido só pela equipe deste anexo.
— Então vou avisar os soldados encarregados também.
Foi interrompido pelo capitão quando ia sair, dizendo que devia fechar a boca para essa informação não vazar do anexo, fosse para os superiores ou pra família Winston.
— Mais uma. A sala de tortura está fechada desde que um fantasma começou a aparecer.
Diante dessas palavras, Campbell acenou com a cabeça enquanto saía. Leon murmurou olhando as cinzas na lareira.
— Um fantasma feminino que responde ao nome Daisy.
Daisy, Sally e Grace. Eram tantos nomes, como chamá-la. Daisy. Era um nome fofo que não combinava com uma menina de pele morena e temperamento ousado. Sally. Esse nome também era inadequado pra esperteza e coragem dela. Grace... Esse nome era ainda mais inadequado. Uma graça... Ela era uma graça desastrosa que caiu na vida perfeita dele.